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	<title>Arquivo de Otoneurologia - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 01 Oct 2024 10:43:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Otoneurologia - Médico News</title>
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	<item>
		<title>Realizado o primeiro rastreio a nível nacional de vertigem e perturbações de equilíbrio</title>
		<link>https://mediconews.pt/realizado-o-primeiro-rastreio-a-nivel-nacional-de-vertigem-e-perturbacoes-de-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 10:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 14 a 22 de setembro tomou lugar a Semana do Equilíbrio e da Vertigem, um evento mundial que une as diferentes comunidades em torno das patologias otoneurológicas. A Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) associou-se à causa com diferentes iniciativas, entre as quais a promoção do primeiro rastreio nacional de vertigem e perturbações de equilíbrio. Veja o depoimento de balanço da presidente <strong>Sandra Costa</strong>.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sandra Costa salienta que pela primeira vez foi realizado um rastreio a nível nacional de vertigem e perturbações de equilíbrio e que &#8220;foi fantástico sentir à aderência dos vários centros públicos e privados ao longo do país&#8221;.</p>
<p>A presidente da APO refere que o rastreio foi uma oportunidade pioneira de recolher dados em Portugal e que em breve serão apresentados os resultados.</p>
<p>A juntar ao rastreio, a APO desenvolveu um videocast sobre doença de Ménière e enxaqueca vestibular, dirigido aos profissionais de Saúde, que contou com a moderação de Sandra Costa e com a participação Maria Manuel Henriques e Ângela Rêgo, num debate sobre o diagnóstico, a terapêutica e a reabilitação.</p>
<p style="text-align: center;">
<iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/veS21khvsrs?si=1UIPu3SGly-EbCRG" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen=""></iframe></p>
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		<item>
		<title>“A APO tem de chegar às pessoas de forma diferenciada com bases científicas de excelência”</title>
		<link>https://mediconews.pt/a-apo-tem-de-chegar-as-pessoas-de-forma-diferenciada-com-bases-cientificas-de-excelencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Freitas-Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 12:41:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Otorrinolaringologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A <b style="mso-bidi-font-weight: normal;">Dr.ª Sandra Costa</b> é a nova presidente da Associação Portuguesa de Otoneurologia. A especialista partilhou, em entrevista, os principais objetivos do mandato e o percurso que a direção pretende desenhar para a especialidade em Portugal. Veja o vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">“Assumir a presidência da APO é o culminar de um trabalho e de um gosto desenvolvidos durante anos. Dediquei-me à Otoneurologia desde a minha formação, e sinto-me grata por poder contribuir para a especialidade em Portugal”, exprime a Dr.ª Sandra Costa.</p>
<p class="MsoNormal">Partilha que este mandato pretende dar continuidade no capítulo científico e nos princípios basilares das anteriores direções, adicionada a uma transformação digital que possibilita chegar às pessoas de uma forma distintiva, sobretudo aos mais jovens, e com iniciativas próprias para expandir a especialidade.</p>
<p class="MsoNormal">A Dr.ª Sandra Costa assume o compromisso de desenvolver uma APO agregadora, sem elitismos, com mais-valias claras para os sócios, com forte componente de formação, de forma a aproximar gerações, e que tal se traduza na partilha de um &#8220;deslumbre&#8221; pela especialidade e, consequentemente, permitir um melhor serviço ao doente.</p>
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		<item>
		<title>Surdez: a importância da reabilitação precoce</title>
