<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Farmácia - Médico News</title>
	<atom:link href="https://mediconews.pt/category/farmacia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mediconews.pt/category/farmacia/</link>
	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 14:05:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://mediconews.pt/wp-content/uploads/2022/08/cropped-MedicoNews_favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Farmácia - Médico News</title>
	<link>https://mediconews.pt/category/farmacia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O papel da farmácia comunitária na adesão à terapêutica: um pilar na gestão coordenada e próxima do doente crónico</title>
		<link>https://mediconews.pt/o-papel-da-farmacia-comunitaria-na-adesao-a-terapeutica-um-pilar-na-gestao-coordenada-e-proxima-do-doente-cronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=46269</guid>

					<description><![CDATA[<p>A propósito do Dia Mundial da Adesão, que se assinalou a 27 de março, <strong>Ema Paulino</strong>, presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), conversou com a News Farma sobre a importância desta efeméride e analisou os resultados do inquérito “Adesão à Terapêutica na Doença Crónica – A Visão dos Doentes”, realizado este ano em Portugal. Com 40% dos doentes a admitirem o incumprimento da medicação, a farmacêutica destaca a proximidade e a capacidade de intervenção das farmácias comunitárias como elementos fundamentais para inverter este cenário e garantir melhores resultados em saúde. Assista aos vídeos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/o-papel-da-farmacia-comunitaria-na-adesao-a-terapeutica-um-pilar-na-gestao-coordenada-e-proxima-do-doente-cronico/">O papel da farmácia comunitária na adesão à terapêutica: um pilar na gestão coordenada e próxima do doente crónico</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Entrevista Ema Paulino - vídeo 1" src="https://player.vimeo.com/video/1181119413?h=214ecd7f8b&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe><br />
Para Ema Paulino, a criação do Dia Mundial da Adesão – assinalado a 27 de março desde 2025 – reveste-se de uma “importância estratégica” ao colocar na agenda pública um problema que considera ser “estrutural dos sistemas de saúde”. Apesar de ser uma questão transversal, a presidente da ANF nota que tem recebido “pouca atenção por parte das entidades” e que, embora os profissionais de saúde estejam conscientes do “impacto significativo em termos dos resultados em saúde que se pretende obter”, ainda existem “poucas respostas formais e estruturais”.</p>
<p>“Unir sociedades científicas, a sociedade civil de uma forma global, os profissionais de saúde” e também “os reguladores e o Ministério da Saúde” poderá ser, na perspetiva de Ema Paulino, “particularmente relevante”. “Mais do que a sensibilização, trata-se aqui de uma oportunidade clara para criar alinhamento entre os diferentes <em>stakeholders</em> e acelerar a implementação de soluções concretas que respondam a esta questão”, remata.</p>
<p>A propósito do Dia Mundial da Adesão 2026, a Spirituc, empresa portuguesa especializada em estudos de mercado e sondagens de opinião, realizou um inquérito, com o apoio da Servier Portugal intitulado “Adesão à Terapêutica na Doença Crónica – A Visão dos Doentes”.<br />
<iframe title="Entrevista Ema Paulino - vídeo 2" src="https://player.vimeo.com/video/1181119670?h=52a5fca0ce&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe><br />
Este inquérito revelou que 40% dos doentes no nosso país não cumprem a medicação de forma consistente, com o esquecimento a ser a principal causa. Segundo Ema Paulino, estes dados vêm “confirmar que estamos, efetivamente, perante um problema que tem uma grande magnitude em Portugal, à semelhança daquilo que já se conhecia para outros países” e que já levou “várias organizações internacionais” a recomendarem “medidas concretas para combater este problema”.</p>
<p>“O facto de o esquecimento ser apontado como causa principal evidencia que, em muitos casos, estamos perante uma não adesão que é não intencional”, afirma, acrescentando: “Isto faz com que tenhamos aqui oportunidades a nível dos profissionais de saúde para implementar precisamente estratégias que possam apoiar as pessoas neste sentido e, em particular, pessoas que têm uma complexidade terapêutica maior e que, portanto, necessitem deste suporte com iniciativas concretas”.</p>
