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	<title>Arquivo de Oftalmologia - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Feb 2026 15:00:22 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Oftalmologia - Médico News</title>
	<link>https://mediconews.pt/category/oftalmologia/</link>
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	<item>
		<title>Doença de von Hippel–Lindau: diagnóstico precoce é determinante no prognóstico visual</title>
		<link>https://mediconews.pt/doenca-de-von-hippel-lindau-diagnostico-precoce-e-determinante-no-prognostico-visual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 08:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doença de von Hippel–Lindau (VHL) é uma patologia genética rara associada ao desenvolvimento de tumores vasculares no sistema nervoso central, rim e glândulas suprarrenais. Em entrevista à News Farma a propósito do Dia Mundial das Doenças Raras, <strong>Diogo Cabral</strong>, assistente hospitalar de Oftalmologia no Hospital Garcia de Orta, da ULS Almada-Seixal, alerta que a identificação precoce é decisiva para melhorar o prognóstico e preservar a qualidade de vida dos utentes. Assista às declarações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o oftalmologista, os hemangioblastomas capilares da retina podem ser a primeira manifestação da síndrome. Em cerca de 20% dos casos não existe história familiar, por se tratarem de mutações de novo, o que obriga a um elevado índice de suspeição clínica. A Oftalmologia assume, pois, um papel central, uma vez que permite observar, de forma não invasiva, estruturas do sistema nervoso central através do exame do fundo ocular.</p>
<p>Os tumores podem ser assintomáticos quando periféricos ou provocar diminuição visual se localizados junto à mácula ou ao nervo ótico. O especialista sublinha que queixas visuais persistentes devem motivar observação urgente.</p>
<p>Os avanços terapêuticos recentes alteraram o paradigma, com fármacos dirigidos capazes de reduzir rapidamente o volume tumoral, permitindo posterior abordagem ablativa mais segura. Neste âmbito, Diogo Cabral realça o carácter pioneiro da ULS Almada-Seixal a nível europeu, com autorização especial para a utilização precoce desta medicação em contexto oftalmológico, tratando casos complexos de forma célere.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova liderança da SPO destaca os objetivos e desafios para o mandato</title>
		<link>https://mediconews.pt/nova-lideranca-da-spo-destaca-os-objetivos-e-desafios-para-o-mandato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 10:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Pedro Menéres</strong> foi eleito presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO), assumindo então a liderança da SPO para o biénio 2025-2026. Numa entrevista à News Farma, o especialista reflete sobre as expectativas e os objetivos que tem para este mandato, explicando ainda quais os maiores desafios sentidos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Menéres aponta inicialmente que a SPO “é uma das sociedades científicas mais relevantes de todo o país, é uma sociedade relevante na sua dimensão, com mais de 1000 sócios”.</p>
<p>Quanto aos objetivos que tem para este mandato, o atual presidente da SPO garante que o principal é cumprir o programa eleitoral, com base nas premissas que estão previstas na Lei de Estatutos. E, para isso, “o nosso programa tem várias alíneas no que diz respeito ao incentivo à formação, como o regulamento de reuniões científicas que já estão a decorrer, com outras sociedades, quer de outras especialidades do país quer de Oftalmologia de outros países”, acrescenta também.</p>
<p>Pedro Menéres aponta ainda que “a direção também reforçou, já para 2025, o montante para prémios, bolsas de doutoramento, portanto, em todos os nossos congressos vai haver prémios para os melhore posters, quando existem outro tipo de formatos, como vídeos”.</p>
<p>A SPO conta também com uma secção destinada apenas aos jovens oftalmologistas, a SPO Jovem, que “tem atividades próprias que se desenvolvem no âmbito da sociedade, portanto há reuniões que são específicas”. Ainda para incentivar a evolução dos jovens especialistas, o presidente da SPO garante que ao longo do ano vão existir cursos com simuladores cirúrgicos que vão permitir tratar da atividade clínica nos serviços.</p>
