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	<title>Arquivo de Hematologia - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Jul 2026 11:58:51 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Hematologia - Médico News</title>
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	<item>
		<title>Drepanocitose na urgência: tratamento célere da dor é fulcral para garantir qualidade de vida aos doentes</title>
		<link>https://mediconews.pt/drepanocitose-na-urgencia-tratamento-celere-da-dor-e-fulcral-para-garantir-qualidade-de-vida-aos-doentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 11:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 34.ª Sabatina de Hematologia, <strong>Tabita Magalhães Maia</strong>, especialista em Hematologia, na ULS Coimbra, alertou para o aumento expressivo e para a descentralização dos casos de drepanocitose em Portugal. A especialista destacou, durante a sua apresentação a premência de otimizar a abordagem clínica das complicações agudas em contexto de urgência, sublinhando o impacto direto que uma intervenção rápida tem no prognóstico e no bem-estar dos doentes a longo prazo. Assista à entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na ULS de Coimbra, o número de doentes “quadriplicou nos últimos dois anos” e os Serviços de Urgência deparam-se com uma necessidade crescente de dar uma resposta imediata a esta patologia. Perante uma crise aguda, a médica realça que as prioridades devem centrar-se em “não demorar tempo a ver estes doentes” e “instituir a analgesia o mais precocemente possível”. Segundo a especialista, está demonstrado que a rapidez na gestão da dor “poupa o doente e as complicações do doente”, minimizando tanto os danos imediatos como o desenvolvimento de lesões crónicas.</p>
<p>Outro pilar fundamental abordado pela especialista durante o evento foi a segurança transfusional. Tabita Magalhães Maia relembrou a comunidade médica de que “nem tudo o que é uma crise é para transfundir”. Nos cenários em que a transfusão se justifica, torna-se imperativo “utilizar critérios estritos e selecionar bem as Unidades”. Isto porque a “aloimunização é um problema grave nestes doentes”, podendo fazer com que, mais tarde, quando surgirem complicações que exijam um maior perfil transfusional, os médicos deixem de ter essa importante “arma terapêutica” disponível.</p>
<p>Em jeito de conclusão, a médica frisou que o avanço no conhecimento científico e a melhoria dos cuidados prestados têm permitido prolongar a sobrevivência dos indivíduos afetados. “Quanto mais conhecimento temos da doença e melhor a abordamos, mais idade eles também vão tendo”, rematou, reforçando que o grande objetivo da Medicina atual é trabalhar para que estes doentes alcancem “mais idade com qualidade de vida”.</p>
<p>A 34.ª Sabatina em Hematologia decorreu a 23 de maio, em Coimbra.</p>
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		<item>
		<title>Avanços na leucemia mieloblástica aguda: terapêutica em ambulatório e alvos moleculares revolucionam tratamento</title>
		<link>https://mediconews.pt/avancos-na-leucemia-mieloblastica-aguda-terapeutica-em-ambulatorio-e-alvos-moleculares-revolucionam-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No decorrer da 34.ª Sabatina de Hematologia, <strong>Emília Cortesão</strong>, da ULS Coimbra, partilhou os progressos mais significativos na abordagem à leucemia mieloblástica aguda (LMA). Embora se trate de uma patologia rara e agressiva, os avanços recentes na Medicina ambulatorial e na caracterização genética estão a redefinir os padrões de tratamento e a descentralizar os cuidados de saúde em Portugal. Assista à entrevista.</p>
<p>&#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes focos do encontro foi o crescimento da terapêutica de ambulatório. Se, por um lado, pode parecer contrasensual tratar em regime ambulatório uma patologia que “necessita de quimioterapia agressiva”, a verdade é que estas abordagens, originalmente desenhadas para a população idosa, são agora aplicadas com sucesso a doentes mais jovens. A especialista sublinhou o impacto positivo desta evolução, apontando que o tratamento pode ser assegurado “não só em hospitais centrais como em hospitais distritais”, o que permite alargar o conhecimento técnico e capacitar cada vez mais hematologistas por todo o país.</p>
