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	<title>Arquivo de Infecciologia Especial - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Aug 2022 21:27:58 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Infecciologia Especial - Médico News</title>
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		<title>STAYAWAY, a app que informa se esteve com um doente infetado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investigadores do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), no Porto, estão a desenvolver uma aplicação que, através da proximidade física entre&#160;<em>smartphones</em>, permite rastrear de forma rápida e anónima as redes de contágio.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/stayaway-a-app-que-informa-se-esteve-com-um-doente-infetado/">STAYAWAY, a app que informa se esteve com um doente infetado</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em comunicado, o INESC TEC explica que a aplicação móvel STAYAWAY consegue detetar a proximidade física entre os&nbsp;<em>smartphones</em>&nbsp;e informa os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus.</p>
<p>“Cada telemóvel difunde na sua proximidade identificadores anónimos e armazena localmente os identificadores difundidos pelos telemóveis com quem se cruze”, esclarece o INESC TEC, adiantando que uma pessoa confirmada com COVID-19 “poderá publicar online, com a legitimação das autoridades de saúde, os seus identificadores anónimos”.</p>
<p>Para ler a notícia completa, visite o site da News Farma dedicado em exclusivo ao tema da COVID-19 e destinado a profissionais de saúde:&nbsp;<a href="https://covid19.newsfarma.pt/stayaway-a-app-que-informa-se-esteve-com-um-doente-infetado/"></a><a href="https://covid19.newsfarma.pt/stayaway-a-app-que-informa-se-esteve-com-um-doente-infetado/">https://covid19.newsfarma.pt/stayaway-a-app-que-informa-se-esteve-com-um-doente-infetado/</a></p>
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		<title>Excesso de mortalidade desde início da pandemia pode chegar aos quatro mil óbitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O excesso de mortalidade em Portugal desde o início da pandemia de COVID-19 pode chegar aos quatro mil óbitos, segundo um estudo publicado na Acta Médica Portuguesa, a revista científica da Ordem dos Médicos.&#160;De acordo com o trabalho, que analisou o período entre os dias 1 de março e 22 de abril, o número de mortes registado em Portugal pode chegar a um valor que representa quase cinco vezes mais do que os atribuídos à COVID-19. &#160; &#160; &#160; &#160;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/excesso-de-mortalidade-desde-inicio-da-pandemia-pode-chegar-aos-quatro-mil-obitos/">Excesso de mortalidade desde início da pandemia pode chegar aos quatro mil óbitos</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os autores do trabalho, especialistas do Instituto de Medicina Preventiva e Saúde Pública e do Instituto de Saúde Baseada na Evidência, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, lembram que o excesso de mortalidade de março e de abril “não pode ser comparado com fevereiro, nem sequer com os anos homólogos, mas deve antes ter como referência os meses de férias”, em que há uma redução de atividade e circulação de pessoas e, logo, uma queda da mortalidade por acidentes de viação.</p>
<p>“O estado de emergência em que Portugal tem estado levou a várias medidas restritivas com impacto, por exemplo, na redução da mortalidade por acidentes de viação ou de trabalho e também a uma quebra no número de outras infeções características desta época do ano ou de alturas de menor isolamento social, que devem ser descontadas dos resultados analisados”, considera o Prof. Doutor António Vaz Carneiro, um dos autores.</p>
<p>Para ler a notícia completa, visite o site da News Farma dedicado em exclusivo ao tema da COVID-19 e destinado a profissionais de saúde:&nbsp;<a href="https://covid19.newsfarma.pt/excesso-de-mortalidade-desde-inicio-da-pandemia-pode-chegar-aos-quatro-mil-obitos/"></a><a href="https://covid19.newsfarma.pt/excesso-de-mortalidade-desde-inicio-da-pandemia-pode-chegar-aos-quatro-mil-obitos/">https://covid19.newsfarma.pt/excesso-de-mortalidade-desde-inicio-da-pandemia-pode-chegar-aos-quatro-mil-obitos/</a></p>
