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	<title>Arquivo de Alergologia - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 09:31:55 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Alergologia - Médico News</title>
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	<item>
		<title>Europa aprova o primeiro medicamento direcionado para crianças com UCE</title>
		<link>https://mediconews.pt/terapeutica-biologica-recebe-parecer-europeu-positivo-para-uce-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão europeia aprovou uma terapêutica biológica, direcionada para o tratamento da urticária crónica espontânea (UCE) em idade pediátrica. A indicação abrange crianças dos dois aos 11 anos com doença moderada a grave, cuja sintomatologia não está adequadamente controlada com anti-histamínicos H1 e que não receberam previamente terapêutica anti-IgE para esta patologia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As opções de tratamento anteriores para crianças pequenas com UCE deixaram muitos doentes com a doença descontrolada, onde o aparecimento imprevisível de prurido e da urticária continuava a perturbar as suas rotinas diárias”, afirma Alyssa Johnsen, <em>Global Therapeutic Area Head, Immunology Development</em> na Sanofi.</p>
<p>A decisão baseia-se em evidência proveniente do programa de desenvolvimento clínico LIBERTY-CUPID, incluindo dois ensaios de fase 3 em crianças dos seis aos 11 anos (NCT04180488), bem como o estudo de fase 3 CUPIDKids, que incluiu crianças dos dois aos 11 anos com UCE (NCT05526521).</p>
<p>Os dados dos ensaios clínicos evidenciaram que o dupilumab proporcionou uma redução significativa da atividade da urticária, avaliada através de um índice composto de prurido e número de pápulas, bem como das medidas individuais de gravidade destes sintomas, quando comparado com placebo na semana 24. Observou-se ainda um aumento relevante da proporção de doentes com doença bem controlada e com resposta completa no mesmo período.</p>
<p>Relativamente à segurança, os resultados obtidos mostraram-se globalmente consistentes com o perfil de segurança já estabelecido do dupilumab nas suas indicações dermatológicas aprovadas. As reações adversas mais frequentemente reportadas incluíram reações no local de injeção, conjuntivite (incluindo conjuntivite alérgica), artralgia, herpes oral e eosinofilia. Foram também descritas outras reações no local de administração, como induração, dermatite, equimose ou hematoma, em adultos e adolescentes com UCE. Entre os eventos adversos mais comuns (≥5%) observados com dupilumab, em comparação com placebo, destacou-se a COVID-19. Nos doentes pediátricos entre os dois e os 11 anos, o perfil de segurança revelou-se, de forma geral, consistente com o observado em adultos e adolescentes tratados para a mesma condição.</p>
<p>Segundo George D. Yancopoulos, <em>Board co-chair, president and chief scientific officer</em> da Regeneron, este é &#8220;o medicamento inovador baseado em anticorpos mais amplamente utilizado no mundo, e esta quarta aprovação para crianças pequenas com doenças crónicas, causadas em parte pela inflamação do tipo 2, traz a sua eficácia comprovada e perfil de segurança a longo prazo para mais uma população vulnerável que necessita&#8221;.</p>
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		<title>“A inflamação tipo 2 é a causa comum de muitas manifestações clínicas, e tratar o doente como um todo permite controlar várias patologias com uma só terapêutica”</title>
		<link>https://mediconews.pt/a-inflamacao-tipo-2-e-a-causa-comum-de-muitas-manifestacoes-clinicas-e-tratar-o-doente-como-um-todo-permite-controlar-varias-patologias-com-uma-so-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 09:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<category><![CDATA[TOP PICKS Derma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão da inflamação tipo 2 como o mecanismo fisiopatológico subjacente a várias doenças atópicas desencadeou uma verdadeira mudança de paradigma na abordagem clínica do doente. No 14.