<p>A par da flexibilidade do local de tratamento, a precisão diagnóstica assumiu um papel central. De acordo com a médica, a caracterização molecular minuciosa tornou-se “imprescindível para o diagnóstico” eficaz. Através do mapeamento detalhado de mutações e de outras anomalias genéticas específicas da doença, a comunidade científica tem conseguido desenvolver e aplicar terapêuticas-alvo altamente direcionadas. “Se queremos tratar um doente adequadamente, temos que caracterizar a doença também o melhor que podemos”, advertiu Emília Cortesão.</p>
<p>A fechar o balanço da sessão, a hematologista classificou os painéis de debate como “muito produtivos” por aproximarem os avanços da ciência da prática clínica real. Os trabalhos permitiram clarificar detalhadamente quais são “os critérios, os requisitos e os cuidados a ter para gerir estas terapêuticas cada vez mais utilizadas”, resultando em apresentações que demonstraram uma “imensa utilidade prática no nosso dia a dia” para o tratamento das leucemias agudas.</p>
<p>A 34.ª Sabatina em Hematologia decorreu a 23 de maio, em Coimbra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mudança de paradigma da DECHc: desafios e esperança na abordagem multidisciplinar</title>
		<link>https://mediconews.pt/mudanca-de-paradigma-da-dechc-desafios-e-esperanca-na-abordagem-multidisciplinar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 12:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A abordagem da doença do enxerto contra o hospedeiro crónica (DECHc) tem evoluído significativamente, impulsionada pelos avanços recentes na compreensão da sua fisiopatologia e pelo desenvolvimento de novas terapêuticas dirigidas. Num balanço das recentes sessões científicas da Sanofi, que decorreram durante o Congresso Anual da Sociedade Europeia de Transplante de Sangue e Medula (EBMT), <strong>Manuel Guerreiro</strong>, do IPO Porto, analisou os principais avanços na área, destacando a otimização da classificação diagnóstica desta doença multissistémica complexa, a necessidade de um maior envolvimento de especialistas de outras áreas e a chegada de novos fármacos que estarão em breve disponíveis na prática clínica. Assista à entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos pontos de destaque foi a especificidade da DECHc em idade pediátrica, cujas particularidades exigem uma abordagem diferenciada da aplicada aos adultos. O especialista explicou que se tornou evidente que “a DECHc pediátrica é uma entidade diferente da adulta”, uma realidade observável tanto ao nível da afetação dos órgãos como do impacto da doença no crescimento e desenvolvimento da criança. Perante este cenário de maior complexidade, defendeu que “está na altura de desenvolver centros dedicados à transplantação pediátrica que integrem pediatras”.</p>
<p>No plano farmacológico, a principal novidade centra-se na inibição da ROCK2 com o belumosudil, um fármaco que atua simultaneamente nas vias inflamatórias e fibróticas. Após a sua recente aprovação pela EMA e com a perspetiva de uma disponibilização muito breve em Portugal, abre-se uma nova esperança para os casos refratários. Nas palavras do próprio clínico, para os doentes que já esgotaram as opções terapêuticas disponíveis: &#8220;por fim vemos a luz ao fundo do túnel onde vamos tentar uma nova linha terapêutica a ver se conseguimos resolver este problema, que tem um grande impacto na qualidade de vida dos doentes&#8221;.</p>
<p>Em conclusão, Manuel Guerreiro sublinhou que a gestão desta patologia exige uma mudança de paradigma, assente num acompanhamento estruturado e numa vigilância programada, com o envolvimento multidisciplinar de especialidades como a Dermatologia, a Oftalmologia e a Ginecologia.: &#8220;a DECHc é uma doença que requer um tratamento multidisciplinar&#8221;, onde &#8220;o reconhecimento precoce e a abordagem precoce podem limitar a lesão de órgão&#8221;. Assim, o circuito do doente deve assentar numa estratégia proativa, através de um seguimento que &#8220;deve ser sistemático e não reativo&#8221;, reflete.</p>







<p>O Congresso Anual da EBMT teve a sua 52.ª edição realizada em Madrid, Espanha, entre os dias 22 e 25 de março de 2026.</p><p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/mudanca-de-paradigma-da-dechc-desafios-e-esperanca-na-abordagem-multidisciplinar/">Mudança de paradigma da DECHc: desafios e esperança na abordagem multidisciplinar</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Terapêutica com CAR-T: barreiras à equidade no acesso</title>
