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	<title>clima, autor em Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
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	<title>clima, autor em Médico News</title>
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		<title>Doença alérgica em idade pediátrica no centro do debate da Reunião da Primavera</title>
		<link>https://mediconews.pt/doenca-alergica-em-idade-pediatrica-no-centro-do-debate-da-reuniao-da-primavera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 08:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) organiza no próximo dia 6 de maio, no Hotel Meliá Ria Aveiro, a Reunião da Primavera, sob o mote “Doença alérgica em idade pediátrica”. A&#160;Dr.ª Ana Morête, presidente da Sociedade, apela à participação de todos os especialistas envolvidos na área. Assista à entrevista. Com foco na&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) organiza no próximo dia 6 de maio, no Hotel Meliá Ria Aveiro, a Reunião da Primavera, sob o mote “Doença alérgica em idade pediátrica”. A&nbsp;<strong>Dr.ª Ana Morête</strong>, presidente da Sociedade, apela à participação de todos os especialistas envolvidos na área. Assista à entrevista.</p>
<p>Com foco na partilha da mensagem de que todos os imunoalergologistas cuidam da doença alérgica na população pediátrica, este encontro pretende focar três grandes pilares: a asma, a alergia alimentar e a dermatite atópica, na idade pediátrica.</p>
<p>Além disso, a SPAIC, juntamente com o Colégio de Imunoalergologia, celebra os 40 anos da Imunoalergologia em Portugal, bem como pretende lançar o livro&nbsp;<em>Alergologia na infância e adolescência</em>.</p>
<p>Esta reunião é exclusiva e gratuita para todos os sócios da SPAIC. “Inscrevam-se e desfrutem desta maravilhosa cidade dos canais.”</p>
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		<title>Adolescentes portugueses com níveis elevados de inatividade física</title>
		<link>https://mediconews.pt/adolescentes-portugueses-com-niveis-elevados-de-inatividade-fisica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 09:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física, celebrado esta quinta-feira, 6 de abril, o Dr. Diogo Cruz, médico internista da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) partilha um artigo de opinião sobre a problemática da inatividade física nos adolescentes em Portugal. A celebração de efemérides, deve entre outras coisas, servir para chamar a atenção dos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Atividade Física, celebrado esta quinta-feira, 6 de abril, o <strong>Dr. Diogo Cruz</strong>, médico internista da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) partilha um artigo de opinião sobre a problemática da inatividade física nos adolescentes em Portugal.</p>
<p class="CorpoA">A celebração de efemérides, deve entre outras coisas, servir para chamar a atenção dos decisores políticos e da população em geral para um determinado tema, mas também deve servir como reflexão útil ao nosso dia a dia.</p>
<p class="CorpoA">Assim, neste dia em que se celebra o Dia Mundial da Atividade Física, não é possível ficar indiferente ao último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) acerca deste tópico. No G<i>lobal Status Report on Physical Activity 2022</i>, verificamos que 87 % das mortes no nosso país, são atribuídas a doenças crónicas não transmissíveis. Considerando que a OMS aponta a inatividade física como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento das doenças crónicas não transmissíveis e de morte, são ainda mais impressionantes os números da inatividade física da população portuguesa. Neste relatório, os nossos adolescentes (i.e 11-17 anos) rapazes apresentam níveis de inatividade de 78 % e a percentagem sobe para 91 % quando consideramos as raparigas.</p>
<p class="CorpoA">Neste país à beira-mar plantado, onde em muitas cidades, houve um enorme investimento no desenvolvimento de ciclovias e passeios marítimos, onde o clima e a beleza natural são claramente favoráveis à prática de exercício físico ao ar livre, estamos claramente a falhar, pelo menos, no que diz respeito a incutir essa “necessidade” de sermos ativos aos nossos jovens.</p>
