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	<title>Arquivo de Alergologia - Médico News</title>
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	<description>Dar voz à experiência clínica dos profissionais de saúde no nosso país, através de depoimentos dos key opinion leaders das respetivas especialidades.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Sep 2026 14:01:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Alergologia - Médico News</title>
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	<item>
		<title>Imunoalergologista português nomeado vice-presidente da EAACI</title>
		<link>https://mediconews.pt/imunoalergologista-portugues-nomeado-vice-presidente-da-eaaci/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 14:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>André Moreira</strong> foi nomeado vice-presidente para os Congressos da <em>European Academy of Allergy and Clinical Immunology</em> (EAACI). O diretor do Serviço de Imunoalergologia da ULS São João e professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) exercerá o cargo no triénio 2026–2028, integrando o órgão de governação da estrutura liderada por Mohamed Shamji.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o docente e especialista, este compromisso na direção da EAACI traduz o prestígio científico alcançado pelo ensino, pela investigação clínica e pela prestação de cuidados desenvolvidos em Portugal, em particular na FMUP e na ULS São João. A nomeação consolida o posicionamento e a influência das instituições nacionais junto dos principais organismos médicos internacionais da especialidade.</p>
<p>No exercício das novas funções, André Moreira ficará responsável pela liderança e supervisão do programa de eventos científicos da associação, o que abrange a organização do congresso anual da EAACI, bem como das suas reuniões e simpósios temáticos.</p>
<p>A EAACI constitui a maior organização científica europeia no domínio da Alergologia e Imunologia Clínica, reunindo aproximadamente 20 mil associados — entre médicos, investigadores e outros profissionais de saúde — oriundos de mais de 140 países.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SPAIC 2026: inovação, multidisciplinaridade e os desafios da Imunoalergologia</title>
		<link>https://mediconews.pt/spaic-2026-inovacao-multidisciplinaridade-e-os-desafios-da-imunoalergologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:09:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 47.ª Reunião Anual da SPAIC volta a reunir especialistas em Imunoalergologia num momento de partilha científica e reflexão sobre os principais avanços e desafios da área. Em entrevista ao News Farma, <strong>Manuel Branco Ferreira</strong>, presidente de honra desta edição, destaca os principais temas em debate, a relevância da inovação científica e o impacto da medicina de precisão e da inteligência artificial na prática clínica. Reflete ainda sobre o futuro da Imunoalergologia em Portugal e os principais desafios da área, sublinhando a importância da cooperação entre profissionais e instituições para a evolução contínua da especialidade. Leia a entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>News Farma (NF) | A reunião pretende ser um espaço de partilha e reflexão crítica entre diferentes profissionais. Quais os principais destaques do evento e qual o papel que atribui à multidisciplinaridade na evolução da especialidade?</strong></p>
<p><strong>Manuel Branco Ferreira  (MBF) |</strong> Na 47.ª Reunião Anual da SPAIC serão abordados vários temas centrais da especialidade bem como temas inovadores. Destaco as atualizações relativamente às terapias biológicas, o papel da microbiota nas alergias e algumas novas abordagens diagnósticas.  Saliento ainda que a multidisciplinaridade é absolutamente essencial para  a inovação, pois permite a integração de diferentes conhecimentos e perspectivas, enriquecendo a prática clínica e promovendo soluções mais eficazes para a gestão dos doentes com doenças alérgicas.</p>
<p><strong>NF | Qual a visão tem para o futuro da Imunoalergologia enquanto disciplina e que legado espera que reuniões como esta deixem?</strong></p>
<p><strong>MBF | </strong>Acredito que a Imunoalergologia é uma área cada vez mais central na Medicina, não só pelo aumento contínuo da prevalência de doenças alérgicas mas também pela interação com outras especialidades na gestão de doentes graves com patologias que recomendam abordagens multidisciplinares. Espero que reuniões como esta da SPAIC promovam colaborações frutíferas e inovações que resultem em melhores protocolos de gestão diagnóstica e terapêutica, e que o legado que considero mais importante é o do conhecimento e cooperação entre profissionais de diferentes hospitais ou de diferentes especialidades.</p>
