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	<title>Arquivo de Medicina Intensiva - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Jun 2025 16:32:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Medicina Intensiva - Médico News</title>
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	<item>
		<title>&#8220;Superámos o número de participantes que confirmaram a qualidade científica do simpósio&#8221;</title>
		<link>https://mediconews.pt/superamos-o-numero-de-participantes-que-confirmaram-a-qualidade-cientifica-do-simposio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 11:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Daniel Costa Gomes</strong>, <em>chairman</em> do <em>21st International Symposium</em> da Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas, reflete sobre o sucesso do evento. Não só destaca o tema que direcionou as palestras, mas também assinala que a edição de 2025 superou as expectativas. Veja o vídeo que resume a importância da iniciativa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Este ano, tivemos o maior número de participantes desde que o simpósio foi iniciado. Tivemos mais de 200 inscritos e o <em>feedback</em> foi muito positivo. [Os inscritos] confirmaram que a qualidade científica do nosso simpósio se mantém num patamar muito elevado&#8221;, sublinha o especialista.</p>
<p>Na sua opinião, a iniciativa é fundamental para aumentar o conhecimento sobre doenças raras, demonstrando novas perspetivas terapêuticas. Além disso, considera ser um espaço que permite uma discussão de variados temas, resultando em ideias para o desenvolvimento de projetos de investigação.</p>
<p>O <em>21st International Symposium</em> da Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas decorreu em março, na cidade de Lisboa.</p>
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		<item>
		<title>Antibioterapia empírica e a importância do diagnóstico preciso</title>
		<link>https://mediconews.pt/antibioterapia-empirica-e-a-importancia-do-diagnostico-preciso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 09:50:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Montserrat Rodríguez Gómez, especialista em Medicina Intensiva no Hospital Universitário Clínico San Carlos, marcou presença nas Jornadas de Medicina Intensiva da Península de Setúbal, onde realizou uma sessão no simpósio da bioMérieux, intitulada de “Actuaciones basadas en el diagnóstico rápido de Neumonía, 3 años de experiencia”. Assista à entrevista completa em vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A especialista abordou as dificuldades do diagnóstico associadas à identificação dos microrganismos causadores da infeção respiratória em<br />
doentes tratados com antibioterapia empírica.</p>
<p>Montserrat Rodríguez Gómez referiu que graças à elevada sensibilidade e especificidade do painel podemos iniciar ou não a administração de antibióticos ou escalar ou descalar a antibioterapia empírica, já que os fatores de risco não são muito específicos.</p>
<p>“Quando os resultados do painel são negativos e há uma alta suspeita de infeção devem considerar-se antibióticos dirigidos aos microrganismos que não são detetados pelo painel.”</p>
<p>Como nova técnica, há um processo de aprendizagem do seu uso e devemos confiar nos resultados, acrescenta.</p>
<p>O diagnóstico sindrómico passou a ser essencial na sua forma de trabalhar dos intensivistas do seu hospital, porque mudou a forma de pautar a antiobioterapia contribuindo a diminuir o uso de antibióticos desnecessários nos seus doentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Candidíase intra-abdominal: critérios para terapêutica empírica e impacto clínico</title>
		<link>https://mediconews.pt/candidiase-intra-abdominal-criterios-para-terapeutica-empirica-e-impacto-clinico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 11:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do simpósio satélite da Gilead “Desafios na Gestão da Candidíase Intra-abdominal”, integrado no 30.º Simpósio de Infecção e Sepsis, realizado de 23 a 25 de fevereiro, no Porto, especialistas discutiram estratégias terapêuticas para esta condição clínica complexa. Entre os oradores internacionais, <strong>Ignacio Martin-Loeches</strong>, consultor em Medicina Intensiva no Hospital St. James e Professor no Trinity College Dublin, partilhou perspetivas fundamentadas em diretrizes internacionais e na prática clínica do tratamento da candidíase intra-abdominal. Assista à entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da entrevista, Ignacio Martin-Loeches identifica critérios claros para iniciar terapêutica antifúngica empírica, baseados em diretrizes internacionais, incluindo diretrizes publicadas pela European Society of Intensive Care Medicine. O intensivista reforça que “se tivermos pacientes com choque séptico de infeção abdominal, especialmente aqueles com peritonite nos quatro quadrantes [abdominais], devemos iniciar tratamento antifúngico empiricamente”, estabelecendo assim critérios objetivos para a intervenção terapêutica precoce.</p>