		<link>https://mediconews.pt/terapeutica-com-car-t-barreiras-a-equidade-no-acesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último episódio do Células de Esperança, da News Farma TV, a hematologista <strong>Joana Martins</strong>, da Unidade Local de Saúde do Algarve, analisa os obstáculos geográficos e sociais no acesso a terapias inovadoras no Algarve. Destaca a necessidade de uma rede de suporte multidisciplinar e de critérios de referenciação nacionais. Assista ao vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="05_cart cells_joana martins" src="https://player.vimeo.com/video/1152507051?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
<p><span style="box-sizing: inherit; color: #404040; font-family: Exo, sans-serif;">Acompanhe todos os episódios na </span><a style="box-sizing: inherit; color: #06ba80; font-family: Exo, sans-serif;" href="https://tv.newsfarma.pt/programs/celulas-de-esperanca/">News Farma TV</a><span style="box-sizing: inherit; color: #404040; font-family: Exo, sans-serif;">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A implementação da revolução clínica com CAR-T</title>
		<link>https://mediconews.pt/a-implementacao-da-revolucao-clinica-com-car-t/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hematologista <strong>Susana Carvalho</strong> detalha a aplicação das células CAR-T em doenças hemato-oncológicas. O novo episódio do Células de Esperança, da News Farma TV, aborda a gestão de efeitos secundários, a logística multidisciplinar e a possibilidade de cura como uma nova realidade para os doentes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/a-implementacao-da-revolucao-clinica-com-car-t/">A implementação da revolução clínica com CAR-T</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="02_cart cells_Susana Carvalho_1" src="https://player.vimeo.com/video/1152507165?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe></p>
<p><span style="color: #404040; font-family: Exo, sans-serif;">Acompanhe todos os episódios na </span><a style="box-sizing: inherit; color: #06ba80; font-family: Exo, sans-serif;" href="https://tv.newsfarma.pt/programs/celulas-de-esperanca/">News Farma TV</a><span style="color: #404040; font-family: Exo, sans-serif;">.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CAR-T em Portugal: o desafio no acesso à inovação</title>
		<link>https://mediconews.pt/car-t-em-portugal-o-desafio-no-acesso-a-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
		<category><![CDATA[Células de Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[News Farma TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No 1.º episódio do Células de Esperança da News Farma TV, o médico e fundador da BataZu Family, <strong>Tomás Lamas</strong>, analisa a revolução das células CAR-T em Portugal. O episódio explora os desafios de financiamento, o acesso dos doentes e o potencial desta terapêutica para transformar o tratamento hemato-oncológico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="padding: 56.25% 0 0 0; position: relative;"><iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" title="01_cart cells_Tomas Lamas" src="https://player.vimeo.com/video/1152506846?badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0"></iframe></div>
<p><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script></p>
<p>Acompanhe todos os episódios na <a href="https://tv.newsfarma.pt/programs/celulas-de-esperanca/">News Farma TV</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo nacional identifica novos biomarcadores de dor crónica presentes no sangue periférico</title>
		<link>https://mediconews.pt/estudo-nacional-identifica-novos-biomarcadores-de-dor-cronica-presentes-no-sangue-periferico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 13:06:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma investigação resultante de uma colaboração entre a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e a Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia-ULSGE (Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho), revelou a identificação de novos potenciais biomarcadores de dor. O estudo liderado por <strong>Hugo Ribeiro</strong> foi publicado recentemente na revista científica <em>Biomedicines</em>.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo, iniciado em 2021 na Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Gaia, da Unidade Local de Saúde Gaia e Espinho , envolveu 53 doentes com dor não oncológica. O principal avanço reside na capacidade de identificar e caracterizar a dor através de características individuais e biomarcadores presentes no sangue periférico, minimizando a dependência do autorrelato do doente.</p>