<p>Neste contexto, as farmácias comunitárias surgem como um pilar de suporte, especialmente para intervenções concretas como a “preparação individualizada da medicação, a ajuda, por exemplo, na calendarização de alertas para a toma ou mesmo em contactos proativos para estimular o refill quando se perspetiva que a pessoa tenha a sua terapêutica crónica a terminar”.</p>
<p>“Estes números preocupam-nos, mas demonstram-nos que existe aqui uma elevada margem de intervenção e que há iniciativas concretas e relativamente simples que podem, de facto, abordar este problema multifatorial”, reforça.<br />
<iframe title="Entrevista Ema Paulino - vídeo 3" src="https://player.vimeo.com/video/1181119863?h=580a2b1000&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe><br />
Outro dado que salta à vista neste estudo é o aumento de doentes que deixam de se medicar por se “sentirem bem”. Questionada sobre a forma como as farmácias podem atuar para combater esta falsa sensação de segurança em patologias “silenciosas” como a hipertensão ou a dislipidemia, Ema Paulino começa por enquadrar este fenómeno na “não adesão intencional, que é frequentemente associada à perceção da ausência de necessidade terapêutica quando não existem sintomas”.</p>
<p>A presidente da ANF alerta que a maioria das doenças crónicas com maior prevalência, como a hipertensão ou a dislipidemia, são silenciosas, mas produzem “efeitos a longo prazo”. “Nesta perspetiva, todos os profissionais de saúde têm aqui um papel crítico, mas em particular as farmácias, por um lado, ao nível do reforço da literacia em saúde”, explana, completando: “Por outro lado, também traduzir aquilo que é o risco clínico numa linguagem mais compreensível”.</p>
<p>De acordo com Ema Paulino, é preciso “explicar que, quando estas doenças não estão controladas, aquilo que vai existir é um risco cardiovascular” que vai aumentar ao longo dos anos, mas sempre através de uma “mensagem que as pessoas possam compreender”. Além disso, é necessário explicar “como é que as pessoas podem automonitorizar-se” e “saber como é que estão ao nível da sua saúde”.</p>
<p>“Portanto, aqui, há um grande trabalho a ser feito ao nível destes diferentes eixos, para que as pessoas também percebam que o facto de não terem sintomas não quer dizer que a doença se encontra controlada, nem que não vão ter uma complicação, quer a curto prazo, quer mais a médio-longo prazo, relacionada com estas doenças”, assevera Ema Paulino.<br />
<iframe loading="lazy" title="Entrevista Ema Paulino - vídeo 4" src="https://player.vimeo.com/video/1181120041?h=15296a741a&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe><br />
Quase metade dos inquiridos no estudo foi classificado como “não literado” em saúde e muitos não admitem falhas na medicação ao farmacêutico por acharem que não é relevante. Mais ainda, mais de metade dos doentes são polimedicados, pelo que a simplificação do regime terapêutico se torna imperativa.</p>
<p>No que diz respeito ao papel central que as farmácias comunitárias podem ter na simplificação da linguagem médica e educação dos doentes, bem como na organização da sua rotina terapêutica, Ema Paulino defende a personalização da narrativa e a adequação da comunicação ao nível sociocultural de cada pessoa. “Pedir para haver quase que um devolver da mensagem para saber se ela foi efetivamente bem percecionada” é uma das estratégias sugeridas para garantir decisões esclarecidas.</p>
<p>Tal como mencionado pela presidente da ANF, as farmácias comunitárias podem ter também “um papel ao nível da revisão e de simplificação das terapêuticas”. Neste âmbito, Ema Paulino mencionou um “um estudo piloto no norte do país que permitiu, numa colaboração entre os centros de saúde e as farmácias comunitárias da região, identificarem-se pessoas elegíveis para descontinuar um determinado medicamento” e confirmar que a “desprescrição – como se chama a nível internacional – ou simplificação do regime terapêutico, é possível” quando há um “trabalho colaborativo entre as farmácias e os centros de saúde e, nomeadamente, entre o farmacêutico comunitário e o médico prescritor”.</p>