<p>O consultor em Medicina Intensiva alerta para as complicações associadas ao controlo inadequado de foco infeccioso. “O problema principal é que [os pacientes] podem desenvolver um problema de controlo de foco de tal forma que precisam de ir novamente ao bloco operatório, precisando ser reoperados, e isso vai elevar a carga de doença”, observa. As consequências estendem-se além da infeção inicial: “utentes que permanecem mais tempo na UCI podem ser ventilados por mais tempo, o que aumenta o risco de delirium, o risco de miopatia e, imediatamente, problemas com o desmame da ventilação mecânica”, sublinha o professor.</p>
<p>Aludindo ao princípio hit hard, hit early, o intensivista defende uma estratégia assertiva, mas ponderada. “Precisamos de bater forte. Precisamos de dar o melhor tratamento disponível no contexto”, afirma, referindo-se à necessidade de uma intervenção inicial agressiva. No entanto, o especialista equilibra esta abordagem com uma importante consideração: “Quando mencionei bater forte, isso significa também que temos de reduzir o espetro de antimicrobianos (“descalar”) assim que pudermos, de modo a não criar agentes patogénicos multirresistentes, que são uma grande ameaça em 2025”, conclui, sublinhando a importância do uso racional de antimicrobianos mesmo em contextos de elevada gravidade clínica.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diagnóstico molecular: impacto do PCR multiplex na otimização da antibioterapia</title>
		<link>https://mediconews.pt/diagnostico-molecular-impacto-do-pcr-multiplex-na-otimizacao-da-antibioterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 10:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia do 30.º Simpósio de Infecção e Sepsis, realizado de 23 a 25 de fevereiro no Porto, Dina Leal, especialista em Medicina Intensiva na ULS de Braga, conduziu a apresentação “Melhora dos resultados na sépsis de origem respiratória: testes sindrómicos”, integrada no simpósio satélite dedicado às novas tendências para o diagnóstico da sépsis. Durante a entrevista, a intensivista destacou as tecnologias de diagnóstico molecular que transformam a prática clínica e o uso racional de antimicrobianos. Assista às declarações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A especialista em Medicina Interna e Medicina Intensiva enfatiza a importância da antibioterapia apropriada e precoce como mensagem-chave da sua apresentação. “Isso significa que nós temos de ter mais diagnósticos que nos ajudem a dirigir a antibioterapia, a acertar no antibiótico e a tratar a infeção”, esclarece Dina Leal. A PCR multiplex, que deteta simultaneamente vários alvos numa única reação, emerge como solução para este desafio, permitindo “resultados bastante fiáveis e muito mais depressa”, possibilitando “orientar a terapêutica antibiótica logo desde as primeiras horas até 12 horas após a admissão do doente”, em contraste com os métodos tradicionais que podem demorar vários dias.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A rapidez do diagnóstico molecular permite alterar a abordagem convencional da antibioterapia empírica, tal como explica Dina Leal: “naquela estratégia de ‘vou começar uma antibioterapia empírica e vou reavaliar passados dois ou três dias’ quase que fica fora da nossa mente essa preocupação durante dois ou três dias. Aqui não, essa é uma preocupação constante naquelas horas a seguir e isso é uma preocupação positiva”. Esta mudança de paradigma promove uma reavaliação contínua e mais informada das decisões terapêuticas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A médica da ULS de Braga identifica três níveis de implicação prática desta abordagem: individual, local e institucional. “Começa a nível individual na responsabilidade que cada um tem de ponderar muito bem as escolhas das terapêuticas antibióticas”, explica. No contexto da equipa, enfatiza a importância do trabalho em grupo e o uso do <em>stewardship</em> “quer para o diagnóstico, quer para o tratamento”. A nível institucional, Dina Leal sublinha a necessidade de apoio às equipas clínicas: “é importante reconhecer que as equipas no local, no trabalho, precisam de todo o tipo de ajuda que possam receber”, destacando o papel facilitador que as instituições devem assumir nos processos que “permitem melhorar a performance [desempenho] e os <em>outcomes</em> [desfechos] dos doentes”. A segurança clínica que estes painéis diagnósticos proporcionam tornam a antibioterapia “muito mais ponderada, muito rapidamente reavaliada e frequentemente validada” antes mesmo da disponibilidade dos resultados culturais, conclui a especialista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial na gestão da sépsis: &#8220;Aplicar esta tecnologia de forma eficaz e segura”</title>