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		<title>Infarmed alerta para efeitos adversos de medicamentos em infetados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) alertou ontem, dia 29 de abril, os doentes de COVID-19 que devem estar atentos a qualquer efeito adverso aos medicamentos que tomem para os sintomas da doença, lembrando que ainda se desconhecem muitas das reações que podem ocorrer.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Numa nota&nbsp;<a href="https://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed/-/journal_content/56/15786/3663347" target="_blank" rel="noopener">publicada&nbsp;</a>no seu site, o Infarmed avisa os doentes confirmados ou suspeitos de COVID-19, que devem avisar as autoridades de efeitos adversos que ocorram com a toma não só dos medicamentos para os sintomas da doença como de outros que habitualmente usem para outras doenças crónicas pré-existentes.</p>
<p>Recorda que atualmente não existem medicamentos autorizados para tratar a COVID-19 e que, no contexto da pandemia, estão a ser utilizados diversos medicamentos autorizados para outras doenças.</p>
<p>Para ler a notícia completa, visite o site da News Farma dedicado em exclusivo ao tema da COVID-19 e destinado a profissionais de saúde: <a href="https://covid19.newsfarma.pt/infarmed-alerta-para-efeitos-adversos-de-medicamentos-em-infetados/"></a><a href="https://covid19.newsfarma.pt/infarmed-alerta-para-efeitos-adversos-de-medicamentos-em-infetados/">https://covid19.newsfarma.pt/infarmed-alerta-para-efeitos-adversos-de-medicamentos-em-infetados/</a></p>
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		<title>Hot topics abordados no CROI 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram muitos os temas interessantes expostos durante a <em>Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections</em> 2020 (CROI 2020), garante o<strong> Dr. Eugénio Teófilo</strong> do Serviço de Medicina Interna do Hospital Santo António dos Capuchos (CHULC). O internista participou em diversas sessões deste encontro, que decorreu virtualmente de 8 a 11 de março e, em entrevista à Médico News, destaca dois <em>hot topics</em>. Assista ao vídeo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/hot-topics-abordados-no-croi-2020/">Hot topics abordados no CROI 2020</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos temas abordados durante o CROI 2020 foi a relação entre a administração de alguns regimes terapêuticos e o&nbsp;aumento de peso. &#8220;Começou com um estudo pequeno feito na África Subsariana e, mais tarde, com o ADVANCE na África do Sul”, refere o Dr. Eugénio Teófilo.</p>
<p>Neste último estudo, com três braços, participaram maioritariamente mulheres e 99% das pessoas eram de raça negra. Verificou-se&nbsp;que os grupos de risco para aumento de peso eram as mulheres e a população de raça negra. Porém,&#8221;também se observou um aumento de peso&nbsp;nos homens que participaram no estudo”. Durante um ano de terapêutica, a média de aumento de peso foi de 8 Kg, mas a mulher que mais engordou viu o seu peso aumentar em 50 Kg.&nbsp;O Dr. Eugénio Teófilo salienta a particularidade: “As mulheres negras têm pavor de serem magras quando envelhecem, por ser sinal de doença, portanto ficaram satisfeitas e não teve impacto na qualidade de vida.”</p>
<p>O internista aponta que no CROI foram revelados dados sobre a cura do VIH/SIDA. “Estão a ser testados vários tipos de anticorpos monoclonais neutralizantes de largo espectro&#8221;, declarou, aprofundando: “A pessoa faz terapêutica antirretroviral com os anticorpos e depois, dependendo do tipo de estratégia usada, pode tomar fármacos que vão tentar retirar as&nbsp;células&nbsp;do estado de latência, que&nbsp;constituem o reservatório do VIH&#8221;.&nbsp;Segundo o Dr. Eugénio Teófilo, &#8220;estas células passam a ser reconhecidas pelo sistema imunitário e são destruídas, havendo, no entanto, o&nbsp;risco de replicação do vírus e de aparecerem novos ciclos de células infetadas&nbsp;(um novo reservatório)&#8221;.&nbsp;Deste modo, &#8220;os anticorpos atuariam na retaguarda, impedindo que esses eventuais vírus formassem novo reservatório viral”.</p>