<p><strong>Resultados e Implicações</strong></p>
<p>Os investigadores identificaram que certas características individuais, como a idade, a função renal e o estado nutricional, podem ser consideradas incrementos de risco para o aparecimento de dor crónica a partir de determinados valores. No que diz respeito aos biomarcadores, foram associados à dor proteínas transmembranares dos monócitos e das plaquetas e alguns subtipos de monócitos e linfócitos.</p>
<p>Existe um grande potencial para que estes biomarcadores auxiliem na identificação da intensidade e do tipo de dor, o que poderá abrir caminho para abordagens terapêuticas mais rápidas e direcionadas.</p>
<p>O trabalho representa um importante contributo para o avanço da medicina da dor e da medicina paliativa, no âmbito da investigação translacional. O estudo foi liderado por Hugo Ribeiro, professor auxiliar convidado da FMUC e da FMUP e médico da ECSCP Gaia, contando com uma equipa multidisciplinar das três instituições envolvidas: da FMUC: Raquel Alves, Joana Jorge, Bárbara Oliveiros, Tânia Gaspar, Joana Brandão Silva, Ana Bela Sarmento Ribeiro, Marília Dourado e Ana Cristina Gonçalves; da FMUP: João Rocha Neves, António Pereira Neves e José Paulo Andrade; da ECSCP Gaia: Inês Rodrigues.</p>
<p>Aceda ao <em>paper</em> <a href="https://www.myhematologia.pt/images/biomedicines-14-00176.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/estudo-nacional-identifica-novos-biomarcadores-de-dor-cronica-presentes-no-sangue-periferico/">Estudo nacional identifica novos biomarcadores de dor crónica presentes no sangue periférico</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Com o crescente uso de novas armas terapêuticas, passou a ser sempre feita a monitorização sérica do valor de imunoglobulinas”</title>
		<link>https://mediconews.pt/com-o-crescente-uso-de-novas-armas-terapeuticas-passou-a-ser-sempre-feita-a-monitorizacao-serica-do-valor-de-imunoglobulinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 10:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hipogamaglobulinemia é uma infeção que surge frequente em doentes hemato-oncológicos. <strong>Manuel Neves</strong>, especialista em Hematologia na Fundação Champalimaud, reflete sobre em que doenças e tratamentos é mais frequente o desenvolvimento de imunodeficiências secundárias e quais os aspetos mais importantes a vigiar no acompanhamento destes doentes. Leia a entrevista.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/com-o-crescente-uso-de-novas-armas-terapeuticas-passou-a-ser-sempre-feita-a-monitorizacao-serica-do-valor-de-imunoglobulinas/">“Com o crescente uso de novas armas terapêuticas, passou a ser sempre feita a monitorização sérica do valor de imunoglobulinas”</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>News Farma (NF) | Estima-se que quatro a cinco pessoas com doença hemato-oncológica, podem desenvolver uma infeção em consequência da patologia de base ou do tratamento da mesma. De que forma os médicos, em Portugal, estão suficientemente alerta para o risco de hipogamaglobulinemia e infeções em doentes hemato-oncológicos?</strong></p>
<p><strong>Manuel Neves (MN) |</strong> Sim, a infeção é uma consequência frequente nos doentes hemato-oncológicos e para a qual a comunidade hematológica sempre esteve alerta. A hipogamaglobulinemia secundária também sempre existiu, mas com os anticorpos biespecíficos e CAR-T <em>cells</em> passou a ter um significado clínico maior. Com o aumento do uso destas classes de fármacos, esse alerta passou a estar mais presente e é umas maiores preocupações na gestão destes doentes.</p>
<p><strong>NF | Como compara a realidade portuguesa com a europeia no diagnóstico e acompanhamento destas complicações?</strong></p>
<p><strong>MN |</strong> Não julgo que haja diferença. A única que poderá existir é o facto de noutros países a aprovação para biespecíficos e CAR-T ser mais antiga (ou mais abrangente) e haver um uso que permite mais conhecimento no diagnóstico e acompanhamento, mas as <em>guidelines</em> seguidas são as mesmas.</p>
<p><strong>NF | Em que doenças e tratamentos é mais frequente o desenvolvimento de imunodeficiências secundárias?</strong></p>
<p><strong>MN |</strong> Falando especificamente das hipogamaglobulinemias ligadas a terapêutica, nas patologias em que sejam feitos anticorpos biespecíficos e CAR-T cells – linfoma difuso de grandes células B e mieloma múltiplo sobretudo. Também os doentes submetidos a transplante, sobretudo alogénico, têm este quadro, mas o aumento recente da hipogamaglobulinemia com aumento de infeções e com necessidade de tratamento deve-se a estas novas terapêuticas.</p>