		<link>https://mediconews.pt/inteligencia-artificial-na-gestao-da-sepsis-aplicar-esta-tecnologia-de-forma-eficaz-e-segura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 10:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
		<category><![CDATA[30th Infection and Sepsis Symposium]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[sépsis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Artificial Intelligence in Sepsis Management” foi o tema que o especialista <strong>Marcio Borges</strong>, da Universitat de les Illes Balears, levou  ao 30th Infection and Sepsis Symposium, tendo destacado o papel desta ferramenta no diagnóstico, tratamento e descoberta de novos fármacos para a sépsis. Em entrevista, alerta para os desafios da implementação da IA na Medicina, no que diz respeito às questões éticas e regulamentares.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista, Marcio Borges explicou que a sua apresentação percorreu todo o processo da sépsis, desde a detecção precoce da infeção, à utilização de antibióticos, até ao uso da tecnologia para identificar novos tratamentos. Contudo, o especialista alertou para os desafios da implementação da IA na Medicina, principalmente devido às questões éticas e regulamentares.</p>
<p>&#8220;Trabalhar com IA implica lidar com desafios éticos e legais. A comunidade europeia é bastante restritiva comparativamente aos Estados Unidos e à China&#8221;, sublinhou o especialista. No entanto, destacou que a União Europeia está a desenvolver uma legislação específica para a aplicação da IA na Medicina, garantindo um enquadramento mais seguro e eficaz para a sua utilização na prática clínica.</p>
<p>Marcio Borges reforçou ainda a importância da IA no combate à sépsis, sublinhando que esta condição apresenta uma elevada mortalidade e incidência, gerando uma enorme quantidade de dados e informação. &#8220;Precisamos de analisar esses dados para integrar a IA e aplicar esta tecnologia de forma eficaz na clínica&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por fim, destacou a relevância do simpósio, que se realiza entre 23 e 25 de fevereiro no Ipanema Park Hotel, como um espaço privilegiado para a partilha de conhecimento científico, promovendo a troca de experiências entre especialistas de diversas áreas e nacionalidades.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O papel da disfunção mitocondrial na sépsis e a importância da internacionalização científica</title>
		<link>https://mediconews.pt/o-papel-da-disfuncao-mitocondrial-na-sepsis-e-a-importancia-da-internacionalizacao-cientifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 15:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o <em>30th Infection and Sepsis Symposium</em>, <strong>Susana Fernandes</strong> da ULS Santa Maria, moderou a palestra “The Role of Mitochondria in Sepsis”, apresentada pelo especialista Mervin Singer. Em entrevista à News Farma, reforça a importância deste tipo de reuniões para a evolução sobre o conhecimento da área. Assista ao depoimento em vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista, Susana Fernandes destacou a relevância do trabalho do especialista, sublinhando que “o especialista tem procurado responder à pergunta sobre qual é que é o papel da disfunção mitocondrial na sépsis”. Segundo Susana Teixeira, o tema é de grande importância para a compreensão dos mecanismos da doença e para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas.</p>
<p>A médica enfatizou ainda a necessidade de um debate alargado e da internacionalização do congresso, apontando que “é fundamental para esta reunião que haja discussão com outros centros e peritos”. Para Susana Fernandes, a troca de experiências entre especialistas de diferentes países é essencial para o avanço do conhecimento científico e para a melhoria das práticas clínicas no tratamento da sépsis.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pneumonia: qual é a realidade nacional?</title>
		<link>https://mediconews.pt/pneumonia-qual-e-a-realidade-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 15:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o <em>30th Infection and Sepsis Symposium</em>, que decorre entre os dias 23 e 25 de fevereiro no Porto, especialistas de diversas áreas da saúde reúnem-se para debater os mais recentes avanços no diagnóstico e tratamento das infeções e da sépsis. Entre os temas abordados, destaca-se a apresentação de <strong>Cristina Nunes</strong>, especialista da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, que trouxe à discussão a temática “Pneumonia da comunidade: diagnóstico e stewardship de antibióticos”, uma condição de elevada prevalência e impacto significativo na prática clínica. Veja o depoimento em vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sua apresentação, a especialista sublinhou a elevada incidência da pneumonia a nível global, com impacto significativo na Europa e em Portugal. “As principais mensagens prendem-se com a grande incidência de casos de pneumonia em todo o mundo, na Europa e em Portugal”, afirmou, alertando ainda para a alta taxa de letalidade associada a esta condição.</p>