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), durante o simpósio da Sanofi intitulado “Para além do controlo clínico: A inflamação tipo 2 como causa comum”, <strong>Célia Costa</strong>, médica especialista em Imunoalergologia da criança e do adulto, defendeu a urgência de olhar para o doente como um todo. Em entrevista, a médica destaca o impacto transformador da intervenção atempada na infância, capaz de travar a marcha atópica e reduzir significativamente comorbilidades não alérgicas, incluindo as alterações emocionais e comportamentais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/a-inflamacao-tipo-2-e-a-causa-comum-de-muitas-manifestacoes-clinicas-e-tratar-o-doente-como-um-todo-permite-controlar-varias-patologias-com-uma-so-terapeutica/">“A inflamação tipo 2 é a causa comum de muitas manifestações clínicas, e tratar o doente como um todo permite controlar várias patologias com uma só terapêutica”</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente vistas como patologias estanques, manifestações como a dermatite atópica, a asma brônquica e a esofagite eosinofílica partilham, na verdade, a mesma base fisiopatológica. “A inflamação tipo 2 é um mecanismo subjacente a muitas das doenças atópicas”, elucida a especialista, acrescentando que a esofagite eosinofílica foi recentemente integrada nesta &#8220;marcha atópica&#8221;, sendo reconhecida como mais uma expressão clínica deste processo.</p>
<p>Célia Costa lembra que a grande maioria dos doentes não apresenta uma patologia isolada, mas sim quadros de multimorbilidade. “A maioria dos nossos doentes têm duas ou mais patologias atópicas (&#8230;), nomeadamente dermatite atópica, alergia alimentar, esofagite eosinofílica, rinite alérgica e asma brônquica”. Perante este cenário, a grande vantagem atualmente reside na eficácia da centralização do tratamento: “Abordar o doente como um todo, não apenas como um sintoma ou como um órgão isolado, tem uma mais-valia significativa na evolução clínica. Nestes doentes, com uma mesma terapêutica, muitas vezes conseguimos controlar toda a inflamação tipo 2 e, portanto, todas estas manifestações clínicas”.</p>
<p><strong>A urgência da abordagem multidisciplinar</strong></p>
<p>Uma vez que o mesmo processo fisiopatológico afeta diferentes órgãos e sistemas, é frequente que o doente fragmente o seu percurso de saúde por múltiplas especialidades médicas. “O doente, muitas vezes com asma, recorre a uma determinada especialidade; com dermatite atópica recorre a outra especialidade; com esofagite eosinofílica, a outra especialidade”.</p>
<p>Para contrariar esta dispersão e garantir que o doente beneficia de um cuidado integrado, a imunoalergologista preconiza a criação de pontes entre os diferentes profissionais. “O doente é um todo. (&#8230;) Uma equipa multidisciplinar é uma mais-valia para estes doentes. É o que deveria ser feito”. De acordo com a médica, o mote da sessão — “para além do controlo clínico” — espelha precisamente a ambição de ir além do alívio sintomático de uma única queixa para focar na remissão do mecanismo inflamatório de base, o que “vai melhorar o prognóstico dos nossos doentes”.</p>
<p><strong>Intervenção precoce: travar a marcha atópica e proteger o desenvolvimento</strong></p>
<p>Um dos pontos altos da reflexão prende-se com a janela de oportunidade terapêutica em idades muito jovens. Célia Costa cita evidências científicas robustas que demonstram o impacto de intervir atempadamente em crianças entre os seis meses e os cinco anos de idade com quadros de dermatite atópica moderada a grave. “A intervenção precoce com um fármaco que bloqueia a inflamação tipo 2, em comparação com outras terapêuticas sistémicas (&#8230;), consegue reduzir significativamente o risco de várias comorbilidades”, revela.</p>
<p>Essa proteção traduz-se em duas grandes frentes:</p>
<ul>
<li>Comorbilidades atópicas: Consegue-se efetivamente &#8220;travar a evolução da marcha atópica&#8221;, registando-se uma diminuição significativa futura de asma brônquica e de rinite alérgica.</li>
<li>Impacto não atópico e sistémico: O tratamento precoce diminui significativamente o risco de aparecimento de comorbilidades não atópicas, como infeções gastrointestinais, respiratórias e cutâneas. Adicionalmente, mitiga complicações associadas à privação do sono e ao sofrimento crónico da pele, como alterações de humor e distúrbios comportamentais (onde se incluem as síndromes de hiperatividade e défice de atenção), entre outras.</li>
</ul>
<p><strong>O futuro do tratamento </strong></p>