<p>Para concluir, o especialista, refere que os sócios da SPO têm a oportunidade de apresentarem os temas e os trabalhos que foram desenvolvidos pelos próprios, o que considera ser “uma oportunidade e um desafio para os sócios se juntarem a nós e tornarem a SPO forte nestes dois anos”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ULS Lezíria lidera implementação do PRISMA, plataforma digital inovadora para monitorização clínica</title>
		<link>https://mediconews.pt/uls-leziria-lidera-implementacao-do-prisma-plataforma-digital-inovadora-para-monitorizacao-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 10:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Unidade Local de Saúde (ULS) da Lezíria está a liderar a implementação do PRISMA, uma solução digital inovadora desenvolvida em colaboração com cinco ULS nacionais no âmbito da Agenda Mobilizadora Health from Portugal, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta plataforma permite uma monitorização estruturada do percurso clínico dos doentes, integrando dados essenciais como custos ao longo do ciclo de cuidados (<em>Patient-Level Costing</em>), registo clínico estruturado e medidas reportadas pelos próprios doentes – <em>Patient-Reported Outcome Measures</em> (PROMs) e <em>Patient-Reported Experience Measures</em> (PREMs). Com esta abordagem, o PRISMA promove uma visão mais integrada e centrada no utente.</p>
<p>A ULS Lezíria foi pioneira na implementação do sistema no serviço de Oftalmologia, dirigido por Cristina Amorim. Após a preparação da equipa em julho de 2024 e a formação em outubro, o sistema está agora a ser utilizado no registo estruturado de primeiras consultas, consultas pós-operatórias de cirurgia de cataratas e procedimentos cirúrgicos. O sucesso desta fase inicial resulta do empenho das equipas de oftalmologia, ortótica, tecnologias de informação e gestão de projetos.</p>
<p>Além de melhorar os cuidados prestados e gerar evidência científica, o PRISMA reforça a inovação na saúde, estando já em desenvolvimento funcionalidades para <em>benchmarking</em> entre instituições nacionais e internacionais, promovendo a melhoria contínua.</p>
<p>Com esta iniciativa, a ULS Lezíria afirma-se na vanguarda da digitalização da saúde em Portugal, demonstrando a capacidade de adoção de tecnologia para benefício de profissionais e utentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Retinopatia da prematuridade: “O mais importante de tudo é rastrear e depois tratar”</title>
		<link>https://mediconews.pt/retinopatia-da-prematuridade-o-mais-importante-de-tudo-e-rastrear-e-depois-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 11:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Susana Teixeira</strong>, especialista em Oftalmologia no Hospital da Luz, participou no 1.º Encontro Ibérico de Cirurgia de Estrabismo, um marco no campo da Oftalmologia que reuniu especialistas da Península Ibérica para debater avanços cirúrgicos em casos complexos de estrabismo. A especialista, que marcou presença no evento que decorreu em outubro, no Porto, partilhou as suas perspetivas em entrevista e esclareceu os temas debatidos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Susana Teixeira integrou uma mesa-redonda dedicada à retinopatia da prematuridade (ROP), onde abordou o tema da cirurgia vítreo-retiniana, apresentando soluções avançadas para esta condição. “Foi um encontro excelente e acredito que seja o primeiro de muitos”, afirmou, elogiando a qualidade científica e a troca de conhecimentos proporcionada pelo evento.</p>
<p>A especialista destacou ainda as mensagens-chave da sua apresentação, sublinhando a importância de abordagens personalizadas e inovadoras na cirurgia de casos complexos, dado o aumento da incidência da doença. “Tendo em conta que cada vez mais estamos a ter uma incidência aa retinopatia da prematuridade, o mais importante de tudo é rastrear e depois tratar”, afirmou.</p>
<p>Com um balanço positivo e expectativas para futuras edições, este 1.º Encontro Ibérico de Cirurgia de Estrabismo consolidou-se como um espaço essencial para a partilha de conhecimento e inovação na Oftalmologia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diabetes e saúde ocular: como prevenir a retinopatia diabética?</title>