<p class="CorpoA">Em alguns países, têm vindo a ser desenvolvidos programas de incentivo à prática desportiva, principalmente dirigidos às crianças/jovens, para incutir o “gosto” pela atividade física e a adoção de estilos de vida saudável desde cedo no ciclo de vida. Vale a pena olharmos para programas como é exemplo o “PLAY 60” <em>Activity Initiative for Kids</em>, desenvolvido nos EUA numa parceria entre a <em>American Heart Association</em> e a <em>National Football League</em> e que visa incentivar as crianças a praticar 60 minutos ou mais de atividade física moderada a vigorosa diariamente.</p>
<p class="CorpoA">Se os benefícios do exercício físico são claros em relação ao controlo do peso e à prevenção das doenças cérebro e cardiovasculares (principal causa de morbimortalidade em Portugal), já os benefícios nas outras doenças são menos conhecidos. De qualquer forma já existe evidência robusta, baseada em meta-analises, a mostrar benefício na prática de exercício físico regular na redução de neoplasias, nomeadamente no cancro da mama, do cólon, do estômago, do rim, etc… E os benefícios não se ficam por aqui, são inúmeros. Saliento também os já demonstrados benefícios na redução da incidência de depressão, mesmo com atividade física reduzida (i.e redução de 25 % no risco de desenvolver depressão apenas com 2,5h de caminhada a passo rápido e um benefício de 18 % com metade dessa atividade).</p>
<p class="CorpoA">Já a quantidade de exercício necessário para obter benefício, pode genericamente ser considerado pelo apresentado nas recomendações da <em>European Society of Cardiology</em> (ESC), que sugerem a realização de 150-300 min. de exercício físico/moderado por semana ou 75-150 min de exercício/vigoroso por semana. Este exercício deve ser aeróbico. Naturalmente que o mesmo deve ser adaptado à condição física e à eventual patologia/limitação que cada um possa ter, pelo que está recomendado que, antes de iniciar um programa de exercício físico, consulte o seu médico para delinear um programa adaptado à sua condição física.</p>
<p class="CorpoA">Não precisamos, portanto, de ser atletas de alta competição para termos benefícios na nossa saúde, alias, a maioria dos estudos foram feitos com exercício de lazer/recreativo.</p>
<p class="CorpoA">Está assim nas nossas mãos adotar estilos e vida saudável, aproveitando a beleza natural e o clima do nosso país, para em família e com os amigos, termos uma vida mais douradora e um envelhecimento ativo saudável e livre de doença.</p>
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		<title>O papel da componente alimentar no tratamento do doente com diabetes e excesso de peso</title>
		<link>https://mediconews.pt/o-papel-da-componente-alimentar-no-tratamento-do-doente-com-diabetes-e-excesso-de-peso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 07:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[excesso de peso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A alimentação é um dos pilares do tratamento do doente com diabetes.” Palavras da Prof.ª Doutora Maria João Campos, especialista em Nutrição da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, que esteve presente, na qualidade de oradora, nas 12.as &#160;Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul. Em entrevista, a preletora partilha&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“A alimentação é um dos pilares do tratamento do doente com diabetes.” Palavras da <strong>Prof.ª Doutora</strong> <strong>Maria João Campos</strong>, especialista em Nutrição da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, que esteve presente, na qualidade de oradora, nas 12.<sup>as </sup>&nbsp;Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul. Em entrevista, a preletora partilha algumas dicas para a consulta. Veja o vídeo.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NwTAUCBrn8s" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>A Prof.ª Doutora Maria João Campos começa por referir que “a alimentação no doente com diabetes é muito importante” e reforça que o objetivo da sua comunicação era transmitir aos “colegas dos Cuidados de Saúde Primários que a intervenção deve ser individualizada, deve-se tentar explicar ao doente que a componente alimentar é fundamental para o tratamento e que os ganhos são enormes”.</p>
<p>Portanto, “uma alimentação ausente de alimentos não saudáveis, com o controlo da ingestão de hidratos de carbono e que se baseie na dieta mediterrânica, permite um melhor controlo da doença”, aponta a especialista em Nutrição.</p>
<p>E remata: “É importante que o médico reforce a ideia junto do doente que é importante ele ter um acompanhamento por parte do nutricionista –, defende a Prof.ª Doutora Maria João Campos, concluindo.</p>