<p><strong>NF |  A Imunoalergologia tem vivido avanços rápidos, desde Medicina de Precisão a inteligência artificial. Quais destes desenvolvimentos já estão a impactar o dia a dia dos especialistas?</strong></p>
<p><strong>MBF |</strong> A Medicina de Precisão e a inteligência artificial (IA) já estão a transformar a Imunoalergologia e a Medicina em geral. A Medicina de precisão permite melhorar capacidades diagnósticas, quer com os componentes moleculares quer com os painéis mais alargados de diagnóstico imunológico quer com os painéis de diagnóstico genético, que vieram permitir diagnósticos que, há poucos anos, seriam impossíveis.  E quando se consegue segmentar grupos de doentes conseguem-se analisar diferentes possibilidades de intervenção terapêutica e escolher as mais efetivas. Por outro lado, as ferramentas de IA podem otimizar a análise de dados clínicos, principalmente quando se trata de grandes volumes de dados, permitindo uma melhor investigação e facilitando todo o processo de disseminação dos resultados encontrados. Todos os médicos têm de aprender a tirar o melhor partido destas ferramentas quer para apoiar a sua atividade clínica diária quer para apoiar a investigação clínica que a maior parte dos imunoalergologistas faz.</p>
<p><strong>NF | Olhando para o futuro, quais são os principais desafios que a Imunoalergologia em Portugal terá de enfrentar nos próximos anos?</strong></p>
<p><strong>MBF |</strong> São muitos os desafios que a Imunoalergologia tem pela frente. Entre eles incluem-se:</p>
<ul>
<li>a necessidade de formação contínua dos especialistas, particularmente no que diz respeito à adaptação e capacidade de utilização das novas tecnologias mas sem perder de vista a especial relação médico-doente-família que é tão característica dos imunoalergologistas;</li>
<li>a gestão da crescente incidência de alergias medicamentosas e alimentares graves;</li>
<li>a gestão das relações entre a Imunoalergologia e outras especialidades com as quais partilhamos doentes com quadros graves e em que a abordagem multidisciplinar deveria ser a regra;</li>
<li>a gestão da relação com as Comissões de Farmácia e Terapêutica, no diálogo terapêutico, nem sempre fácil, sobre opções terapêuticas em doentes graves.</li>
<li>a necessidade fundamental de continuar a promover a consciencialização da população sobre prevenção e tratamentos adequados, utilizando materiais e vias de disseminação que sejam realmente eficazes.</li>
</ul>
<p>Como mensagem final, espero que esta reunião sirva não só como um ponto de encontro, mas também como uma fonte de inspiração para novos estudos e práticas inovadoras. Que incentive a troca de experiências e pontos de vista e que consigamos estabelecer cooperações que fortaleçam a nossa sociedade e melhorem a qualidade de vida dos nossos doentes. O evento ocorre de 24 a 27 de setembro, em Peniche.</p>
<p>Saiba mais informações <a href="https://www.spaic2026.com/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inovação que transforma: o desafio de levar a ciência à prática na Imuno-Alergologia</title>
		<link>https://mediconews.pt/inovacao-que-transforma-o-desafio-de-levar-a-ciencia-a-pratica-na-imuno-alergologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da 47.ª Reunião Anual da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), <strong>Pedro Carreiro Martins</strong>, atual presidente da Sociedade, partilha a sua antevisão para um encontro científico marcado pela inovação e pela transformação da prática clínica em Imuno-Alergologia. Num contexto em que o conhecimento evolui a um ritmo acelerado, o especialista aponta como um dos principais desafios da área “reduzir a distância entre a rápida produção de conhecimento científico e a sua aplicação efetiva na prática clínica”, um desfasamento que este encontro pretende ajudar a colmatar. Leia a entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>News Farma (NF) | Quais são os pontos de destaque deste evento?</strong></p>
<p><strong>Pedro Carreiro Martins (PCM) |</strong> A 47.ª Reunião Anual da SPAIC terá como tema central a “Inovação na Doença Alérgica”, refletindo um período de profunda transformação na Imunoalergologia.</p>
<p>O programa abordará áreas como a asma, rinite alérgica, alergia alimentar, a alergia a fármacos, a imunoterapia com alergénios, urticária, angioedema, anafilaxia, dermatite atópica e doenças mastocitárias.</p>
<p>A reunião contará também com cursos temáticos, mesas-redondas, workshops, apresentações de comunicações orais e pôsteres, bem como momentos de cooperação com sociedades científicas nacionais e internacionais. Esta combinação entre atualização científica, formação e apresentação de investigação é um dos elementos mais importantes da Reunião Anual.</p>