		<link>https://mediconews.pt/surdez-a-importancia-da-reabilitacao-precoce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;<strong>Prof. Doutor Nuno Trigueiros</strong>, presidente da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO), deixa a sua opinião sobre a surdez. Neste artigo, o especialista apresenta as diferentes categorias que definem a patologia, as causas e particularidades e, ainda, o papel da intervenção precoce no sucesso do tratamento e gestão da doença.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Surdez ou hipoacusia é o termo genérico para designar a diminuição da audição.&nbsp;A grande maioria das causas de surdez estão relacionadas com alterações do ouvido, sendo raras as devidas a lesão central (cerebral). A surdez de transmissão origina-se no ouvido externo ou médio. A surdez neurossensorial (que também se denomina surdez de perceção) origina-se essencialmente no ouvido interno. Em ambas as categorias existem causas genéticas e adquiridas.</p>
<p>As<strong>&nbsp;hipoacusias de transmissão</strong>&nbsp;são devidas a lesões do ouvido externo, por exemplo ouvido tapado por rolhão de cerúmen, e a lesões do ouvido médio como otites, perfurações da membrana timpânica, lesão da cadeia ossicular, etc..<br />O défice auditivo é geralmente moderado e afeta sobretudo a perceção dos sons graves e pouco intensos: entendemos mal a voz baixa ou sissiada.</p>
<p>A&nbsp;<strong>surdez neurossensorial</strong>&nbsp;(ou de perceção)&nbsp;é devida à disfunção do ouvido interno, geralmente por lesão das células ciliadas ou dos neurónios do nervo auditivo. Geralmente afeta mais as frequências agudas e provoca, para além de diminuição da audição, que pode atingir níveis severos ou profundos, dificuldade na discriminação da fala. Esta dificuldade de discriminação da fala começa por se notar em ambientes ruidosos, como festas, cafés, etc. mas acaba por provoca sérias dificuldades de comunicação levando ao isolamento do doente. O isolamento social provocado pela perda auditiva é um fator de risco para a demência.</p>
<p><strong>Surdez mista</strong><br />Uma surdez de transmissão e uma surdez neurossensorial podem estar presentes no mesmo ouvido, constituindo uma surdez mista: por exemplo uma patologia do ouvido médio como a otite média crónica pode, devido á difusão de toxinas bacterianas para o ouvido interno, provocando morte de células sensoriais, apresentando-se como uma surdez mista. Também a otosclerose (fixação do estribo) em estado avançado pode ter repercussões no ouvido interno, causando uma surdez mista.</p>
<p><strong>A SURDEZ UNILATERAL E A SURDEZ BILATERAL</strong></p>
<p>A hipoacusia pode afetar um só ouvido, surdez unilateral, ou os dois ouvidos de forma simétrica, surdez bilateral ou simétrica. Sendo bilateral, pode ser mais importante dum lado que do outro, chamando-se surdez bilateral assimétrica. As consequências sobre a perceção auditiva são diferentes: A surdez bilateral, obviamente é muito mais incapacitante que a unilateral.&nbsp;É a mesma situação da visão em que não se pode comparar um cego com um &#8220;mirolho&#8221;. No entanto uma surdez unilateral ou assimétrica obriga a uma investigação médica minuciosa pois poder ser devida a um tumor do nervo vestibulococlear chamado neurinoma (schwanoma) do acústico.</p>
<p><strong>A IDADE DE INÍCIO DA SURDEZ</strong></p>
<p>Nos países ocidentais, a percentagem da população com perda auditiva é de 7 a 8 %.</p>
<p>A surdez pode desenvolver-se de múltiplas formas ao longo do tempo. Pode instalar-se de forma súbita ou progressiva e pode ser estável ou flutuante.</p>
<p>A idade de aparecimento da surdez é um aspeto muito importante. Nas crianças, as repercussões da surdez são muito diferentes se esta surgir antes ou depois da aquisição da linguagem. Portanto, a idade de aparecimento da surdez é um aspeto muito relevante. Por outro lado, uma surdez detetada pouco após a sua instalação tem melhor prognóstico que uma surdez antiga.<br />Cada vez mais países estão desenvolvendo programas de deteção precoce de surdez nos recém-nascidos e campanhas de prevenção para a restante população.</p>
