Diagnóstico precoce e escuta ativa são chave no acompanhamento das cefaleias

Rodrigo Costa

Especial Enxaqueca

Diagnóstico precoce e escuta ativa são chave no acompanhamento das cefaleias

“Uma anamnese cuidada e ouvir o nosso doente acaba por ser o mais importante. É daqui que tiramos a maior parte das informações e não dos exames. O diagnóstico atempado permite uma orientação adequada, diminuindo muito o impacto destas doenças ao longo da vida”. Estas são palavras de Rodrigo Costa, neurologista na ULS São João, após participar na sessão “Atualizações Flash – Cefaleias” nas VIII Jornadas Multidisciplinares de Medicina Geral e Familiar (MGF). O evento que se propõe a oferecer uma ação formativa diversificada, abordou tratamentos eficazes e diagnóstico precoce, elementos fundamentais para diminuir o impacto da doença ao longo da vida do doente. Conheça outras mensagens chave na entrevista realizada para o projeto especial Enxaqueca.

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