<p><strong>NF | Como é feito atualmente o diagnóstico e quais os principais motivos de atraso?</strong></p>
<p><strong>MN |</strong> A hipogamaglobulinemia é diagnosticada de maneira simples, com a monitorização sérica dos valores de imunoglobulinas e não costuma haver atraso nesse diagnóstico. Com o crescente uso destas novas armas terapêuticas, passou a ser sempre feita a monitorização sérica do valor de imunoglobulinas.</p>
<p><strong>NF | Quais os aspetos mais importantes a vigiar no acompanhamento destes doentes?</strong></p>
<p><strong>MN |</strong> A clínica ligada a infeções e sobretudo infeções respiratórias, que são as mais comuns: febre, dispneia e tosse. Na verdade, a larguíssima maioria dos doentes hemato-oncológicos sob tratamento tem que saber os sinais e sintomas de alerta de infeções, mas mais especificamente os doentes sob tratamento com biespecíficos ou que tenham feito CAR-T cells ou transplante (sobretudo alogénico) têm que saber que devem comunicar estes sintomas à sua equipa médica. Além da identificação das infeções, deve ser feita a identificação dos doentes com infeções recorrentes.</p>
<p><strong>NF | Que opções terapêuticas existem e quando é indicado iniciar tratamento com imunoglobulinas?</strong></p>
<p><strong>MN |</strong> A terapêutica é feita com imunoglobulina, que pode ser feita de modo endovenoso ou subcutâneo. O uso de imunoglobulina subcutânea requer treino das equipas de Hospital de Dia, mas depois tem um tempo de infusão menor e menos efeitos secundários.</p>
<p>Existem <em>guidelines</em> publicadas acerca da reposição – em doentes submetidos a BITEs ou CAR-T <em>cells</em> deve ser feita a reposição se a IgG estiver abaixo dos 400mg/dL ou se houver, independentemente do valor da IgG, infeções recorrentes apesar das profilaxias recomendadas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/com-o-crescente-uso-de-novas-armas-terapeuticas-passou-a-ser-sempre-feita-a-monitorizacao-serica-do-valor-de-imunoglobulinas/">“Com o crescente uso de novas armas terapêuticas, passou a ser sempre feita a monitorização sérica do valor de imunoglobulinas”</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
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		<title>Jornadas da APCL permitem &#8220;partilhar experiências e refletir em conjunto sobre os principais desafios da Hemato-oncologia em Portugal&#8221;</title>
		<link>https://mediconews.pt/jornadas-da-apcl-permitem-partilhar-experiencias-e-refletir-em-conjunto-sobre-os-principais-desafios-da-hemato-oncologia-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 16:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num balanço "muito positivo" da 6.ª edição das Jornadas da Associação Portuguesa contra a Leucemia (APCL), <strong>Lara Cunha</strong>, diretora-executiva da APCL, reflete sobre os temas desta edição e a "participação ativa de doentes, cuidadores, profissionais de saúde e decisores". Além disso, reflete sobre aquele que se avizinha ser o futuro da Hemato-Oncologia. Leia a entrevista.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>News Farma (NF) | Qual o balanço desta edição das Jornadas da APCL?</strong></p>
<p><strong>Lara Cunha (LC) |</strong> O balanço da sexta edição das Jornadas Nacionais da APCL é muito positivo. Conseguimos reunir cerca de 200 participantes em formato presencial e aproximadamente cem <em>online</em>, o que demonstra um interesse real e uma participação ativa de doentes, cuidadores, profissionais de saúde e decisores. O formato híbrido permitiu chegar a mais pessoas e tornar a discussão mais inclusiva. Ao longo das várias sessões foi possível partilhar experiências, atualizar conhecimento e refletir em conjunto sobre os principais desafios da Hemato-Oncologia em Portugal, reforçando o papel da APCL como um espaço de diálogo e de proximidade com a comunidade que representa.</p>
<p><strong>NF | Que sessões gostaria particularmente de destacar?</strong></p>