<p><strong>CAUSAS DE SURDEZ: GENÉTICAS e ADQUIRIDAS</strong></p>
<p>A surdez pode ser de origem genética ou ser adquirida durante a vida pós-natal pela exposição a traumatismo acústico, infeção, substâncias ototóxicas, envelhecimento, etc.. Mas também pode ser devida a alterações adquiridas sobre uma predisposição genética. Cada indivíduo tem suscetibilidade diferente face às diferentes agressões (infeção ou o traumatismo acústico, etc.).</p>
<p><strong>Surdez severa ou profunda ao nascimento</strong></p>
<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em cada 1000 nascimentos diagnosticam-se 1 a 1,5 casos de surdez severa ou profunda, e este número eleva-se a 3% se forem incluídos casos de surdez moderada e aos 5% se forem incluídos todos os casos de hipoacusia.<br />Três quartos dos casos de surdez ao nascimento são de causa genética. O outro quarto é adquirido durante a gravidez ou no período perinatal (infeções víricas, isquemia, etc.).</p>
<p><strong>Surdez na criança</strong></p>
<p>A maioria dos casos de surdez são devidos a problemas do ouvido médio (OM) como a otite média com efusão ou seromucosa e a otite crónica.<br />&nbsp;A percentagem de casos de hipoacusia de causa genética reduz-se para aproximadamente 10%.</p>
<p><strong>Surdez no adulto</strong></p>
<p>Os fatores que causam surdez no adulto estão a aumentar e representam, na atualidade, a grande maioria dos casos de surdez.&nbsp;As otites médias crónicas só são responsáveis por 20% dos casos, algo menos que a doença da Meniére, que também atinge o sistema vestibular (vertigem). O traumatismo acústico causado pela sobre-exposição sonora, ocupa hoje o primeiro lugar dos fatores responsáveis pela surdez… e a sua importância só pode aumentar.&nbsp;Outras causas são as substâncias ototóxicos e a surdez súbita.</p>
<p>A surdez de origem genética só é responsável por uma pequena percentagem do total, mas deve-se assinalar que em muitos casos (trauma acústico, ototoxicidade, Meniére…) é provável que existam componentes genéticos que predisponham para estas surdezes adquiridas.</p>
<p>A presbiacusia é o envelhecimento “natural” da audição que se inicia pela 5ª década de vida e vai progredindo com a idade. É preciso ter em atenção que a presbiacusia não é independente da surdez adquirida. O envelhecimento &#8220;natural&#8221; pode estar acelerado devido ao somatório de todas lesões acumuladas ao longo dos anos. Por exemplo a exposição excessiva a ruídos demasiado intensos ou traumáticos (ex. concertos, hearphones, etc.) e a substâncias ototóxicas (ex. alguns antibióticos e diuréticos) podem ser responsável por uma presbiacusia precoce: pode ter-se 50 anos e ter ouvidos de 90 anos.</p>
<p><strong>TRATAMENTO</strong></p>
<p>Em todas as situações de surdez, independentemente da sua causa e da idade, é fundamental proceder a um rigoroso e diligente estudo clínico, com o objetivo de chegar a um diagnóstico que permita o tratamento etiológico, médico ou cirúrgico, da sua causa e a recuperação da audição, o mais precocemente possível.</p>
<p>Um tratamento só é eficaz se for corretamente aplicado. O tratamento tem que ter em conta os meios utilizados, a aceitação pelo doente e a sua família e o acompanhamento por uma equipa médica multidisciplinar (otorrinolaringologista, audiologista e terapeuta de fala). Um dos fundamentos do sucesso da reabilitação auditiva é a precocidade da intervenção<strong>.</strong></p>
<p><strong>INTERVENÇÃO PRECOCE</strong></p>
<p>Nos lactentes e crianças, a privação parcial ou completa da audição tem repercussões sistemáticas sobre o desenvolvimento da linguagem oral. A integridade da função auditiva é fundamental para o desenvolvimento da comunicação oral. Só a imersão no mundo sonoro permite ao lactente desenvolver as suas capacidades fonológicas, léxicas e sintáticas, e aceder a uma ou mais línguas orais.</p>