		<link>https://mediconews.pt/diabetes-e-saude-ocular-como-prevenir-a-retinopatia-diabetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 11:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Cláudia Farinha</strong>, oftalmologista na ULS de Coimbra, enfatiza a importância do diagnóstico precoce e da prevenção, pois, em Portugal, cerca de 250 mil pessoas já convivem com RD, e muitas delas apresentam perda de visão significativa. Segundo a especialista, controlar a glicemia e manter exames oftalmológicos regulares são medidas essenciais para evitar a progressão da doença e reduzir o risco de cegueira. Leia o artigo de opinião.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A retinopatia diabética (RD) é a primeira causa de cegueira na idade ativa. Dito isto, é importante que o público em geral saiba em que consiste esta patologia e qual o impacto atual que tem na população portuguesa.</p>
<p>A RD é uma doença complexa, que como o nome indica é consequência da Diabetes Mellitus (tipo 1 e tipo 2), e que afeta a retina &#8211; o tecido ocular responsável pela captação da luz e formação de imagens. Nesta patologia ocorrem alterações progressivas, sobretudo a nível dos vasos sanguíneos da retina, que levam ao extravasamento de fluido para a mesma, oclusões dos vasos, hemorragias intraoculares, e em casos graves a complicações muito sérias, como o descolamento de retina e o glaucoma.</p>
<p>Mesmo com tratamento médico e cirúrgico estas complicações podem ser irreversíveis, acarretando cegueira. Assim se compreende a necessidade de rastrear os doentes diabéticos, por forma a instituir tratamento atempadamente e evitar a perda visual ou recuperar essa perda, enquanto isso ainda é uma possibilidade.</p>
<p>Em 2020, o número de adultos com RD em todo o mundo foi estimado em 103 milhões, e até 2045, a projeção é de aumento significativo na ordem dos 160 milhões. Considerando a prevalência da diabetes em Portugal, estima-se que existem cerca de 250 mil doentes com RD. Tendo em conta o aumento crescente dos casos de diabetes em Portugal e no mundo, nomeadamente diabetes tipo 2, o número de casos de RD está também a aumentar no nosso país. Para mais, estima-se que pelo menos 25.000 têm perda de visão devida à RD e 13.000 estão efetivamente cegos.</p>
<p>Todos os anos cegam mais 3000 doentes de forma irreversível. Contudo, também é importante transmitir que cerca de 90 % destes casos podem ser evitados se for feito um bom controlo metabólico e, como já referido, um tratamento atempado da doença.</p>
<p>Na diabetes tipo 1, a RD é rara na altura do diagnóstico, mas a sua incidência sobe para 90 % aos 15 anos de evolução. No caso da diabetes tipo 2, a RD está presente em 20 % dos casos na altura do diagnóstico e chega aos 60 % aos 15 anos de evolução. Contudo, nem sempre é previsível o momento do aparecimento das lesões de RD. Alguns doentes podem não vir a desenvolver retinopatia diabética e outros evoluem rapidamente para formas graves, que comprometem fortemente a visão.</p>
<p>O risco de desenvolver formas graves de retinopatia diabética aumenta significativamente com o tempo de duração da doença, assim como com níveis persistentemente elevados de glicemia (“açúcar no sangue”). Os níveis elevados de colesterol e triglicerídeos, a hipertensão arterial, a obesidade, o tabagismo e a gravidez são outros dos fatores que aumentam significativamente o risco de desenvolver ou agravar a RD.</p>
<p>A prevenção da retinopatia diabética passa sobretudo pelo bom controlo glicémico e metabólico do doente diabético. Este controlo é primariamente conseguido com recurso a medicamentos prescritos pelo médico de família ou pelo médico endocrinologista, como os antidiabéticos orais e insulinas. O controlo da hipertensão arterial e do colesterol, assim como prevenir a obesidade (controlo do perímetro abdominal e índice de massa corporal) também são fundamentais.</p>
<p>Neste sentido, a adoção por parte do doente de hábitos alimentares saudáveis, com fibras, verduras e frutos, ou seja, uma dieta de estilo Mediterrânico, mas também a prática de exercício físico regular são basilares na prevenção do aparecimento da RD e no controlo da mesma, quando é finalmente diagnosticada. Este ponto nunca pode deixar de ser enfatizado: a consciencialização do papel fulcral do doente no controlo da doença através da adoção de um estilo de vida saudável.</p>