<p>Por fim, o&nbsp;especialista em Medicina Interna referiu que os anticorpos monoclonais estão igualmente a ser estudados como&nbsp;forma de prevenção.&nbsp;</p>
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		<title>“VIH e COVID-19: O Médico Responde” às dúvidas das pessoas que vivem com VIH/SIDA. Reveja os vídeos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de responder às principais dúvidas das pessoas que vivem com VIH/SIDA sobre o impacto que a COVID-19 poderá ter nas suas vidas, foi lançada uma série de vídeos e infografias que pretendem esclarecer toda a comunidade. Através das nove perguntas mais comuns que os médicos portugueses têm recebido, nas últimas semanas, sobre a relação entre o VIH/SIDA e a COVID-19, três especialistas respondem, em vídeo, de forma simples, direta e clara. Reveja os depoimentos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/vih-e-covid-19-o-medico-responde-as-duvidas-das-pessoas-que-vivem-com-vih-sida-reveja-os-videos/">“VIH e COVID-19: O Médico Responde” às dúvidas das pessoas que vivem com VIH/SIDA. Reveja os vídeos</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa, que começou no dia 17 de abril e terminou no passado dia 21 de abril, divulgou nove vídeos no site <a href="https://www.vitalhealth.pt/" target="_blank" rel="noopener">Vital Health</a>, o portal de notícias da News Farma destinado a público em geral, e replicados na sua página de Facebook, sob a hashtag #OMedicoResponde.</p>
<p>O primeiro vídeo contou com a participação do Dr. António Diniz, da Associação Portuguesa para o Estudo Clínico da SIDA (APECS), respondendo à pergunta: “as pessoas com VIH têm maior risco de contágio por COVID-19”. A iniciativa conta também com as intervenções da Dr.ª Maria José Manata, da Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SPDIMC), e do Dr. José Vera, do Núcleo de Estudos da Doença VIH da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (NEDVIH-SPMI).</p>
<p>Esta é uma iniciativa promovida pela ViiV Healthcare em conjunto com a APECS, Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SPDIMC) e Núcleo de Estudos da Doença VIH da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (NEDVIH-SPMI), e que conta também com o apoio das organizações de doentes Associação Abraço, Associação de Jovens Promotores da Amadora Saudável (AJPAS), Associação Positivo, Grupo de Ativistas em Tratamento (GAT), Liga Portuguesa Contra a SIDA (LPCS) e Ser+ &#8211; Associação Portuguesa para a Prevenção e Desafio à SIDA.</p>
<p>Assista aos vídeos <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLqyV1K2JRyOzJ1fP2BhQhexWay58UC6dg" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/vih-e-covid-19-o-medico-responde-as-duvidas-das-pessoas-que-vivem-com-vih-sida-reveja-os-videos/">“VIH e COVID-19: O Médico Responde” às dúvidas das pessoas que vivem com VIH/SIDA. Reveja os vídeos</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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		<item>
		<title>Crise pandémica: videoconsulta no centro da atividade clínica. A experiência do Hospital da Luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Face à atual crise pandémica que o país atravessa, também os hospitais tiveram de sofrer adaptações: as unidades físicas alargaram os seus serviços até ao mundo virtual, contribuindo para uma ligação mais segura e necessária entre médico e doente. A Médico News falou com o <strong>Dr. Daniel Ferreira</strong>, cardiologista e diretor clínico do Centro Clínico Digital do Hospital da Luz, que explicou o papel da telemedicina, em particular da videoconsulta, no acompanhamento dos doentes alheios ou não à COVID-19. Em entrevista, o especialista partilhou a experiência do Hospital da Luz neste campo virtual, do qual faz parte desde o início do seu funcionamento e que, desde o início do surto, “cresceu exponencial” face às necessidades dos doentes que acompanham. Assista às declarações em vídeo. &#160;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/crise-pandemica-videoconsulta-no-centro-da-atividade-clinica-a-experiencia-do-hospital-da-luz/">Crise pandémica: videoconsulta no centro da atividade clínica. A experiência do Hospital da Luz</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em funcionamento há três anos e meio, o Centro Clínico Digital do Hospital da Luz, através de videoconsultas, permite que o corpo clínico consiga seguir à distância os seus doentes, tendo estes também a possibilidade de registar dados e medições de saúde pessoais. Depois de pelo menos uma primeira consulta presencial, os doentes, que possam dispensar exames físicos nas consultas, conseguem ser seguidos pelos seus médicos, onde quer que estejam. O serviço pensado para doentes crónicos estáveis é, neste momento, a linha de contacto entre médico e doente e, acima de tudo, a garantia do acompanhamento e dos cuidados de saúde do mesmo.</p>