<p>Nos adultos, perante uma diminuição progressiva da audição (presbiacusia, por exemplo), é importante não demorar demasiado tempo a iniciar a intervenção médica. É necessário que a intervenção seja realizada no período que precede o agravamento acelerado do problema auditivo, para atenuar tanto quanto seja possível os seus efeitos. Mesmo quando não se possa curar, pode-se compensar a hipoacusia. A reabilitação instrumental pode ser feita por meio de próteses auditivas externas ou implantadas e a reabilitação funcional é desenvolvida com a ajuda de terapeutas de fala.</p>
<p><strong>INDICAÇÕES E PRESCRIÇÕES MÉDICAS</strong></p>
<p>Em função de cada caso de hipoacusia, a equipa médica especializada pode escolher entre próteses convencionais (condução aérea), próteses de condução óssea, implantes de ouvido médio (amplificação mecânica) ou implantes cocleares (estimulação elétrica).</p>
<p><strong>O otorrinolaringologista</strong></p>
<p>O diagnóstico da surdez é realizado pelo otorrinolaringologista, após realizar um exame clínico geral e do ouvido, e realizar no mínimo um audiograma. Assim, a prescrição duma prótese auditiva só é válida se for realizada por este especialista, não estando habilitados outros técnicos de saúde a fazê-lo. Após realizar o diagnóstico da surdez deve-se determinar a etiologia. A observação do audiograma do doente pode conduzir à realização de exames complementares (impedâncimetria, potenciais evocados auditivos, TAC, ressonância magnética, etc). Concluído o estudo clínico, deverá ser proposta ao paciente a solução que esteja melhor adaptada ao seu problema. Este tratamento poderá ser cirúrgico, médico ou envolver o uso de próteses auditivas. A decisão terapêutica deve ser feita sempre com o consentimento do doente após lhe terem sido explicadas as diferentes possibilidades e as suas vantagens e inconvenientes.</p>
<p><strong>O audiologista</strong></p>
<p>No caso do otorrinolaringologista ter prescrito próteses auditivas, o doente deve ser enviado ao audiologista. Numa primeira etapa, ele deve completar a avaliação da audição através de testes específicos com uma finalidade protética. Numa segunda etapa, o seu papel será o de escolher, adaptar e colocar uma prótese auditiva. Para isto, deverá avaliar e controlar os benefícios da prótese e participar ativamente na reabilitação protética. Deve ser obrigatório um período de teste do equipamento escolhido antes da sua aquisição definitiva. Finalmente, o audiologista deve garantir o seguimento, o controlo das próteses e a performance auditiva do paciente, trabalhando em conjunto com o médico que as prescreveu e, no caso de ser necessário, com a ajuda dum terapeuta de fala.</p>
<p><strong>O terapeuta de fala</strong></p>
<p>O terapeuta de fala, como perito em comunicação oral, tem a capacidade de reabilitar o individuo surdo profundo usando as técnicas necessárias para que possa compreender corretamente a linguagem. Conseguir ouvir não é suficiente: a compreensão da mensagem sonora pode tornar-se difícil quando os pacientes são privados da audição durante um período longo. &nbsp;O som enviado pelas próteses auditivas pode, em certos casos, não ser suficiente para a compreensão cabal da linguagem oral. De facto, esta mensagem sonora pode parecer ruído. A linguagem é constituída por sinais linguísticos que ligam conceitos a imagens acústicas e é sobre estes pontos que o terapeuta de fala trabalha para permitir ao surdo a compreensão do mundo sonoro. Em alguns casos, é necessário reforçar a aprendizagem através da leitura labial.</p>
<p><strong>LIMITES</strong></p>
<p>Uma prótese auditiva não consegue restituir o funcionamento perfeito do órgão sensorial; o melhor que se consegue é otimizar a função auditiva remanente. Quanto menor for o resíduo da função auditiva original, menos satisfatória será a performance da prótese auditiva. No entanto, apesar da existência de microfones direcionais e de numerosos algoritmos de tratamento do sinal acústico, a compreensão da palavra num ambiente ruidoso é sempre limitada.</p>
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		<title>“O objetivo da APO é a formação”</title>