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		<title>Será uma bronquiolite ou um episódio de sibilância recorrente?</title>
		<link>https://mediconews.pt/sera-uma-bronquiolite-ou-um-episodio-de-sibilancia-recorrente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 10:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Prof. Doutor Ricardo Fernandes, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, marcou presença na 9.ª Reunião Temática da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP) para palestrar a sessão “Será mais uma bronquiolite ou um episódio de sibilância recorrente?”. Em entrevista o especialista destaca que “os últimos anos trouxeram alguns avanços, mas também algumas incertezas”&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O&nbsp;<strong>Prof. Doutor Ricardo Fernandes</strong>, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, marcou presença na 9.ª Reunião Temática da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP) para palestrar a sessão “Será mais uma bronquiolite ou um episódio de sibilância recorrente?”. Em entrevista o especialista destaca que “os últimos anos trouxeram alguns avanços, mas também algumas incertezas” quando ao diagnóstico de cada uma das patologias. Veja a entrevista.</p>
<p>Para o diagnóstico diferenciado entre bronquiolite e sibilância recorrente, o especialista deve recorrer a dados clínicos, como a idade, a história, os sintomas, a auscultação e os parâmetros demográficos e ambientais. “Portanto, um bom clínico sabe distinguir o que é uma bronquiolite, mas, quando os episódios começam a repetir-se, torna-se mais difícil de perceber qual a entidade.”</p>
<p>O especialista partilha que “ainda se está bem longe de conseguir distinguir do ponto de vista clínico”, revisitando questões e dilemas de há 30 ou 40 anos. Além disso, destaca que é preciso diagnosticar e tratar de forma diferente cada criança, podendo apresentar “perfis muito diferentes”, caminhando por isso para as terapêuticas dirigidas. No entanto, “ainda estamos bastante longe”, confessa o especialista.</p>
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		<item>
		<title>Obesidade é doença. É a doença do presente e do futuro</title>
		<link>https://mediconews.pt/obesidade-e-doenca-e-a-doenca-do-presente-e-do-futuro-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 09:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A obesidade é uma das doenças mais prevalentes, mais subvalorizadas, menos diagnosticadas e menos tratadas da atualidade. Mais que um problema de Saúde Pública é um problema prioritário de Saúde Pública!&#8221;. Quem o diz é a&#160;Dr.ª Joana Louro, internista na Unidade Hospitalar das Caldas da Rainha, Centro Hospitalar do Oeste, e membro do&#160;Núcleo de Estudos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A obesidade é uma das doenças mais prevalentes, mais subvalorizadas, menos diagnosticadas e menos tratadas da atualidade. Mais que um problema de Saúde Pública é um problema prioritário de Saúde Pública!&#8221;. Quem o diz é a&nbsp;<strong>Dr.ª Joana Louro</strong>, internista na Unidade Hospitalar das Caldas da Rainha, Centro Hospitalar do Oeste, e membro do&nbsp;Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. Leia o artigo de opinião.</p>
<p>Reconhecemos, diagnosticamos e tratamos inúmeras doenças crónicas. Seria impensável diagnosticar uma hipertensão arterial e não a medicar. Seria absurdo controlar uma diabetes e assim que alcançamos esse objetivo suspender os fármacos que permitiram lograr esse controlo. É inquestionável, nos dias de hoje, o tratamento das doenças crónicas. Porque sabemos que essa abordagem reduz as complicações, melhora a qualidade de vida e é custo-efectiva. Então, pergunto: E a obesidade? Até quando vamos ignorar?</p>
<p>A obesidade é uma DOENÇA CRÓNICA. É fundamental mudar o “mindset” da sociedade em geral (e dos profissionais de saúde também&#8230;), que estigmatiza e culpabiliza estes indivíduos. É um erro acreditar que chamar obeso é um insulto à sua dignidade. A obesidade é uma doença crónica, muito complexa e multifatorial. A gordura corporal anormal ou excessiva (adiposidade) compromete a saúde, aumentando o risco de complicações a longo prazo e reduzindo a esperança de vida. Não é – apenas &#8211; um problema estético e não resulta – apenas &#8211; do excesso de ingestão alimentar. É uma doença! Em toda a sua dimensão: genética, epigenética, neurogénica, hormonal, ambiental, enfim&#8230;</p>