<p>O advento de soluções terapêuticas focadas em bloquear especificamente as vias da inflamação tipo 2 coloca a Medicina atual num patamar de grande otimismo. “Conseguirmos tratar a inflamação tipo 2 (&#8230;) já nos coloca com uma grande vantagem relativamente a alguns anos atrás. Portanto, a evolução e o prognóstico destes doentes vão melhorar significativamente”.</p>
<p>Perspetivando os próximos anos, Célia Costa antevê que o sucesso clínico dependerá da capacidade de adequar estas novas terapêuticas biológicas à diversidade com que as doenças se manifestam em cada indivíduo. “Sabemos que a expressão clínica muitas vezes tem fenótipos diferentes. E se conseguirmos terapêuticas que vão controlar o mecanismo pelo qual aquela criança tem aquele fenótipo, será uma mais-valia no futuro”.</p>
<p>O 14.º Congresso da SPAP aconteceu em Fátima, durante o mês de maio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Asma na adolescência: o desafio do subdiagnóstico permanece</title>
		<link>https://mediconews.pt/asma-na-adolescencia-o-desafio-do-subdiagnostico-permanece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 14:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A asma na adolescência continua a enfrentar dois problemas centrais: diagnóstico insuficiente e controlo terapêutico inadequado. O alerta foi deixado pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), <strong>Libério Ribeiro</strong>, em entrevista a propósito a 12.ª Reunião Temática, dedicada aos Desafios da Asma na Adolescência. Assista às declarações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Libério Ribeiro sublinha que a adolescência constitui um período particularmente complexo para a gestão da doença. As alterações hormonais, o crescimento acelerado e as mudanças comportamentais típicas desta fase da vida podem interferir com o controlo da asma. A procura de novas experiências, a influência dos pares e a tendência para contestar a autoridade parental contribuem, muitas vezes, para uma menor adesão à terapêutica.</p>
<p>“Muitos adolescentes tendem a negar a doença e têm vergonha de utilizar os inaladores, o que se traduz frequentemente numa adesão terapêutica insuficiente”, diz.</p>
<p>Dados do estudo internacional ISAAC [<em>International Study of Asthma and Allergies in Childhood</em>], que incluiu Portugal, indicam que cerca de 15% dos adolescentes entre os 13 e os 14 anos têm diagnóstico clínico de asma. Uma parte significativa destes jovens continua, porém, a apresentar sintomas respiratórios, sugerindo controlo insuficiente da doença. Por outro lado, o número de adolescentes que refere episódios de pieira ou dificuldade respiratória é superior ao número de diagnósticos estabelecidos, apontando para um subdiagnóstico relevante nesta faixa etária.</p>
<p>A 12.ª Reunião Temática da SPAP reuniu mais de 100 participantes, em Tomar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Libério Ribeiro defende equilíbrio entre tecnologia e humanismo na prática clínica</title>
		<link>https://mediconews.pt/liberio-ribeiro-defende-equilibrio-entre-tecnologia-e-humanismo-na-pratica-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 10:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=41354</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente do 13.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), <strong>Libério Ribeiro</strong>, traça um balanço positivo do encontro, destacando o aumento progressivo da participação e a presença crescente de jovens profissionais na área da Alergologia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Temos assistido a um aumento da participação, não só em número, mas também na qualidade. Nota-se a injeção de sangue novo na especialidade, o que é extremamente reconfortante”, afirma.</p>
<p>A edição deste ano incluiu sessões de comunicações livres e um curso dedicado à micologia e à sua relevância no diagnóstico e tratamento de alergias, iniciativas que registaram elevada adesão. O programa científico foi, segundo Libério Ribeiro, construído com um propósito eclético, abrangendo diversas áreas da especialidade e integrando temas emergentes.</p>
<p>Sob o lema “Inteligência Artificial”: Trigo e Joio, o congresso promoveu uma reflexão profunda sobre o impacto da IA na Medicina. O presidente sublinha o enorme potencial destas ferramentas para melhorar a precisão diagnóstica, otimizar a gestão de dados clínicos e aliviar tarefas burocráticas.</p>