<p>Por fim, é importante concluir salientando que todo o doente diabético deverá realizar uma observação oftalmológica anual por forma a detetar a existência de lesões precoces de retinopatia diabética, para que as estratégias terapêuticas implementadas sejam o mais eficazes possível.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Value-Based Healthcare na Cirurgia da Catarata: resultados divulgados</title>
		<link>https://mediconews.pt/projeto-portugues-em-cirurgia-da-catarata-ganha-reconhecimento-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 10:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à News Farma, <strong>Joana Feijó</strong>, diretora de desenvolvimento de negócio do Health Cluster Portugal, compartilha as conclusões do quarto relatório anual do projeto <em>Value-Based Healthcare</em> na Cirurgia da Catarata (VBHCAT), que tem vindo a destacar Portugal na implementação de um modelo de saúde baseada no valor. A iniciativa, em parceria com hospitais públicos e privados, não só tem proporcionado ganhos significativos na qualidade de vida dos doentes, com 91% a reportarem menos limitações em atividades diárias após a cirurgia, como também registou baixos índices de complicações. Leia a entrevista e saiba mais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Médico News (MN) | Quais os resultados mais relevantes apresentados neste quarto relatório anual do Value-Based Healthcare na Cirurgia da Catarata (VBHCAT)? Há algumas disparidades a destacar?</strong></p>
<p><strong>Joana Feijó (JF) | </strong>Os resultados deste quarto relatório do VBHCAT mostram melhorias significativas nos indicadores de visão e qualidade de vida dos doentes após a cirurgia de catarata. Com uma análise de mais de 35.000 cirurgias, o relatório destaca uma taxa de complicações cirúrgicas muito baixa (2,5% intraoperatórias e 1% pós-operatórias) e uma melhoria notável nos resultados de refração e acuidade visual. No entanto, há disparidades entre centros, especialmente em termos de taxa de follow-up, volume de cirurgias e utilização de lentes premium &#8211; que garantem melhores resultados visuais -, indicando uma variação nos resultados e práticas clínicas entre instituições públicas e privadas em Portugal​.</p>
<p><strong>MN |Sabemos que 91 % dos doentes relatam sentir menos barreiras nas atividades diárias após a cirurgia. Como interpreta este dado do ponto de vista da qualidade de vida dos doentes?</strong></p>
<p><strong>JF | </strong>Esse dado reflete o impacto direto da cirurgia de catarata na qualidade de vida dos doentes. A redução das barreiras nas atividades diárias significa que a intervenção cirúrgica proporcionou melhorias funcionais que influenciam positivamente o bem-estar geral, autonomia e produtividade dos doentes. Isso também representa uma redução na dependência de apoio para atividades básicas, o que fortalece a autonomia e o sentimento de inclusão social para essa população envelhecida​.</p>
<p><strong>MN | De que forma este projeto tem impactado a prática clínica em Portugal, tanto no setor público como no privado?</strong></p>
<p><strong>JF | </strong>O projeto VBHCAT promove uma maior padronização e um foco nos resultados reportados pelos doentes (PROMs), o que está a influenciar a prática clínica tanto no setor público, quanto no privado. Os hospitais participantes estão cada vez mais focados em medir e comparar resultados clínicos e de qualidade de vida, o que leva à melhoria contínua dos cuidados e incentiva a integração de tecnologia para suporte ao doente​.</p>
<p><strong>MN |</strong> <strong>O VBHCAT foi reconhecido pelo World Economic Forum como &#8220;Global Innovation Hub&#8221;. O que significa este reconhecimento para o projeto e para Portugal?</strong></p>
<p><strong>JF | </strong>Este reconhecimento como Global Innovation Hub é uma validação significativa para o projeto e para Portugal. Ele posiciona o país como um exemplo na implementação de saúde baseada em valor, atraindo atenção e potencialmente investimentos internacionais. Também permite a Portugal colaborar com outras instituições globais e compartilhar práticas e conhecimentos, consolidando-se como referência para VBHC na Europa e no mundo​.</p>