		<link>https://mediconews.pt/o-objetivo-da-apo-e-a-formacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A afirmação é do&#160;<strong>Prof. Doutor Nuno Trigueiros</strong>, no âmbito da conferência promovida no Dia da Vertigem, no Hotel Villa Batalha. O presidente da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) partilhou com a My Otorrino o seu balanço do evento, e ainda a importância do mesmo na formação de internos da especialidade.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Este evento é fundamental na ação da APO, no sentido de dar continuidade à formação de qualidade dos nossos internos, para que consigam tratar o melhor possível os nossos doentes”, sublinha o Prof. Doutor Nuno Trigueiros.</p>
<p>Este Dia da Vertigem foi, claro, marcado pela&nbsp;<em>masterclass&nbsp;</em>dada pelo Prof. Doutor Herman Kingma, que mais uma vez viajou até Portugal para transmitir o seu conhecimento na área das doenças vestibulares. “É um dos principais vestibulogistas mundiais, com uma capacidade pedagógica excecional”, elogia o Prof. Doutor Nuno Trigueiros. Afirma que, desta forma, a plateia absorve o conhecimento de forma eficaz, dada a simplicidade de discurso do especialista holandês, que considera um “amigo profundo de Portugal.”</p>
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		<title>Dia Mundial da Audição: “Pretendemos alertar para a necessidade de identificar precocemente os problemas auditivos”</title>
		<link>https://mediconews.pt/dia-mundial-da-audicao-pretendemos-alertar-para-a-necessidade-de-identificar-precocemente-os-problemas-auditivos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Audição, marcado a 3 de março, a Médico News esteve à conversa com a&#160;<strong>Dr.ª Luísa Monteiro</strong>, coordenadora da Unidade de Otorrinolaringologia do Hospital Lusíadas Lisboa, sobre a importância desta efeméride. Um dos grandes objetivos é, segundo a especialista, “alertar para a necessidade de identificar precocemente os problemas auditivos de modo a que as pessoas com dificuldades possam ser alvo de programas de reabilitação adequados”.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Cuidados auditivos para todos” é o lema deste ano, perante o qual a Dr.ª Luísa Monteiro explica que, em Portugal, depois da faixa etária da primeira infância os cuidados deixam de ser tão sistemáticos. “Todas as crianças são alvo de rastreio auditivo antes da alta da maternidade e são encaminhadas para centros de referência para serem reabilitadas através de próteses auditivas ou implantes cocleares”, porém, também “em idade pré-escolar deveriam ser sujeitas a um rastreio auditivo, algo que ainda não está implementado”. É, depois, na terceira idade que o problema se acentua, frisa a médica, sendo que é quando “a falta de um programa estruturado de saúde auditiva se faz sentir mais”.</p>
<p>“É muitas vezes aceite como inevitável o declínio auditivo associado à idade; quer as famílias quer os profissionais de saúde ignoram o papel deletério que a perda auditiva tem na qualidade de vida dos idosos, o contributo para o isolamento na família e na comunidade, para o declínio cognitivo, para a depressão e a demência. Neste grupo etário o poder de compra é por vezes menor e a capacidade económica de aquisição de próteses auditivas pode ser uma limitação à reabilitação nestas idades”, faz notar a especialista.</p>
<p>Por isto, um dos objetivos de marcar esta efeméride é alertar as entidades de saúde “para a necessidade de identificar precocemente os problemas auditivos de modo a que as pessoas com dificuldades possam ser alvo de programas de reabilitação adequados que lhes permitam comunicar e integrar-se na sociedade, evitando, por exemplo, o isolamento e o declínio cognitivo dos idosos”, sustenta a Dr.ª Luísa Monteiro. Além disso, é também de extrema importância chamar a atenção do público “para a importância de preservar ao longo da vida o património auditivo que a maioria de nós possui ao nascer”, realça.</p>