<p>Contudo, alerta também para os riscos da sua adoção indiscriminada. “A empatia, o toque, o tempo dedicado ao doente são elementos insubstituíveis. Se um médico passa nove minutos a olhar para o ecrã e apenas um a escutar o doente, algo se perde”.</p>
<p>Sobre a aplicação da Inteligência Artificial, deixou um aviso claro: “Temos de saber separar o trigo do joio. Precisamos de regulação e vigilância para garantir que esta tecnologia serve o doente, e não interesses paralelos, como os das seguradoras ou plataformas comerciais.”</p>
<p>O Congresso decorreu de 29 a 31 de maio, no Luso.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Além da pele: anticorpo monoclonal no tratamento da dermatite atópica e de outras comorbilidades</title>
		<link>https://mediconews.pt/alem-da-pele-anticorpo-monoclonal-no-tratamento-da-dermatite-atopica-e-de-outras-comorbilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 10:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=41273</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio que contou com a presença de <strong>Frederico Regateiro</strong>, especialista em Imunoalergologia, abordou o tema da dermatite atópica e o tratamento com anticorpo monoclonal humano da classe IgG4 aprovado para esta condição, a partir de uma perspetiva menos convencional. Assista à entrevista.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/alem-da-pele-anticorpo-monoclonal-no-tratamento-da-dermatite-atopica-e-de-outras-comorbilidades/">Além da pele: anticorpo monoclonal no tratamento da dermatite atópica e de outras comorbilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em vez de se concentrar exclusivamente na eficácia do medicamento sobre as lesões cutâneas e o prurido provocadas pela dermatite atópica, eficácia esta já sobejamente confirmada, na sua apresentação o imunoalergologista destacou os benefícios do dupilumab para além da pele e em outras comorbilidades muitas vezes presentes em doentes com dermatite atópica. &#8220;Falamos da eficácia destes medicamentos em termos dos outcomes da pele, da melhoria das lesões e do prurido”. Contudo, o foco nesta sua apresentação foram outros dados ainda não tão conhecidos, &#8220;melhorias em outras patologias, em comorbilidades da dermatite atópica que também se obtêm com o tratamento com dupilumab”.</p>
<p>A ideia central desenvolvida pelo especialista mostrou que o dupilumab pode ter melhorias em todas as idades, crianças, adolescentes e adultos, de acordo com as diferenças nas manifestações e comorbilidades próprias de cada uma dessas faixas etárias. O tratamento com dupilumab para além dos benefícios ao nível da pele, também atua de forma sistémica, oferecendo benefícios para além da pele. Como por exemplo, nas crianças os benefícios no crescimento derivado de voltarem a dormir de noite, permitindo que a hormona do crescimento cumpra o seu papel, da redução na utilização de corticoides. Nos adolescentes, o grande impacto nos fatores psicológicos derivado do desaparecimento das lesões cutâneas. Nos adultos, alguns estudos mostram os benefícios nos fatores de risco cardiovasculares.</p>
<p>Frederico Regateiro conclui com uma mensagem clara sobre a necessidade de adotar uma abordagem holística. “Temos de ver as pessoas como um todo e as pessoas não são só a sua pele, as suas lesões e o seu prurido. Têm muitas outras coisas que as afetam tanto como as lesões.&#8221; Assim, sublinhou a importância de considerar o doente como um todo, com múltiplas dimensões afetadas pela dermatite atópica, e de reconhecer que &#8220;em doentes que têm dermatite atópica e uma série de outros problemas, podemos melhorar não só a questão da pele, mas também tudo o resto.&#8221;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/alem-da-pele-anticorpo-monoclonal-no-tratamento-da-dermatite-atopica-e-de-outras-comorbilidades/">Além da pele: anticorpo monoclonal no tratamento da dermatite atópica e de outras comorbilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Impacto a longo prazo no tratamento de doenças inflamatórias tipo 2</title>