<p><strong>MN | Considerando o envelhecimento da população, quais os próximos passos para garantir a sustentabilidade deste projeto?</strong></p>
<p><strong>JF | </strong>Para escalar e dar sustentabilidade ao projeto é essencial implementar um modelo de pagamento baseado em resultados (Value-Based Payment) e desenvolver um sistema robusto de ajuste de risco específico para a cirurgia de catarata. Além disso, a capacitação contínua dos profissionais e o desenvolvimento de uma infraestrutura tecnológica são fundamentais para suportar a pressão gerada no SNS pelo envelhecimento populacional. Por outro lado, é importante criar awareness junto da população sobre o que é o VBH, quais as suas mais valias e como contribuirá para uma melhoria nos cuidados de saúde prestados.</p>
<p><strong>MN | </strong><strong>Como vê o futuro da Saúde Baseada no Valor na Cirurgia da Catarata em Portugal e quais os principais desafios que ainda precisam ser superados?</strong><br />
<strong>JF | </strong>A perspetiva para o VBHCAT é promissora, especialmente com o reconhecimento e o compromisso de entidades nacionais e internacionais. Contudo, os desafios incluem a necessidade de maior interoperabilidade entre sistemas de saúde, capacitação contínua dos profissionais e a adoção de um modelo de financiamento mais orientado aos resultados. A mudança cultural e a aceitação do VBHC por todas as partes envolvidas, inclusivé dos doentes, são essenciais para que a prática seja ampliada e bem-sucedida.</p>
<p><strong>MN | </strong><strong>Que recomendações deixa para os decisores políticos e profissionais de saúde com base nos resultados deste relatório?</strong></p>
<p><strong>JF | </strong>Para consolidar o VBHCAT, recomenda-se aos decisores políticos que promovam políticas que incentivem o pagamento baseado em valor e apoiem a digitalização e a interoperabilidade dos sistemas de dados clínicos. Aos profissionais de saúde, recomenda-se a adoção de uma abordagem centrada no paciente, com foco na medição contínua de resultados clínicos e de qualidade de vida​ dos doentes.</p>
<p><strong>MN | </strong><strong>Considerando o impacto do Value-Based Healthcare na Cirurgia da Catarata, acredita que este modelo poderá ser expandido para outras áreas de especialidade em Portugal?</strong><br />
<strong>JF | </strong>Dado o impacto positivo observado na cirurgia de catarata, há um potencial claro para expandir o modelo VBHC para outras áreas médicas em Portugal. Especialidades que beneficiam de intervenções mensuráveis, como ortopedia e cardiologia, poderiam adotar o modelo, promovendo uma transição nacional para um sistema de saúde baseado em valor, sustentável e orientado aos resultados dos pacientes​.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Avanços na investigação das doenças da retina: NOVA Medical School aposta em diagnóstico precoce e novas terapias</title>
		<link>https://mediconews.pt/avancos-na-investigacao-das-doencas-da-retina-nova-medical-school-aposta-em-diagnostico-precoce-e-novas-terapias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Freitas-Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 09:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=37507</guid>

					<description><![CDATA[<p><strong>Sandra Tenreiro,</strong> especialista em degeneração e envelhecimento da NOVA Medical School, destacou em entrevista à News Farma os avanços na investigação das doenças da retina, em particular a degenerescência macular da idade (DMI) e a retinopatia diabética, duas das principais causas de perda de visão em Portugal. Estas doenças têm um impacto significativo na qualidade de vida dos doentes, aumentando a dependência e reduzindo o período de vida ativa. Atualmente, não existem tratamentos que previnam o desenvolvimento das formas mais avançadas destas doenças.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação em curso na NOVA Medical School, segundo a professora, tem como objetivo superar um dos maiores desafios no combate a estas doenças: o diagnóstico precoce. Projetos interdisciplinares em parceria com outras instituições, como a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e a Unidade Local de Saúde São José, estão a desenvolver novas ferramentas de análise automática de imagens de retina, utilizando inteligência artificial para detetar precocemente alterações na retina e identificar fatores de risco de progressão da doença. Estes avanços já resultaram na “realização de três teses de mestrado e um doutoramento em curso, visando desenvolver novas ferramentas para análise das imagens de retina dos doentes com DMI”, frisa Sandra Tenreiro.</p>
