Rastreio do cancro da próstata em Portugal: conhecimentos, práticas e atitudes dos médicos de família e dos urologistas

Raquel Braga

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Opinião

Rastreio do cancro da próstata em Portugal: conhecimentos, práticas e atitudes dos médicos de família e dos urologistas

Num artigo de opinião, a médica de Medicina Geral e Familiar (MGF) Raquel Braga, da Unidade Local de Saúde (ULS) de Matosinhos, analisa a complexidade do rastreio do cancro da próstata em Portugal, tendo como ponto de partida os resultados do recente estudo Prostate Cancer Screening: Knowledge, Attitudes, and Practices by Medical Doctors in Portugal, do qual faz parte. A autora explica como a mudança de paradigma internacional, que se afasta do rastreio cego para privilegiar a decisão partilhada e o risco individual, tem impactado a prática clínica, revelando assimetrias de conhecimentos e atitudes entre médicos de MGF e urologistas. Colocando a comunicação clínica no centro do processo, a médica reflete sobre os desafios de alinhar as novas orientações europeias com a realidade nacional, sublinhando que a melhor decisão resultará sempre do encontro entre a evidência científica, a experiência do profissional e os valores do doente.

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