		<link>https://mediconews.pt/impacto-a-longo-prazo-no-tratamento-de-doencas-inflamatorias-tipo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio moderado por <strong>André Moreira</strong>, vice-presidente da European Academy of Allergy &#38; Clinical Immunology. Em entrevista, o especialista abordou aspetos cruciais do tratamento de patologias com resposta imune tipo 2. Assista ao depoimento em vídeo.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/impacto-a-longo-prazo-no-tratamento-de-doencas-inflamatorias-tipo-2/">Impacto a longo prazo no tratamento de doenças inflamatórias tipo 2</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>André Moreira defendeu que o tratamento das doenças inflamatórias tipo 2 exige uma visão holística. Esta abordagem multidisciplinar considera o impacto em vários órgãos simultaneamente, em vez de focar isoladamente no sistema gastrointestinal ou pulmonar, apontou o especialista.</p>
<p>Neste contexto, sublinhou que estes doentes podem ter várias comorbilidades subjacentes à inflamação tipo 2. Uma terapêutica como o dupilumab, quando aplicada precocemente após o diagnóstico, pode ter o potencial de &#8220;impactar na história natural da doença e de que forma é que se poderia diferenciar ao ter este atingimento multiórgão comparativamente a outras abordagens mais localizadas&#8221;.</p>
<p>Por fim, realçou a importância de uma visão terapêutica a longo prazo e de acordo com a idade do doente, salientando a importância “da intervenção que pode ter benefícios que se estendem durante muitos anos&#8221;.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/impacto-a-longo-prazo-no-tratamento-de-doencas-inflamatorias-tipo-2/">Impacto a longo prazo no tratamento de doenças inflamatórias tipo 2</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;A rinite alérgica é uma doença respiratória crónica major com um impacto muito significativo na nossa população&#8221;</title>
		<link>https://mediconews.pt/a-rinite-alergica-e-uma-doenca-respiratoria-cronica-major-com-um-impacto-muito-significativo-na-nossa-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 09:33:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=40260</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estas são palavras de <strong>Helena Pité</strong>, médica imunoalergologista no Hospital CUF Tejo, após palestrar sobre rinite alérgica e rinossinusite durante o 2nd Allergy &#38; Respiratory Summit. A especialista menciona desafios no diagnóstico e tratamento destas patologias, a importância de colaborar com a Medicina Geral e Familiar, a prevalência e o impacto que têm nos doentes. Veja a entrevista.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/a-rinite-alergica-e-uma-doenca-respiratoria-cronica-major-com-um-impacto-muito-significativo-na-nossa-populacao/">&#8220;A rinite alérgica é uma doença respiratória crónica major com um impacto muito significativo na nossa população&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Na rinite alérgica o maior desafio é o diagnóstico. Ou seja: continuamos a ter muitas pessoas na nossa população com queixas significativas, mas que não estão diagnosticadas. Como tal, não estão adequadamente tratadas. Precisamos que as pessoas estejam sensibilizadas e que os médicos perguntem pela presença de sintomas nasais que se repetem no tempo&#8221;, aconselha a especialista.</p>
<p>Em entrevista à News Farma, Helena Pité defende que, durante a consulta, as questões devem ser dirigidas a cada um dos sintomas nasais individualmente, procurando se o doente tem “nariz entupido, comichão, pingo no nariz ou espirros”. O diagnóstico de rinite é clínico, assenta nestes sintomas cardinais e na observação completa do doente, incluindo o nariz. Havendo um diagnóstico, o processo de tratamento fica facilitado. &#8220;Vai ser mais fácil tratar e controlar&#8221;. A rinite alérgica tem de ser vista como uma doença respiratória crónica, &#8220;porque o é&#8221;, sublinha.</p>
<p>“A rinite alérgica é uma doença major”, pela sua frequência na população, afetando todos os grupos etários, e pelo seu impacto muito significativo. Associa-se a várias comorbilidades como a conjuntivite alérgica, rinossinusite, asma, otite seromucosa, infeções respiratórias, cansaço e alterações do sono com impacto significativo no desempenho laboral e escolar, disfunção sexual, perturbações de saúde mental, do humor e disfunção social, fora os acidentes nomeadamente de viação.</p>
