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	<title>Arquivo de Imuno-hemoterapia - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
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	<title>Arquivo de Imuno-hemoterapia - Médico News</title>
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		<title>Prevenção e tratamento do TEV associado ao cancro: a importância do rastreio diagnóstico e da otimização da abordagem terapêutica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 12:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imuno-hemoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância da prevenção do tromboembolismo venoso (TEV) no doente oncológico, as mais-valias das terapêuticas anticoagulantes inovadoras e a necessidade de uma gestão multidisciplinar foram temas centrais abordados em entrevista por <strong>Ricardo Pinto</strong>, assistente hospitalar de imuno-hemoterapia da Unidade Local de Saúde de Gaia e Espinho. O especialista foi um dos palestrantes no simpósio "At the CORE of Complex Patients: Venous Thromboembolism in Cardio-Oncology in Focus", uma sessão patrocinada pela Daiichi Sankyo que decorreu no 31.º Congresso Nacional de Medicina Interna. Veja o vídeo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/prevencao-e-tratamento-do-tev-associado-ao-cancro-a-importancia-do-rastreio-diagnostico-e-da-otimizacao-da-abordagem-terapeutica/">Prevenção e tratamento do TEV associado ao cancro: a importância do rastreio diagnóstico e da otimização da abordagem terapêutica</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Penso que numa consulta médica, principalmente nos doentes oncológicos que passam por várias especialidades, é sempre feita uma triagem em termos de sinais e sintomas”, afirma Ricardo Pinto, quando questionado sobre a inclusão do rastreio diagnóstico, considerando o elevado risco de TEV em doentes oncológicos assintomáticos. Na perspetiva do palestrante, mais do que perguntar ativamente, “convém informar o doente” sobre sinais e sintomas, para que possa identificar um evento e “acorrer a um serviço de urgência para fazer o correto diagnóstico”.</p>
<p>Na otimização da abordagem terapêutica, o imuno-hemoterapeuta destaca que as “terapêuticas orais, que não necessitam de monitorização, vieram aumentar grandemente a compliance do doente”, superando as dificuldades associadas a fármacos mais antigos que exigiam controlos regulares ou que eram injetáveis, o que muitas vezes levava à descontinuação terapêutica.</p>
<p>Em linha com as anteriores considerações, Ricardo Pinto salienta que o anticoagulante oral direto (DOAC) edoxabano apresenta a vantagem de ser de toma única diária, ser “perfeitamente bem tolerado, não se conhecem grandes reações adversas” e, portanto, “pode aumentar a compliance do doente”.</p>
<p>Também de acordo com o orador, a personalização da abordagem ao TEV em doentes com cancro e múltiplas comorbilidades passa pela “seleção do fármaco” de acordo com a localização e características da patologia oncológica, mas também “as suas doenças, a polifarmácia do doente e o tipo de tratamento que está preconizado”. É essencial considerar os riscos hemorrágico e trombótico, e adaptar o tratamento “com aferições regulares e seriadas em todas as consultas ou momentos de contacto com o doente”.</p>
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