Preservação de órgão no carcinoma da bexiga

Pedro Chinita

Opinião

Preservação de órgão no carcinoma da bexiga

A preservação de órgão no tratamento do cancro da bexiga surge hoje como uma alternativa sólida e validada à cirurgia radical. Num artigo de opinião assinado por Pedro Chinita, coordenador da Unidade de Radio-Oncologia do Hospital Lusíadas Amadora, o especialista analisa as evidências associadas à terapêutica trimodal. Através de uma revisão de dados de sobrevivência e critérios de seleção, o autor defende que o futuro da Oncologia passará pela personalização molecular e pela imunoterapia, tornando a cistectomia radical uma exceção reservada a casos específicos.

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