<p>&#8220;A abordagem multidisciplinar é essencial. Precisamos de trabalhar em conjunto, e a Medicina Geral e Familiar é quem está na primeira linha.” Os médicos desta especialidade estão em contacto com a maioria da população, e “sendo estas doenças tão comuns — uma em cada quatro pessoas tem rinite —, esta especialidade tem um papel importantíssimo. A Imunoalergologia tem de ser capaz de ajudar, por exemplo nos casos mais graves ou em que exista alguma necessidade no diagnóstico ou no tratamento, e lembrar também que podemos realizar um tratamento de imunoterapia específica com alergénios com efeitos na mudança da história natural da rinite alérgica impedindo, por exemplo, o desenvolvimento de novas sensibilizações alérgicas e mesmo a progressão para a asma.&#8221; A especialista sublinha a importância de controlar a doença e evitar as complicações.</p>
<p>Por fim, a alergologista defende que apostar no diagnóstico e no controlo é essencial, pois a patologia impacta muito a qualidade de vida dos doentes. &#8220;Não devemos menosprezar esta doença e tratá-la é muito gratificante, pela mudança muitas vezes muito significativa na qualidade de vida”, conclui.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/a-rinite-alergica-e-uma-doenca-respiratoria-cronica-major-com-um-impacto-muito-significativo-na-nossa-populacao/">&#8220;A rinite alérgica é uma doença respiratória crónica major com um impacto muito significativo na nossa população&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Conseguimos devolver qualidade de vida trabalhando em equipa&#8221;</title>
		<link>https://mediconews.pt/conseguimos-devolver-qualidade-de-vida-trabalhando-em-equipa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 12:09:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2<em>nd Allergy &#38; Respiratory Summit</em>, que se realizou de 13 a 15 de fevereiro no Porto, a News Farma entrevistou Mário Morais de Almeida, coordenador do evento, para um balanço desta edição. O especialista explica a escolha dos temas, perspetivas para o futuro no que a terapêuticas diz respeito e sublinha a importância da multidisciplinaridade entre profissionais dedicados às doenças alérgicas e respiratórias. Assista ao testemunho em vídeo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Existe a importância do médico de Medicina Geral e Familiar. É essencial. É quem vai, em primeira instância, ver e ouvir as queixas e quem vai tentar a primeira abordagem. Conseguimos devolver qualidade de vida trabalhando em equipa&#8221;, afirma o também presidente da <em>World Allergy Organization</em> (WAO).</p>
<p>Durante o evento, foram destacados desafios que aparecem recorrentemente na prática clínica dos Cuidados de Saúde Primários. Um deles é a tosse crónica nas faixas etárias mais velhas.</p>
<p>&#8220;A tosse é um problema muito frequente na nossa consulta e prática clínica. Temos de perceber quais são as causas, e depois fazer a melhor abordagem possível. Em alguns casos, mesmo assim, não conseguimos controlar a tosse, apenas melhorá-la. O que acontece é que a tosse pode ser uma doença por si só, e foi isso que trouxemos aos nossos colegas&#8221;, refere Mário Morais de Almeida, depois de questionado sobre as principais mensagens-chave a reter.</p>
<p>Por fim, o coordenador assinala que novas terpaêuticas &#8220;estão prestes a chegar&#8221;, mas que o mais importante é a abordagem multidisciplinar para &#8220;devolver qualidade de vida aos doentes&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Estudo Alergoportugal: &#8220;Será um guia para os próximos anos na consulta de Alergologia&#8221;</title>
		<link>https://mediconews.pt/estudo-alergoportugal-sera-um-guia-para-os-proximos-anos-na-consulta-de-alergologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 10:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<category><![CDATA[Alergoportugal 2025]]></category>
		<category><![CDATA[SPAIC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Ana Morête</strong>, presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), explica em que consiste o estudo "Alergoportugal 2025", como são recolhidos os dados e o objetivo que levou a esta iniciativa. Por fim, explica como os profissionais de saúde da especialidade podem ter acesso às conclusões e utilizá-las na sua prática clínica diária. Assista à entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;É um estudo transversal e descritivo da população de doentes, quer pediátrica quer adulta. O objetivo é caracterizar epidemiologicamente os doentes na prática clínica habitual, porque não temos informação fidedigna sobre a prevalência das doenças alérgicas. Tirando a asma, para a qual agora temos dados epidemiológicos por nível de gravidade, para as outras patologias não temos estimativas de prevalência. O que vamos obter com este estudo, vai permitir-nos obter características epidemiológicas da população, e também fazer estudos comparativos com outros países, nomeadamente Espanha&#8221;, exclarece a presidente da Sociedade.</p>