<p>Atualmente, 38 % da população mundial (o equivalente a 2,6 mil milhões de pessoas) já é obesa ou tem excesso de peso. E, sem mudanças substanciais, o número vai agravar-se! Até 2035, mais de metade da população mundial (51 %) deverá tornar-se obesa ou com excesso de peso. E a obesidade entre crianças e jovens deverá, de acordo com os dados atuais, aumentar mais rapidamente do que entre os adultos.</p>
<p>Sabemos ainda que a obesidade aumenta substancialmente o risco de doenças como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão, enfarte agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, demência, osteoartrite, apneia obstrutiva do sono e vários tipos de cancro. E está, como tal, associada a elevada morbilidade e mortalidade. É difícil encontrar qualquer patologia que não seja mais prevalente no individuo obeso, ou cuja obesidade não a agrave.</p>
<p>E como quase sempre acontece nestes grandes problemas de Saúde Pública, são os países mais pobres e as classes sociais mais desfavorecidas, os que enfrentam maiores aumentos na obesidade, correndo riscos ainda mais graves por não estarem preparados para lidar com a doença.</p>
<p>E para além da sua dimensão clínica, a obesidade tem ainda grandes repercussões de dimensão económica e social. Mais que o impacto direto nos custos de Saúde, está ainda associada ao desemprego e à diminuição da produtividade, e assume contornos de flagelo social.</p>
<p>É incontornável: Se falharmos hoje na reposta a obesidade, as repercussões futuras serão gritantes! Segundo o relatório da Federação Mundial para a Obesidade, o custo global desta doença pode atingir os 4,32 biliões de dólares em pouco mais de uma década.</p>
<p>Precisamos mesmo de encarar a dimensão dos números e do problema! A obesidade é uma das doenças mais prevalentes, mais subvalorizadas, menos diagnosticadas e menos tratadas da atualidade. Mais que um problema de Saúde Pública é um problema prioritário de Saúde Pública!</p>
<p>Para o enfrentar são requeridas estratégias de prevenção, mas também de tratamento, em abordagens que combinem intervenções individuais com mudanças sociais e políticas. Abordagens que têm de envolver profissionais de saúde, mas também a sociedade civil e, naturalmente, os decisores políticos. Não podemos continuar a ignorar. É urgente agir! É urgente prevenir! É ainda mais urgente tratar! Afinal, a obesidade é uma doença!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FPIES: “A base é a história clínica”</title>
		<link>https://mediconews.pt/fpies-a-base-e-a-historia-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 11:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[FPIES]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“É muito importante neste congresso falarmos desta entidade para fazer o diagnóstico e o tratamento adequado, impedindo que fique no desconhecido e seja tratado como uma gastroenterite.” Quem o afirma é a&#160;Dr.ª Márcia Quaresma, do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, sobre a sua sessão “FPIES – Raridade? Que fazer?”, na 9.ª Reunião Temática&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“É muito importante neste congresso falarmos desta entidade para fazer o diagnóstico e o tratamento adequado, impedindo que fique no desconhecido e seja tratado como uma gastroenterite.” Quem o afirma é a&nbsp;<strong>Dr.ª Márcia Quaresma</strong>, do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, sobre a sua sessão “FPIES – Raridade? Que fazer?”, na 9.ª Reunião Temática da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica. Veja a entrevista.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xaT41LIoqLs" width="900" height="506" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>Esta patologia, podendo ser confundida com outras como a gastroenterite, baseia-se fortemente na história clínica da criança. “Sempre que ingere um determinado alimento, acontece a mesma reação alérgica, por isso é preciso desconfiar. É assim que se pode diferenciar”, partilha a especialista.&nbsp;Além destas características, é ainda uma doença desconhecida por muitos profissionais de saúde, destacando a importância de ser debatido num congresso que reuniu alergologistas, pediatras e alergologistas pediatras.</p>
<p>Por fim, realça que é sempre antes do primeiro ano de vida que “as crianças começam a diversificação alimentar e a experimentar novos alimentos”, pelo que a probabilidade de ocorrer uma FPIES é ainda maior.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pediatras e alergologistas com novos conhecimentos e experiências</title>