<p>No país, a Dr.ª Luísa Monteiro enumera os principais problemas auditivos ou doenças associadas à audição como, na infância, a surdez de causa genética, a surdez associada à grande prematuridade e a infeção congénita pelo citomegalovírus, “que representa atualmente uma parte importante dos casos de surdez infantil”, “as infeções graves dos ouvidos e as suas sequelas também podem resultar em perdas de audição importantes”, a exposição ao ruído em contexto laboral ou a música muito alta, e o envelhecimento associado a doenças metabólicas e a alguma predisposição familiar.</p>
<p>Partindo deste contexto, a médica conta que há muitas pessoas com deficiência auditiva não tratadas: “Deveríamos ter um programa nacional de cuidados auditivos, conforme reconhecido pela Organização Mundial de Saúde”.</p>
<p>“Como para outros problemas de saúde, há necessidade de alocar meios para reabilitar sobretudo as populações mais frágeis; de valorizar a importância de proporcionar adequados meios de comunicação aos adultos e idosos que não são muitas vezes referenciados às consultas de Otorrinolaringologia e aos cuidados integrados de Audiologia para diagnóstico, tratamento e reabilitação”, alerta.</p>
<p>É nesta época de pandemia que, com o uso generalizado de máscaras, se torna “ainda mais urgente proporcionar amplificação acústica ou tratamento médico e ou cirúrgico das patologias auditivas: pessoas portadoras de&nbsp;<em>deficit</em>&nbsp;auditivo deixam de poder apoiar-se na leitura de fala e vêm aumentadas as suas dificuldades de comunicação”, reforça a Dr.ª Luísa Monteiro, considerando que “cada ano em que nada se faz, representa um crescimento do número de cidadãos deixados para trás”.</p>
<p>O rastreio auditivo logo nos recém-nascidos é, de acordo com a especialista, “a grande oportunidade da vida das crianças com surdez de qualquer grau e tipo, para alcançarem a total integração familiar, escolar e social”. Isto porque, “no período neonatal é uma prática com grande relação de custo-eficiência: permite identificar muito precocemente as crianças que necessitam reabilitação auditiva a iniciar no período de maior plasticidade e desenvolvimento do Sistema Nervoso Central”.</p>
<p>Estes implantes são aparelhos que, sob o ponto de vista técnico, a Dr.ª Luísa Monteiro explica terem “evoluído muito”. “As suas indicações são cada vez mais alargadas, para graus de surdez menos graves. No entanto existe reconhecidamente um&nbsp;<em>gap</em>&nbsp;enorme entre o número de pessoas que necessitam de um implante e as que efetivamente recebem um”, contrapõe.</p>
<p>A evolução consiste, assim, como explica a médica de Otorrorrinolaringologia, “na educação das populações e dos profissionais e na implementação de programas que permitam o acesso das pessoas a esta tecnologia”.</p>
<p>Por fim, a Dr.ª Luísa Monteiro deixa o apelo: “É necessário abastecer os centros de implantes com unidades em quantidade e profissionais em número para selecionar, implantar e seguir os pacientes ao longo da vida. A cirurgia de implantes está bem estandartizada e é segura. As equipas muitidisciplinares terão que estar envolvidas na seleção e no seguimento destes pacientes. Terá também de haver um apoio à aquisição de novos processadores a cada sete anos (parte externa) e a eventuais atualizações tecnológicos, bem como à substituição de cabos e outros componentes dispendiosos e sujeitos a desgaste diário.”</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/dia-mundial-da-audicao-pretendemos-alertar-para-a-necessidade-de-identificar-precocemente-os-problemas-auditivos/">Dia Mundial da Audição: “Pretendemos alertar para a necessidade de identificar precocemente os problemas auditivos”</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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		<title>Webinar da APO aborda a doença de Ménière e enxaqueca vestibular de forma multidisciplinar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 12 de novembro vai realizar-se mais um&#160;<em>webinar</em>&#160;da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) dedicado ao tema “Doença de Ménière e enxaqueca vestibular”. A&#160;<strong>Dr.