<p>Entre os principais avanços na investigação, a professora destaca o desenvolvimento de um novo modelo de estudo para a fase inicial da retinopatia diabética. “Este modelo é baseado em organóides de retina humana. Estes organóides são “mini retinas” que se podem obter de células estaminais e, assim, reproduzir a arquitetura e variedade celular da retina humana”, explica a investigadora. O modelo submetido para patente é utilizado para desenvolver novas abordagens terapêuticas e compreender melhor os mecanismos subjacentes à doença.</p>
<p>A NOVA Medical School também está a explorar o desenvolvimento de novas terapias para as fases precoce e intermédia da DMI, um projeto financiado pela Fundação La Caixa. Os testes pré-clínicos incluem medicamentos já existentes, mas que demonstraram “resultados promissores” para retardar a progressão da doença. A instituição está a preparar um ensaio clínico para testar a eficácia de um desses medicamentos, o que pode representar um passo importante para tratar uma condição atualmente sem opções terapêuticas eficazes para as fases iniciais.</p>
<p>Maria Assunção, coordenadora executiva do Chain Biobank, destaca ainda a importância do envolvimento dos cidadãos, que podem contribuir para a ciência através da doação de material biológico e dados de saúde, ajudando a encontrar novas soluções terapêuticas e diagnósticas para as doenças da retina. &#8220;A participação dos cidadãos pode trazer respostas sobre qual a melhor terapêutica para cada doente e encontrar novas soluções para estas doenças que são causa de cegueira e incapacidade&#8221;, sublinha.</p>
<p>Por ocasião do Dia Mundial da Visão, Sandra Tenreiro deixa uma mensagem de alerta: “É importante alertar para a importância dos estilos de vida saudável, a preparação para um envelhecimento ativo e de exames regulares junto do oftalmologista. Estes aspetos são fundamentais para minimizar o impacto tanto da diabetes como de doenças associadas à idade”.</p>
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		<title>Doenças da retina: investigação centrada no doente é fundamental para encontrar novas abordagens terapêuticas</title>
		<link>https://mediconews.pt/doencas-da-retina-investigacao-centrada-no-doente-e-fundamental-para-encontrar-novas-abordagens-terapeuticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 11:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Portugal, entre as doenças da retina mais prevalentes encontra-se a degenerescência macular da idade (DMI), uma doença crónica que estima-se que afete cerca de 355 mil pessoas, com cerca de 45 mil novos casos por ano, sendo a principal causa de perda de visão na população idosa. A par desta, também a retinopatia diabética é uma das doenças mais prevalentes, afetando cerca de uma em cada três pessoas com diabetes, sendo a principal causa de perda de visão na população adulta em idade ativa. Com um diagnóstico precoce difícil, um dos desafios no tratamento destas doenças, segundo <strong>Sandra Tenreiro</strong>, investigadora principal do Grupo de Investigação em Degeneração e Envelhecimento, da NOVA Medical School, passa pelo “desenvolvimento de tratamentos eficazes para as fases iniciais, de modo a evitar perda definitiva das funções visuais/visão”.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, “há tratamentos para algumas das fases avançadas, mas requerem elevado consumo de recursos humanos e materiais por serem administrados em ambiente hospitalar. Nas doenças raras hereditárias, apenas a degeneração da retina causada por mutações no gene RPE65, uma das causas de amaurose congénita de Leber, tem um tratamento genético, atualmente disponível em Portugal. No entanto, este é um tratamento muito dispendioso, sendo difícil de desenvolver tratamentos semelhantes para todas as doenças raras”.</p>