		<link>https://mediconews.pt/pediatras-e-alergologistas-com-novos-conhecimentos-e-experiencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 11:31:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O caráter prático para o quotidiano clínico no Serviço de Urgência destacou-se nesta 9.ª Reunião Temática da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP). O presidente da sociedade,&#160;Dr. Libério Ribeiro, realiza uma avaliação “altamente positiva” e “proveitosa” reforçada com as felicitações dos seus participantes e “um bom retorno das opiniões”, pelo debate das principais patologias alérgicas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O caráter prático para o quotidiano clínico no Serviço de Urgência destacou-se nesta 9.ª Reunião Temática da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP). O presidente da sociedade,&nbsp;<strong>Dr. Libério Ribeiro</strong>, realiza uma avaliação “altamente positiva” e “proveitosa” reforçada com as felicitações dos seus participantes e “um bom retorno das opiniões”, pelo debate das principais patologias alérgicas que podem necessitar de recorrer ao Serviço de Urgência, consoante as agudizações. Assista à entrevista para conhecer os principais&nbsp;<em>highlights</em>&nbsp;das temáticas abordadas.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U-Dp3qsLcbc" width="900" height="506" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>Este encontro contou com cerca de 110 inscritos, o número mais elevado de participantes nestas reuniões temáticas, o que leva a que o presidente da sociedade esteja muito satisfeito. “É ótimo saber que o melhor que pode acontecer é as crianças serem bem tratadas” e os pediatras e alergologistas presentes puderam adquirir novos conhecimentos e experiências.</p>
<p>Por fim, o presidente agradece aos palestrantes pelas partilhas dos temas “com bastante saber”, bem como à indústria farmacêutica, permitindo que estas reuniões tenham “uma inscrição a preço simbólico”. O especialista acrescenta ainda que, em Portugal, “a indústria farmacêutica é quem permite fazer formação pós-graduada, apesar de ser uma situação que deveria caber às entidades estatais”.</p>
<p>Ainda este ano, a SPAP conta com o seu congresso anual, de 1 a 3 de junho, no Hotel MH Peniche, e com os Encontros de Outono, em novembro.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/pediatras-e-alergologistas-com-novos-conhecimentos-e-experiencias/">Pediatras e alergologistas com novos conhecimentos e experiências</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Uma casa cheia” pautada pela discussão, interesse e atualização científica</title>
		<link>https://mediconews.pt/uma-casa-cheia-pautada-pela-discussao-interesse-e-atualizacao-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 15:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Peniche recebeu as 12.as Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul que decorreram de 2 a 4 de março. Sob a presidência do Dr. João Jácome de Castro, o encontro chegou ao fim com um balanço positivo. Veja a entrevista do representante à My Obesidade sobre números, temas e balanço final.&#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/uma-casa-cheia-pautada-pela-discussao-interesse-e-atualizacao-cientifica/">“Uma casa cheia” pautada pela discussão, interesse e atualização científica</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Peniche recebeu as 12.<sup>as </sup>Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul que decorreram de 2 a 4 de março. Sob a presidência do <strong>Dr. João Jácome de Castro</strong>, o encontro chegou ao fim com um balanço positivo. Veja a entrevista do representante à My Obesidade sobre números, temas e balanço final.</p>
<p><iframe loading="lazy" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ZI5J-u2UzbI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Um sucesso”, começa por descrever o Dr. João Jácome de Castro, realçando que ao longo dos três dias tiveram sempre “a casa cheia”. Neste sentido, defende que “não querem crescer mais, querem manter” e justifica a decisão: “Tivemos, mais de 400 inscritos, a sala sempre cheia de pessoas a conversas e a colocar dúvidas.”</p>
<p>Questionado sobre a aposta científica para a 12.ª edição, o presidente do encontro refere que cada vez mais realizam sessões com casos clínicos e de <em>televoter</em> em que misturam aspetos incontornáveis, discutidos todos os anos, com algumas novidades.</p>