ª Maria Manuel Henriques</strong>, membro da direção da APO, explica à Médico News que estamos na “altura certa” para “esta abordagem multidisciplinar”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para compensar o facto de o seu Congresso anual ter sido adiado para 2021, a APO decidiu realizar alguns&nbsp;<em>webinars</em>&nbsp;com os temas que iam ser discutidos no evento. Esta é já a segunda sessão e aborda “Doença de Ménière e enxaqueca vestibular”, sendo que “os tópicos vão do diagnóstico à terapêutica com particular referência às semelhanças e diferenças entre ambas as patologias”, como esclarece a Dr.ª Maria Manuel Henriques.</p>
<p>A APO sentiu necessidade de discutir estes temas em 2020, uma vez que “apesar de já terem ido abordados noutras ocasiões de forma individual, continuam a ser extremamente atuais”.</p>
<p>“Parece-nos a altura certa para fazermos esta abordagem multidisciplinar”, sublinha a médica.</p>
<p>Este&nbsp;<em>webinar</em>&nbsp;é dirigido a otorrinolaringologistas, neurologistas, médicos de Medicina Geral e Familiar e audiologistas, e vai contar com a presença da Dr.ª Maria Manuel Henriques, otorrinolaringologista do Hospital CUF Tejo e com o Dr. Paulo Coelho, neurologista do Hospital Pedro Hispano, como oradores, e vai ser moderado pelo Prof. Doutor Nuno Trigueiros, presidente da APO.</p>
<p>A Dr.ª Maria Manuel Henriques reforça ainda que os objetivos que para o Congresso físico “se mantêm, esperando contribuir não só para a formação de colegas mais novos” da especialidade, “assim como fomentar a partilha de conhecimentos”.</p>
<p>“Espero que este&nbsp;<em>webinar</em>&nbsp;seja uma mais valia para o diagnóstico e tratamento destas patologias que são tão frequentes na comunidade, contribuindo desta forma para a melhoria da qualidade de vida dos nossos doentes”, conclui.</p>
<p>Pode inscrever-se no&nbsp;<em>webinar</em>&nbsp;<a href="https://bit.ly/WEBINAR_APO_12NOV2020" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Webinar colocar em discussão “A vertigem, o médico e o doente”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entrada numa nova normalidade será o foco do<em>&#160;webinar</em>&#160;“A vertigem, o médico e o doente: nova realidade, o mesmo foco”, promovido pela Mylan e dedicado à problemática da vertigem, que contará com cinco membros da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO). Tendo em conta os seus diferentes contextos hospitalares e realidades, os especialistas vão partilhar as suas experiências e aquela que, a seu ver, é a forma mais adequada de acompanhar estes doentes. O<em>&#160;webinar</em>&#160;acontece já no próximo dia 3 de junho, às 21h30.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe-se que a vertigem é um sintoma da ocorrência de perturbações no equilíbrio, podendo ser incapacitante e ter um impacto significativo no dia a dia normal do doente. Para um correto diagnóstico, é necessário obter-se a história clínica detalhada do doente, realizarem-se exames otoneurológicos, e em alguns casos, exames audiovestibulométricos. Todos estes procedimentos, bem como alguns dos tratamentos têm de ser feitos em consulta ou por iniciativa do doente através da modificação do estilo de vida e hábitos alimentares.</p>
<p>Nesse sentido, face ao contexto de pandemia que o país atravessa, como é que estes doentes estão a ser acompanhados? Será a teleconsulta um bom aliado no seguimento destas pessoas? Como ajudar o doente a ultrapassar o medo de ir à consulta, de fazer os exames necessários ao diagnóstico/seguimento ou de simplesmente de voltar a fazer reabilitação vestibular?</p>
<p>O&nbsp;<em>webinar</em>&nbsp;irá responder a estas e outras questões e contará com a participação do Prof. Doutor Nuno Trigueiros, presidente da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO), da Dr.ª Sandra Costa, vice-presidente da APO, do Prof. Doutor Pedro Marques, do Centro Hospitalar Universitário São João do Porto, da Dr.ª Maria Manuela Henriques, do Hospital CUF Infante Santo, Lisboa, e da Dr.ª Rosa Castillo, do Hospital da Luz Setúbal.</p>