<p>Com o intuito de contribuir para o desenvolvimento de respostas a estes desafios, nomeadamente, através de “novas abordagens terapêuticas moleculares, genéticas ou de medicina regenerativa, com impacto real na qualidade de vida dos doentes”, a NOVA Medical School dispõe de sete grupos de investigação dedicados a doenças da Retina e Visão, “com uma produtividade científica robusta e reconhecimento internacional. Estes grupos desenvolvem investigação fundamental, com o objetivo de desvendar os mecanismos moleculares associados a doenças da retina”.</p>
<p>Neste momento, entre os vários projetos, destaque para aquele “que tem como objetivo desenvolver novas terapias para a fase precoce/intermédia da DMI”, liderado por Miguel Seabra e financiado pela Fundação La Caixa, e para “o projeto da investigadora Raquel Lourenço, do grupo de António Jacinto, que visa explorar mecanismos de regeneração da retina, com o intuito de restabelecer fotorreceptores, células essenciais no processamento do sinal visual, após uma lesão”. Para o sucesso destas investigações, Sandra Tenreiro acredita que a participação ativa dos doentes é fundamental, e “isso passa por ser doador de material biológico, como sangue, lágrimas ou tecidos, produtos resultantes de intervenções cirúrgicas, que de outra forma seriam descartados”.</p>
<p>As amostras doadas podem ser armazenadas em Biobancos, como é o caso do Biobanco da NOVA Medical School, o CHAIN-Biobank, do qual a Professora e investigadora Ana Rodrigues é coordenadora científica. &#8220;O CHAIN-Biobank tem desempenhado um papel crucial para as nossas investigações, funcionando como um repositório central de amostras biológicas e dados de saúde de cidadãos residentes em Portugal que tenham aceitado doar as suas amostras para o desenvolvimento do conhecimento nas áreas da prevenção, diagnóstico, tratamento e monitorização de várias doenças crónicas e infecciosas, como doenças musculoesqueléticas, cardiovasculares e metabólicas. Conta já com 41.000 amostras pertencentes a mais de 11.000 participantes&#8221;. No que respeita às doenças da retina, a NOVA Medical School espera em breve começar a recolher amostras e dados de doentes, aumentando assim as informações disponíveis no CHAIN-Biobank e que, certamente, irão ajudar &#8220;todos os investigadores que tenham projetos relevantes nesta área, permitindo avanços no diagnóstico e tratamento destas doenças&#8221;.</p>
<p>A participação ativa dos doentes em investigações é, aliás, um dos temas do <a href="https://www.nms.unl.pt/pt-pt/nova-medical-school/noticias-e-eventos/eventos/detalhe/eventid/14245" target="_blank" rel="noopener">evento</a> organizado pela NOVA Medical School, que acontece a 27 de setembro, e que antecipa as comemorações do Dia Mundial da Retina (29 de setembro). Dirigido a doentes e profissionais de saúde da área, este evento, que acontece a partir das 14h30 no Auditório Manuel Machado Macedo, e cujas <a href="https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=4ZgtEu8sd0WRa6Q7uQHdURgPlzZSDMlGr9xnM7vBZihUM1NaNEJHUzhaUUdSSlYwNDNMMkJDODA0Ry4u" target="_blank" rel="noopener">inscrições</a> gratuitas decorrem até dia 25 de setembro, irá reunir investigadores, oftalmologistas e associações de doentes, para discutir o “Rumo a uma investigação centrada no doente”. Será ainda inaugurada a exposição de arte “Olho criativo: visões além do visível”, com obras das artistas Leonor Carvalho, Zélia Évora, e imagens científicas dos estudantes da NOVA Medical School, vencedoras do concurso “Imagem Científica na Visão”.</p>
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		<title>“Na EGS estaremos focados em produzir ciência”</title>
		<link>https://mediconews.pt/na-egs-estaremos-focados-em-produzir-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Freitas-Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 11:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Luís Abegão Pinto</strong>, professor de Oftalmologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) e responsável pelo departamento de Glaucoma da Unidade Local de Saúde de Santa Maria, foi eleito vice-presidente da <em>European Glaucoma Society</em> (EGS), sendo o mais jovem e o primeiro português a assumir o cargo. A eleição decorreu durante o 16.º congresso da Sociedade, em junho. Nesse sentido, o especialista conversou com a News Farma sobre o que representa este cargo e os desafios aos quais a Sociedade pretende dar resposta já no próximo biénio. Assista à entrevista.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Perante este cargo que assume com “toda a honra”, Luís Abegão Pinto refere que o maior desafio será estabelecer as novas guidelines, esperando que estas venham a ter “o mesmo sucesso que as anteriores”. A <em>task force</em> irá estabelecer as normas que deverão guiar a prática clínica, durante os próximos cinco anos, e, assim, analisar e apresentar a evidência em projetos que se prendem com as vertentes do rastreio, cirurgia ou inteligência artificial.</p>