<p>“De repente, todas as doenças crónicas que estavam estabilizadas deixaram de estar, nomeadamente pela dificuldade de acesso às receitas, exames e aos seus médicos” e, por isso, o Centro Clínico Digital teve que ser ampliado. “Adaptámo-nos às necessidades da crise pandémica”, refere o cardiologista, explicando que, tendo já a estrutura, “aumentaram os espaços para a realização das consultas, o número de profissionais a fazê-lo e, consequentemente, o número de videoconsultas”.</p>
<div class="artigo_contentor">
<div class="direita_artigo">
<div class="artigo_full">
<p>Para ler a notícia completa, visite o site da News Farma dedicado em exclusivo ao tema da COVID-19 e destinado a profissionais de saúde:&nbsp;<a href="//covid19.newsfarma.pt/" target="_blank" rel="noopener">covid19.newsfarma.pt.</a></p>
</p></div>
</p></div>
</p></div>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/crise-pandemica-videoconsulta-no-centro-da-atividade-clinica-a-experiencia-do-hospital-da-luz/">Crise pandémica: videoconsulta no centro da atividade clínica. A experiência do Hospital da Luz</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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		<title>Tratamento da COVID-19: perspetivas em estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interrogado pela Médico News sobre os fármacos estudados para tratar a COVID-19, o <strong>Dr. Eugénio Teófilo</strong>, médico de Medicina interna do Hospital dos Capuchos, explicou que ainda é cedo para ter certezas sobre a eficácia de qualquer um dos fármacos candidatos. Além disso, o especialista contou que estão a ser avaliadas novas abordagens nos casos mais graves de infeção. Veja o vídeo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/tratamento-da-covid-19-perspetivas-em-estudo/">Tratamento da COVID-19: perspetivas em estudo</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Ainda não há nada de palpável, apenas candidatos hipotéticos como o remdesivir que é um análogo dos nucleótidos da adenosina e, por enquanto, ainda é o único fármaco que se pode ter alguma eficácia, embora seja ainda é cedo para tirar conclusões&#8221;, começou por referir o especialista. &#8220;Também está a ser utilizado o liponavir associado ao ritonavir, bastante usado antigamente para a SIDA embora haja diferenças significativas entre este vírus e o VIH, nomeadamente a nível da estrutura das protéases que são importantes para os vírus poderem infetar a célula, o que leva muitos investigadores a acreditarem que estas moléculas não terão muita eficácia&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Relativamente à hidrdoxicloroquina, esclareceu que “não é um antiviral, mas sim um antiparasitário, tem ação moduladora do sistema imunitário e aumenta o pH dos endossomas o que, teoricamente, impede o vírus de infetar a célula. No entanto, não há ainda nesta altura dados suficientes e robustos para afirmar se algum destes fármacos tem eficácia e segurança para tratar a COVID-19, apenas para tratamento de suporte”.</p>