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		<title>Dia da Vertigem: as opiniões dos participantes da Masterclass promovida pela APO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO) convidou o Prof. Doutor Herman Kingma, da Universidade de Maastricht, Holanda, para a <em>Masterclass</em> “<em>Update in management of patients with vestibular disorders</em>”. A Médico News desafiou alguns dos formandos a partilhar a sua opinião relativamente a esta iniciativa. Veja o vídeo com os depoimentos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os formandos estiveram atentos e participaram ativamente na componente prática do evento. Alguns dos otorrinolaringologistas presentes deram a sua opinião à Médico News.</p>
<p>Veja no vídeo as opiniões de Dr.ª Catarina Rato, interna de formação específica do 3.º ano do Hospital Pedro Hispano, Matosinhos, Dr.ª Anita Cunha, otorrinolaringologista do Hospital da Guarda, ULS da Guarda, Dr. Marco Meneses, médico interno no Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, Lisboa, Dr.ª Filipa Moreira, otorrinolaringologista no Hospital de Braga, e Dr. Henrique Teixeira, interno de Otorrinolaringologia no Hospital Garcia de Orta.</p>
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		<title>Masterclass dedicada à vertigem pode “marcar a diferença no futuro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A <em>Masterclass</em> “<em>Update in management of patients with vestibular disorders</em>”, organizada no passado dia 7 de abril pela Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO), foi ministrada pelo <strong>Prof. Doutor Herman Kingma</strong>, professor de Vestibulogia clínica no departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia da Cabeça e Pescoço da Universidade de Maastricht, Holanda. Veja o vídeo da entrevista, na qual o especialista comenta a importância deste tipo de iniciativas para a prática clínica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo de um dia inteiro, o especialista cativou os participantes com as temáticas apresentadas e igualmente com a componente prática. “Estas m<em>asterclasses</em> são importantes, especialmente para os mais jovens, para marcarem a diferença no futuro”, apontou o Prof. Doutor Herman Kingma durante a entrevista que concedeu à Médico News.</p>
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		<title>Dia da Vertigem: aposta na componente prática garante sucesso de mais uma edição da Masterclass da APO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2018 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Otoneurologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A <strong>Dr.ª Conceição Monteiro</strong>, presidente da Associação Portuguesa de Otoneurologia (APO), sublinha o entusiasmo dos participantes da <em>Masterclass</em> dedicada à vertigem. Com uma componente prática muito marcada, esta ação decorreu no passado dia 7 de abril, no Vimeiro. Assista ao vídeo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Foi uma reunião que excedeu todas as nossas expectativas e, este ano, tivemos uma componente mais prática. Todas as palestras proferidas pelo Prof. Doutor Herman Kingma foram excecionais”, refere a presidente da APO, em entrevista à Médico News.</p>
<p>A especialista assinala ainda a participação registada na iniciativa, frisando que os formandos fizeram todas as provas, “desde os testes de cabeceira até às provas de diagnóstico da VPPB. Houve muito treino e é o que as pessoas mais precisam, portanto perceberem como realizamos essas técnicas no dia a dia, até porque se o exame do doente for sistematizado, facilita o diagnóstico”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/dia-da-vertigem-aposta-na-componente-pratica-garante-sucesso-de-mais-uma-edicao-da-masterclass-da-apo/">Dia da Vertigem: aposta na componente prática garante sucesso de mais uma edição da Masterclass da APO</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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