<p>“Esta intervenção, no fundo, estruturada, pode transformar um regime complexo num plano que seja exequível e que seja sustentável no dia a dia para aquela pessoa”, sublinha.<br />
<iframe loading="lazy" title="Entrevista Ema Paulino - vídeo 5" src="https://player.vimeo.com/video/1181120306?h=6a6889a19b&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" width="780" height="439" frameborder="0"></iframe><br />
Como mensagem final, Ema Paulino diz que “a melhoria da adesão exige, acima de tudo, uma abordagem integrada que esteja alinhada entre todos os stakeholders” e “entre a equipa multidisciplinar que acompanha aquela pessoa, juntamente com a própria pessoa”. Esta abordagem deve ser centrada nas necessidades dos doentes e também nas suas expectativas e preferências, e de ser baseada na “proximidade, para que a pessoa possa ser acompanhada ao longo do tempo”.</p>
<p>“E eu destacaria eventualmente aqui alguns pilares fundamentais. Por um lado, um acompanhamento que seja contínuo e que seja personalizado, ou seja, identificar quais é que são as barreiras daquela pessoa em particular e poder encontrar estratégias que possam responder a aquelas barreiras individuais identificadas. Por outro lado, aqui também a utilização de tecnologias de suporte. Aqueles dispositivos que eu falava, da preparação individualizada da medicação, mas também os alertas”, descreve, introduzindo ainda a importância do “envolvimento dos cuidadores”, especialmente nos casos de doentes que “têm maior idade ou estão mais dependentes”, assim como as mais-valias da “articulação entre os diferentes profissionais de saúde”.</p>
<p>Em suma, na perspetiva de Ema Paulino, “a adesão não depende de uma única intervenção, mas essencialmente da capacidade que temos de criar um ecossistema de cuidados que seja coordenado, integrado, próximo e orientado para resultados em saúde”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/o-papel-da-farmacia-comunitaria-na-adesao-a-terapeutica-um-pilar-na-gestao-coordenada-e-proxima-do-doente-cronico/">O papel da farmácia comunitária na adesão à terapêutica: um pilar na gestão coordenada e próxima do doente crónico</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Farmacêuticos destacam o seu papel na promoção da adesão à terapêutica</title>
		<link>https://mediconews.pt/farmaceuticos-destacam-o-seu-papel-na-promocao-da-adesao-a-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gonçalo Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 08:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Farmácia]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Adesão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=39958</guid>

					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Adesão, <strong>Ema Paulino</strong>, presidente da Associação Nacional de Farmácias, sublinhou o papel crucial dos farmacêuticos na promoção da adesão à terapêutica, um desafio que a Organização Mundial de Saúde estima afetar 50% da população. Veja o depoimento.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/farmaceuticos-destacam-o-seu-papel-na-promocao-da-adesao-a-terapeutica/">Farmacêuticos destacam o seu papel na promoção da adesão à terapêutica</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ema Paulino defende que os farmacêuticos, enquanto parte de uma equipa multidisciplinar, podem aconselhar os doentes sobre a toma correta dos medicamentos, esclarecer dúvidas e promover a persistência nos tratamentos, especialmente em patologias crónicas.</p>
<p>A presidente da ANF realçou ainda a importância do farmacêutico no apoio ao doente, nomeadamente na implementação de estratégias para evitar o esquecimento da toma.</p>
<p>Incentiva uma abordagem colaborativa entre todos os profissionais de Saúde, utilizando também as tecnologias e os registos de Saúde eletrónicos para identificar e apoiar os doentes com maior risco de não adesão, com o objetivo último de melhorar o controlo das doenças, reduzir as hospitalizações e aumentar a qualidade e a expectativa de vida dos doentes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/farmaceuticos-destacam-o-seu-papel-na-promocao-da-adesao-a-terapeutica/">Farmacêuticos destacam o seu papel na promoção da adesão à terapêutica</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