<p>Cristina Nunes destacou também os avanços recentes na capacidade de diagnóstico, que têm demonstrado que os vírus surgem logo em segundo plano como agentes causadores da pneumonia da comunidade, reforçando a necessidade de estratégias eficazes de tratamento e prevenção.</p>
<p>Para a especialista, este simpósio representa uma oportunidade essencial para atualização científica e partilha de conhecimento: “Este congresso é fundamental para nos pôr a par da melhor evidência científica”, concluiu.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dr. Nelson Pereira será diretor clínico da ULS Tâmega e Sousa</title>
		<link>https://mediconews.pt/dr-nelson-pereira-sera-diretor-clinico-da-uls-tamega-e-sousa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Freitas-Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O médico intensivista do Hospital de São João <strong>Dr. Nelson Pereira</strong> será o novo diretor clínico da futura Unidade Local de Saúde do Hospital (ULS) Tâmega e Sousa.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dr. Nelson Pereira é atualmente diretor da Unidade Autónoma de Gestão de Urgência e Medicina Intensiva do Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), no Porto.</p>
<p>Médico desde 1994, licenciou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, onde também foi docente como assistente da cadeira de Anatomia.</p>
<p>É especialista em Medicina Interna, mas dedicou-se sempre à área da Urgência e Emergência hospitalar, sendo detentor da competência em Emergência Médica da Ordem dos Médicos.</p>
<p>Foi diretor do departamento de Emergência Médica do INEM.</p>
<p>Com experiência em várias em missões internacionais em contexto de catástrofe e em cenários de guerra, ao serviço do INEM, da NATO e da Cruz Vermelha Internacional, Nelson Pereira é um dos grandes defensores da criação da especialidade de Medicina de Urgência em Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: LUSA</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prevenção das infeções em doentes com próteses vasculares: como tratar?</title>
		<link>https://mediconews.pt/prevencao-das-infecoes-em-doentes-com-proteses-vasculares-como-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Freitas-Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Nov 2023 09:38:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Intitulada “Infection Prevention and Management Strategies for Patients with Vascular Prostheses or Vascular Grafts”, a apresentação da <strong>Dr.ª Daniela Neto</strong>, do Centro Hospitalar Universitário do Porto, marcou a tarde do segundo dia do Congresso SPCCTV 2023. Em vídeo, a médica identifica os quatro aspetos que considera mais importantes no que diz respeito à profilaxia. Assista ao depoimento, no qual destaca a aprendizagem desta discussão multidisciplinar entre a Cirurgia e a Medicina Intensiva.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Resumindo a sua apresentação, a Dr.ª Daniela Neto começa por afirmar que é importante, inicialmente, definir o que é uma infeção vascular, os seus vários tipos, nomeadamente no local cirúrgico ou as que envolvem as próteses. Posteriormente, dependendo do local da infeção, os sintomas ou a apresentação clínica também vão condicionar a abordagem. “Temos de estar alertas sobre os vários tipos de manifestação e como fazer o diagnóstico deste tipo de infeção, que se baseia na suspeição clínica em dados analíticos, nomeadamente com o aumento dos regentes de fase aguda em dados imagiológicos, que é o gold standard para o diagnóstico e com a Microbiologia, que é fundamental”, afirma.</p>
<p>Por fim, afirma que “é de extrema importância a presença da Medicina Intensiva neste Congresso”, porque estas especialidades “estão intimamente ligadas” na prática clínica, ume vez que os cirurgiões realizam os procedimentos, mas, posteriormente, os doentes ficam com os intensivistas. Através desta reunião, “a atualização e a aprendizagem é mútua”. “É um ganho para todos, principalmente para os doentes”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diagnóstico de infeções fúngicas na Europa: capacidade e limitações</title>
		<link>https://mediconews.pt/diagnostico-de-infecoes-fungicas-na-europa-capacidade-e-limitacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Freitas-Branco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 11:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Intensiva]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[ECCMID]]></category>