<p>Ao valorizar o trabalho de equipa e a motivação com que abraçam novos projetos, Luís Abegão Pinto garante que unir sinergias seja lá fora ou cá dentro é uma tarefa simples, uma vez que estas equipas estão cheias de pessoas com talento e que querem contribuir . Aliás, são as ligações internacionais que, no seu entender, “têm permitido trazer coisas que de outra forma demorariam mais tempo”. Nesse aspeto, considera que “tem sido benéfico para os Serviços e, por arrasto, para os doentes, através desta internacionalização”.</p>
<p>“Sendo o glaucoma a principal causa de cegueira irreversível no mundo desenvolvido”, o foco de atuação da EGS passará pelos rastreios e pela aplicação da inteligência artificial. Para o vice-presidente desta Sociedade, a chave está na tecnologia e organização. Por exemplo, “o primeiro projeto de rastreio populacional com inteligência artificial na Europa foi realizado no Santa Maria. Obviamente, ainda estamos a analisar os dados, porém os outros hospitais europeus estão a olhar para nós para perceber as potencialidades a longo prazo”.</p>
<p>No seu entender, esta eleição enquanto vice-presidente representa um reconhecimento significativo para a comunidade científica portuguesa na área da Oftalmologia e, por isso, Luís Abegão Pinto dirige-se aos colegas e refere: “Os próximos anos vão ser de grandes inovações tecnológicas, quer ao nível da inteligência artificial, quer do ponto de vista cirúrgico. Na EGS estaremos focados em produzir ciência para tentar que tudo aquilo que façamos aos nossos doentes seja validado cientificamente. Estamos a amadurecer e a fazer com que aquilo que trazemos, para o tratamento dos nossos doentes, seja o mais baseado na evidência possível e obviamente, trazendo o que de melhor houver a nível da inovação”.</p>
<p>Em Portugal, garante “temos muito de que nos orgulhar da formação em Oftalmologia”, com várias medalhas de mérito da EGS atribuídos a médicos portugueses.</p>
<p>A partir de 2026 Luís Abegão Pinto irá assumir o cargo de presidente da EGS.</p>
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		<title>“É sempre importante para nós oferecer o melhor tratamento possível que permita qualidade de vida com um menor número de custos”</title>
		<link>https://mediconews.pt/e-sempre-importante-para-nos-oferecer-o-melhor-tratamento-possivel-que-permita-qualidade-de-vida-com-um-menor-numero-de-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 09:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oftalmologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=36784</guid>

					<description><![CDATA[<p><strong>Pedro Neves</strong> partilhou a experiência da Clínica Privada de Oftalmologia (CPO), da qual é diretor clínico, relativamente ao uso de aflibercept 8 mg pela primeira vez em Portugal. Saiba mais sobre esta partilha, assistindo ao vídeo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/e-sempre-importante-para-nos-oferecer-o-melhor-tratamento-possivel-que-permita-qualidade-de-vida-com-um-menor-numero-de-custos/">“É sempre importante para nós oferecer o melhor tratamento possível que permita qualidade de vida com um menor número de custos”</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Escolhemos um doente que merecia uma atenção especial para ter acesso precoce a esta molécula”, esclarece Pedro Neves, descrevendo o mesmo e sublinhando: “Para nós é crucial tentar oferecer aos doentes a melhor perspetiva de tratamento”.<br />
Para os especialistas da CPO, “os novos tratamentos reduzem o número de injeções, têm melhor resultado e menos custos para o doente”, algo que a seu ver, “é perfeito”.</p>
<p>“A estatística diz-nos que vão haver mais doentes a precisar deste tratamento”, afirma Pedro Neves, concluindo: “Temos muitos doentes hoje em dia a fazer menos injeções e a manter a visão durante mais tempo, o que é muito bom.”.</p>
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