<p>O estudo, preparado durante o ano anterior e iniciado no dia 1 de janeiro deste ano, vai dividir-se em três períodos: o primeiro período de recrutamento está estabelecido de janeiro a março, seguindo-se de outros dois períodos que se estendem até novembro. No total, 33 centros a nível nacional enviaram propostas para participar no estudo, sendo que, neste momento, estão prontos para participar 25. Os restantes oito encontram-se na fase final e começam a incluir doentes muito em breve.</p>
<p>&#8220;Faz sentido conhecer a população de doentes. Depois vamos emitir um documento que será um guia para os próximos anos, um guia para a consulta de Alergologia&#8221;, conclui.</p>
<p>Esta é a <a href="https://www.e-clinical.org/alergoportugal/index.aspx?ReturnUrl=%2falergoportugal" target="_blank" rel="noopener">plataforma</a> de recolha de dados.</p>
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		<item>
		<title>Mário Morais de Almeida preside WAO: “Reduzir disparidades locais e globais no acesso aos cuidados&#8221;</title>
		<link>https://mediconews.pt/mario-morais-de-almeida-preside-wao-reduzir-disparidades-locais-e-globais-nos-acessos-aos-cuidados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 14:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mediconews.pt/?p=38571</guid>

					<description><![CDATA[<p>O médico alergologista Mário Morais de Almeida assumiu esta quarta-feira, 1 de janeiro, a presidência da <em>World Allergy Organization</em> (WAO), sendo o primeiro português a ser eleito para o cargo na instituição fundada em 1951. Em entrevista à News Farma, expõe os objetivos que pretendem atingir, considerando as diferenças que existem entre países e como a entreajuda entre entidades pode ser a chave para o sucesso deste mandato, que decorre até dezembro de 2026. Assista ao vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Vamos sempre aproveitando o que já foi feito e damos o nosso cunho, porque há áreas importantes. Por um lado, posicionar a organização como um farol que vai mostrar os bons caminhos que podemos fazer, quais os caminhos que devemos evitar, mas dar, por outro lado, luz, conhecimento e estimular o trabalho entre as equipas”, explica o presidente da WAO.</p>
<p>Sobre as discrepâncias entre países no acesso a tratamentos, Mário Morais de Almeida refere que existem diferenças visto não terem o mesmo ritmo de desenvolvimento. Para ultrapassar estes desafios, destaca ser importante trabalhar em colaboração com as associações disponíveis.</p>
<p>Relativamente aos objetivos da organização, partilha que um deles é expandir o que está a ser feito em África. “Ter resultados em saúde que é o que nos interessa, além de ter uma população mais ativa, reduzir os internamentos, morbilidade e a mortalidade”.</p>
<p>O especialista destaca o objetivo de “incrementar a “promoção mundial da prevenção das doenças do foro da Alergologia e combater o aumento do número de doentes destas patologias, que atinge quase metade da população global”. Refere que este objetivo traduz o espírito do manifesto de ação que apresenta agora e que vai guiar a sua presidência na WAO.</p>
<p>O manifesto de ação assenta em três pilares, sendo o primeiro “reduzir disparidades locais e globais nos acessos aos cuidados de saúde de Imunoalergologia, através da divulgação de recomendações para entidades públicas e privadas”. Posicionar assim a WAO como “farol de harmonia orientador de segurança e qualidade no tratamento e acolhimento de todos, ignorando diferenças e divergências”, é o segundo pilar do manifesto. O último pilar visa tornar a WAO “ainda mais visível”, através de uma estratégica promoção global para consolidação da imagem pública na investigação científica e na educação de doentes.</p>
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