		<category><![CDATA[infeções fúngicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a <strong>Prof.ª Doutora Katrien Lagrou</strong>, “a prevalência de infeções fúngicas invasivas continua a aumentar, devido ao número mais elevado de doentes em risco, sejam indivíduos com patologia hematológica, oncológica, internados em Unidades de Cuidados Intensivos, recetores de transplante de órgão sólido ou doentes com idade mais avançada”. Na sua comunicação, a diretora do Laboratório de Diagnóstico Molecular do <em>University Hospitals Leuven</em> e no Centro Nacional de Referência de Micologia, na Bélgica, assinalou as dificuldades associadas ao diagnóstico de doentes com infeções fúngicas invasivas.</p>
<p>&#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um inquérito conduzido pela <em>European Confederation of Medical Mycology</em> (ECMM), e aplicado por via eletrónica entre novembro de 2021 e janeiro de 2022 a médicos que exercem atividade em quase 400 instituições hospitalares de 45 países a nível mundial, “a técnica de deteção microscópica é o método de eleição” no diagnóstico das infeções fúngicas invasivas.</p>
<p>“Na identificação das espécies, o Matrix Assisted Laser Desorption/Ionisation &#8211; Time Of Flight Mass Spectrometry (MALDI-TOF MS) estava disponível em 74% das instituições. Para fungos e leveduras, os testes de suscetibilidade antifúngica estavam disponíveis em 64% das instituições; apenas para leveduras, estes testes foram realizados em 29% das instituições”, adiantou a Prof.ª Doutora Katrien Lagrou.</p>
<p>“As técnicas de cultura e microscópicas estão, geralmente, disponíveis nas instituições hospitalares, porém, exigem perícia na interpretação dos resultados. Embora a maioria das amostras sejam processadas em laboratórios de Microbiologia Clínica, a capacidade de leitura dos resultados não deverá estar limitada aos laboratórios de referência”, defendeu a preletora.</p>
<p><strong>Os desafios no diagnóstico de aspergilose invasiva</strong></p>
<p>Focando especificamente os doentes internados numa Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), a especialista mencionou que há “um grupo alargado de doentes em risco de aspergilose invasiva”, nomeadamente os doentes com leucemia em recaída/doença não-controlada, com infeções virais (Influenza ou COVID-19), recetores de transplante de órgão sólido, com doença pulmonar obstrutiva crónica e indivíduos que estão sob tratamento prolongado com corticosteroides antes de serem admitidos na UCI. Esta população de doentes, na perspetiva da Prof.ª Doutora Katrien Lagrou, “acarreta novos desafios”, designadamente a capacidade de diferenciação entre colonização e infeção, sendo algo “muito mais complicado do que em doentes neutropénicos típicos com patologias hemato-oncológicas”.</p>
<p>“Além da aspergilose invasiva, estes doentes, internados numa UCI, encontram-se em risco de desenvolverem outras infeções fúngicas invasivas, como candidíase invasiva, pneumonia por <em>Pneumocystis jirovecii </em>ou mucormicose”, notou a Prof.ª Doutora Katrien Lagrou.</p>
<p>A especialista dedicou alguns minutos da sua intervenção a abordar a aspergilose pulmonar invasiva associada ao vírus Influenza (IAPA, Influenza-associated pulmonary aspergillosis) nas UCI. “Os estudos mostram o impacto significativo da IAPA na duração mediana de internamento na UCI, bem como na mortalidade intra-hospitalar e mortalidade nos 90 dias após a admissão na UCI. Os estudos também indicam que o lavado broncoalveolar (LBA) apresenta uma sensibilidade de 63% nesta população de doentes.”</p>
<p>A pesquisa do antigénio galactomanano (GM) “é uma das estratégias mais usadas no diagnóstico de aspergilose pulmonar invasiva (API) em doentes internados na UCI com uma infeção viral”. “Numa tentativa de avaliar a <em>performance</em> da pesquisa do antigénio GM, conduzimos um estudo monocêntrico, retrospetivo e baseado em séries de autópsias, que incluiu doentes adultos com infeção fatal causada pelo vírus Influenza ou COVID-19”, adiantou.</p>
<p>“O antigénio galactomanano é um antigénio da parede celular de Aspergillus spp., e o teste de deteção deste biomarcador, conhecido como Platelia GM pode ser realizado no soro e no LBA. Neste estudo, a pesquisa de GM no soro apresentou uma sensibilidade de 33% e uma especificidade de 94%, ao passo que a sua deteção no LBA apresentou uma sensibilidade de 92% e uma especificidade de 64%. A cultura do lavado broncoalveolar, segundo este estudo, apresentou uma sensibilidade de 58% e uma especificidade de 93%.”</p>
<p>Segundo a preletora, “uma maior consciencialização, a par da utilização combinada de testes de diagnóstico, é crucial para diagnosticar precocemente e para instituir o mais cedo possível uma terapêutica antifúngica”. “Embora atualmente estejam disponíveis inúmeros testes de diagnóstico, os dados de validação destes testes continuam a ser limitados”, afirmou.</p>
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