<p><strong>LC |</strong> Houve várias sessões particularmente marcantes, pela relevância dos temas e pelo impacto junto dos participantes. Destacaria o lançamento da aplicação “O Meu Sangue”, que representa um passo importante no apoio direto aos doentes e cuidadores, ao disponibilizar informação fiável e ferramentas úteis para a gestão do dia a dia das pessoas com doença. Foi também muito relevante o painel dedicado ao papel dos doentes e das associações na evolução das políticas de saúde, que juntou diferentes entidades do sistema de saúde e permitiu uma reflexão sobre acesso, regulação e participação dos doentes. Sublinharia também a sessão sobre transformação digital do SNS e o painel sobre terapias CAR-T e Medicina de Precisão, onde se juntaram clínicos, gestores e o testemunho de uma doente, mostrando os desafios e as oportunidades da inovação em Hemato-Oncologia.</p>
<p><strong>NF | Como olha para o futuro da Hemato-Oncologia e dos cuidados prestados a estes doentes?</strong></p>
<p><strong>LC |</strong> O futuro da Hemato-Oncologia está a ser marcado pela inovação, com terapias de precisão e imunoterapias que permitem tratamentos mais direcionados, eficazes e com menos efeitos secundários para muitos doentes. Ao mesmo tempo, alguns cancros do sangue passam a ser vividos como doenças crónicas, o que obriga a olhar não só para o “tratamento”, mas para a forma como as pessoas vivem anos com a doença e com o impacto que ela tem no dia a dia.</p>
<p>Isto torna ainda mais importante ter equipas multidisciplinares, melhor articulação entre centros e serviços e investir mais em literacia em saúde, Saúde Mental e apoio social a doentes e cuidadores. As associações de doentes terão um papel cada vez mais relevante: a dar voz às necessidades reais das pessoas, apoiar famílias, promover literacia em saúde e influenciar políticas públicas para garantir acesso equitativo à inovação e a cuidados mais humanos.</p>
<p>O futuro dos cuidados também já se reflete em programas como o APCL CARES – Jornada do Paciente, que reconhecem que cada pessoa é única, com necessidades, expetativas e ritmos diferentes. Por isso, a resposta deve ser personalizada e ajustada a cada percurso individual, podendo envolver acompanhamento psicológico, apoio nutricional, aconselhamento jurídico, orientação sobre direitos sociais ou outros tipos de apoio especializado. Trata-se de cuidar do doente como um ser integral, e não apenas da doença.</p>
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		<title>Imunofenotipagem por citometria de fluxo: um aliado no diagnóstico e decisão terapêutica</title>
		<link>https://mediconews.pt/imunofenotipagem-por-citometria-de-fluxo-um-aliado-no-diagnostico-e-decisao-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hematologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Joana Caetano</strong>, da Fundação Champalimaud, participou na Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Hematologia com a abordagem ao tema “Imunofenotipagem por citometria de fluxo”. A imunofenotipagem por citometria de fluxo tem-se afirmado como uma ferramenta decisiva na hematologia e, nesse sentido, a especialista destacou o seu papel central tanto no diagnóstico como na avaliação da resposta terapêutica através da doença residual mensurável, sublinhando a importância da integração entre as áreas laboratorial e clínica. Assista à entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“O papel da imunofenotipagem por citometria de fluxo é essencial no diagnóstico e na avaliação de resposta por doença residual mensurável”, afirmou Joana Caetano, salientando que esta técnica permite “integrar os dados laboratoriais com os resultados clínicos para alcançar um diagnóstico mais preciso de mieloma múltiplo”.</p>
<p>A médica explicou que a citometria de fluxo ajuda a “distinguir situações de mieloma das gamapatias monoclonais de significado indeterminado ou do mieloma indolente, que ainda não necessitam de tratamento”.</p>
<p>No contexto terapêutico, Joana Caetano destacou que a técnica “evoluiu para uma ferramenta muito mais sensível” e que hoje é “crucial na decisão terapêutica dos hematologistas, permitindo avaliar se é possível descontinuar a terapêutica, se os doentes atingem respostas mais profundas ou, pelo contrário, se há necessidade de intensificar o tratamento”.</p>
<p>“É fundamental aproximar as áreas laboratorial e clínica”, reforçou. “É importante que os clínicos e os hematologista que tratam estes doentes percebam o que é que o laboratório pode trazer de valor no diagnóstico, o que o laboratório pode trazer de valor na avaliação da resposta que os seus doentes estão a ter às terapêuticas e, no fundo, perceber como é que chegamos a estes resultados”, conclui.</p>
<p>A sessão organizada pelo Grupo Português de Mieloma Múltiplo, decorreu no primeiro dia do evento que, este ano, decorre entre os dias 6 e 8 de novembro.</p>
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