Entre o algoritmo e o doente, a inteligência artificial na prática clínica

MN joão poças

João Francisco Poças

Opinião

Entre o algoritmo e o doente, a inteligência artificial na prática clínica

A inteligência artificial (IA) já não é uma promessa futura na Medicina Geral e Familiar: é uma realidade presente que promete libertar tempo burocrático para o devolver aos doentes. Num artigo de opinião, João Francisco Poças, interno de formação específica em MGF na USF Cedofeita, reflete sobre a experiência com assistentes de documentação e chatbots clínicos, alertando para os riscos da delegação do raciocínio e da perda de privacidade. O médico defende que o verdadeiro desafio da IA não é competir com a tecnologia, mas usá-la como ferramenta sem abdicar da capacidade de pensar, escutar e decidir. Leia o artigo.

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