<p>“Criámos um programa em que houvesse espaço e tempo para discutir”, reitera o Dr. João Jácome de Castro, concluindo que o encontro terminou e permaneceu “a sensação de que todos saíram mais preparados para tratar melhor os doentes”, remata.</p>
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		<title>“A vacinação é das formas mais importantes de prevenção da pessoa com diabetes”</title>
		<link>https://mediconews.pt/a-vacinacao-e-das-formas-mais-importantes-de-prevencao-da-pessoa-com-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 15:29:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As 12.as Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul decorreram entre 2 e 4 de março, em Peniche, e a marcar o segundo dia teve lugar uma sessão que contou com a comunicação do Dr. Pedro Carneiro de Melo, endocrinologista do Hospital Pedro Hispano. Veja as declarações do especialista, em vídeo,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As 12.<sup>as </sup>Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul decorreram entre 2 e 4 de março, em Peniche, e a marcar o segundo dia teve lugar uma sessão que contou com a comunicação do <strong>Dr. Pedro Carneiro de Melo</strong>, endocrinologista do Hospital Pedro Hispano. Veja as declarações do especialista, em vídeo, sobre uma “das formas mais importantes da prevenção”.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/i8aaM7XkABY" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>“A diabetes passa muito pela prevenção da própria da doença e das complicações”, partilha o Dr. Pedro Carneiro de Melo, reiterando que “a vacinação é das formas mais importantes de prevenção que tem tido dados extraordinários a vários níveis”.</p>
<p>No entanto, defende que “tem de ser lembrada no dia a dia”, uma vez que “é uma forma de se proteger os doentes, existindo, atualmente, um conjunto de soluções interessantes”. Assim, a vacinação não protege apenas a pessoa que é vacinada, mas a comunidade”, explica o endocrinologista.</p>
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		<title>Consciencialização, comparticipação e equidade: os pilares para um futuro menos pesado</title>
		<link>https://mediconews.pt/consciencializacao-comparticipacao-e-equidade-os-pilares-para-um-futuro-menos-pesado-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 15:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Tratamento farmacológico da obesidade: presente e futuro” foi o tema apresentado pelo Prof. Doutor José Silva Nunes, nas 12.as Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul, que decorreram entre 2 e 4 de março. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade (SPEO) abordou a temática, alertando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Tratamento farmacológico da obesidade: presente e futuro” foi o tema apresentado pelo <strong>Prof. Doutor José Silva Nunes</strong>, nas 12.<sup>as</sup> Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Sul, que decorreram entre 2 e 4 de março. Em entrevista, o presidente da Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade (SPEO) abordou a temática, alertando para o problema. Veja o vídeo.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Luw-2TRx9HE" width="560" height="315" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="YouTube video player" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o presente, o Prof. Doutor José Silva Nunes refere que existem “formas eficazes de tratar a obesidade”, no entanto, defende que, “para tratar, primeiro é preciso reconhecer que a obesidade é uma doença” e que, por isso, “merece um tratamento que passa obrigatoriamente por uma intervenção dos estilos de vida – alimentação e exercício físico – só que em muitas situações não é suficiente”, explica.</p>
<p>Desta forma, declara que “é extremamente importante a ajuda medicamentosa” e acrescenta, todavia, que, em Portugal, os fármacos não são comparticipados. “Ou seja, não é promovida a equidade no acesso aos [tratamentos de obesidade], o que é um contrassenso porque a obesidade é mais prevalente nas classes sociais mais desfavorecidas”, afirma, &nbsp;</p>
<p>Como ponto final, o Prof. Doutor José Silva Nunes partilha que “a SPEO está a trabalhar em conjunto com a Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) e com a ADEXO junto dos decisores políticos para que no futuro próximo se consiga contrariar essa situação”, conclui.</p>
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