Gestão do hipotiroidismo: o que o médico de MGF deve monitorizar além do défice hormonal

Especial Tiroide

Gestão do hipotiroidismo: o que o médico de MGF deve monitorizar além do défice hormonal

A tiroidite de Hashimoto, também designada por tiroidite autoimune crónica, carateriza-se pela presença de anticorpos antitiroideus que promovem a destruição progressiva das células da tiroide. Mais prevalente no sexo feminino, esta condição resulta de uma complexa interação entre suscetibilidade genética e fatores ambientais — como o excesso ou défice de iodo, o consumo de fármacos e a exposição a toxinas. A propósito do projeto Especial Tiroide, Luís Gadelho, interno de formação especializada em Endocrinologia e Nutrição na Unidade Local de Saúde de Gaia-Espinho, explicou os mecanismos da doença, a importância do diagnóstico etiológico através de anticorpos e os critérios de monitorização. Veja a infografia que resume o essencial.

 

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