<p>Adiantou ainda que “em casos mais graves que culminam na designada &#8216;tempestade de citocinas&#8217; derivada da libertação e várias citocinas pró inflamatórias cuja atividade resulta na lesão de vários órgãos e eventual morte do doente, estão a ser avaliados fármacos usados em doenças autoimunes, como o tocilizumab”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/tratamento-da-covid-19-perspetivas-em-estudo/">Tratamento da COVID-19: perspetivas em estudo</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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		<title>Investigadores estudam ferramenta que deteta COVID-19 em 45 minutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto (IPATIMUP) vai implementar uma ferramenta de diagnóstico que, baseada numa técnica “altamente sensível”, permite a deteção do novo coronavírus em 45 minutos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto mais rápido for o diagnóstico do SARS-CoV-2, mais rápida é a resposta e o acompanhamento dos doentes, por forma a impedirmos a sua transmissão”, afirmou esta ontem, dia 24 de abril, o Prof. Doutor Luísa Pereira, investigadora do IPATIMUP.</p>
<p>O projeto, desenvolvido no âmbito da linha de financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) ‘<a href="https://www.fct.pt/apoios/research4covid19/index.phtml.pt" target="_blank" rel="noopener">RESEARCH 4 COVID-19</a>’, envolve também o Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto.</p>
<p>Para ler a notícia completa, visite o site da News Farma dedicado em exclusivo ao tema da COVID-19 e destinado a profissionais de saúde:&nbsp;<a href="//covid19.newsfarma.pt/" target="_blank" rel="noopener">covid19.newsfarma.pt.</a></p>
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		<title>Farmácias com primeiras quebras de atividade. Portugueses consomem menos 20% de medicamentos não sujeitos a receita médica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A rede de farmácias começou a registar uma diminuição significativa de vendas devido à pandemia de COVID-19. A dispensa de medicamentos não sujeitos a receita médica regista uma quebra de 20%. Na semana de 13 a 19 de abril, foram dispensados menos 151 mil unidades do que em igual período do ano passado, de acordo com dados da HMR, multinacional portuguesa de informação e estudos de mercado de produtos farmacêuticos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A epidemia e as necessidades de confinamento da população poderão causar prejuízos significativos às farmácias no segmento de produtos para a primavera e o verão. A dispensa de produtos solares caiu (-77%), com menos 18 mil unidades vendidas na última semana do que em igual período do ano passado. As quebras são de (-17%) nos produtos de higiene e para cuidado dermo corporal, tendência que se acentua nos produtos dermatológicos para o rosto (-32%).</p>
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		<title>Testes de diagnóstico para detetar COVID-19: vantagens e limitações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[clima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infecciologia Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rastreio e o acesso ao diagnóstico são fundamentais para identificar e isolar as pessoas infetadas, de modo a desacelerar a propagação do vírus e evitar que haja rutura de recursos necessários à assistência médica de doentes com COVID-19 tipo grave. Conhecer as vantagens e limitações dos diferentes tipos de teste de diagnóstico é fundamental para que haja um rastreio e um diagnóstico correto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, os testes de rastreio e diagnóstico usados são os que detectam o ARN do SARS-CoV-2 através de RT-PCR, a partir de zaragatoas nasofaríngeas. Este teste de diagnóstico tem uma elevada especificidade, ou seja, não existem falsos positivos. No entanto, em termos de sensibilidade, verifica-se que existe cerca de 30% de falsos negativos. Por exemplo, houve casos de doentes, cujos resultados da TAC sugeriam pneumonia viral, mas a RT-PCR deu resultado negativo, tendo-se posteriormente confirmado que estavam infectados com SARS-CoV-2. Por esse motivo, deve-se fazer mais do que uma colheita, em dias diferentes, para descartar a hipótese de falsos negativos.</p>
<p>Para se reduzir a percentagem de falsos negativos, é importante que as zaragatoas nasofaríngeas sejam feitas por pessoas com treino (a zaragatoa deve ser introduzida na horizonatal e não na vertical) e o ideal é as pontas das zaragotas serem de poliéster, uma vez que pontas de outros materiais podem interferir com a RT-PCR. Por outro lado, o “alvo” do genoma do SARS-CoV-2 escolhido para ser amplificado também pode influenciar a qualidade dos resultados da RT-PCR.</p>
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