<p><strong>NF | Quais são as principais necessidades ou lacunas no âmbito da Alergologia que este evento procura colmatar?</strong></p>
<p><strong>PCM |</strong> Uma das principais necessidades é reduzir a distância entre a rápida produção de conhecimento científico e a sua aplicação efetiva na prática clínica. Atualmente, dispomos de novas ferramentas de diagnóstico, biomarcadores, terapêuticas biológicas, tecnologias digitais e abordagens de medicina de precisão. No entanto, é necessário compreender melhor quais os doentes que mais beneficiam de cada intervenção, em que momento e com que impacto clínico e económico.</p>
<p>Persistem igualmente desafios na uniformização dos procedimentos diagnósticos, na estratificação do risco e na tomada de decisão em áreas como a alergia alimentar, a alergia a medicamentos, a imunoterapia e a anafilaxia.</p>
<p>Outra lacuna importante prende-se com a necessidade de integrar diferentes profissionais, instituições e níveis de cuidados. A inovação não depende apenas da disponibilidade de uma nova tecnologia ou tratamento: exige organização, literacia científica, capacidade de implementação e equidade no acesso.</p>
<p><strong>NF | Considerando que esta edição se centra na “inovação na doença alérgica”, na prática clínica, onde estão as mudanças mais transformadoras e como este tema contribui para uma melhor atuação/intervenção?</strong></p>
<p><strong>PCM |</strong> As mudanças mais transformadoras estão, provavelmente, na transição de uma abordagem centrada sobretudo no diagnóstico da doença para uma abordagem mais individualizada, baseada nos mecanismos fisiopatológicos, nos fenótipos, nos biomarcadores e nas características específicas de cada doente.</p>
<p>Esta evolução é particularmente evidente com o desenvolvimento das terapêuticas biológicas e inovadoras, que permitem atuar de forma dirigida sobre determinadas vias inflamatórias.</p>
<p>A inteligência artificial e a transformação digital poderão também assumir um papel relevante na integração de informação clínica, na monitorização dos doentes, na previsão da resposta ao tratamento e na identificação precoce de situações de risco. Contudo, estas ferramentas devem ser utilizadas de forma crítica, segura e complementar à decisão clínica.</p>
<p>Neste sentido, o tema da reunião pretende mostrar que inovar não significa apenas introduzir novos medicamentos ou tecnologias. Significa diagnosticar melhor, selecionar de forma mais adequada as intervenções, evitar procedimentos desnecessários, melhorar a adesão ao tratamento e acompanhar os resultados de forma mais próxima.</p>
<p><strong>NF | Que mensagem final gostaria de transmitir relativamente ao evento?</strong></p>
<p><strong>PCM |</strong> Gostaria de convidar todos os profissionais com interesse na doença alérgica a participarem na 47.ª Reunião Anual da SPAIC. Será uma oportunidade privilegiada para atualizar conhecimentos, conhecer investigação desenvolvida em Portugal, discutir os desafios emergentes da especialidade e reforçar redes de colaboração científica e profissional.</p>
<p>A inovação só adquire verdadeiro significado quando se traduz em melhores resultados para os doentes. É esse o compromisso que estará no centro da nossa reunião, em Peniche, de 24 a 27 de setembro de 2026.</p>
<p>Saiba mais sobre o evento <a href="https://www.spaic2026.com/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anafilaxia pediátrica: reconhecer cedo e agir de imediato pode salvar vidas</title>
		<link>https://mediconews.pt/anafilaxia-pediatrica-reconhecer-cedo-e-agir-de-imediato-pode-salvar-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 09:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Natacha Santos</strong>, especialista em Imunoalergologia na ULS Algarve, destacou, no âmbito da 15.ª Reunião de Imunoalergologia, a importância do reconhecimento, tratamento e prevenção da anafilaxia em idade pediátrica. Sublinhou ainda os desafios específicos das faixas etárias mais jovens, uma vez que a identificação dos sintomas pode ser mais difícil, dado que “muitas vezes eles não conseguem verbalizar [e] explicar aquilo que sentem”. Nesse sentido, alertou para a necessidade de “estar atentos a pequenos sinais” que possam indicar uma reação grave. Veja o vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No que diz respeito ao tratamento, foi clara ao afirmar que, perante uma suspeita ou “probabilidade clínica elevada de anafilaxia, o tratamento é a adrenalina”, reforçando que esta é “tratamento de primeira linha”. Em contraste, referiu que “os corticóides parecem não ter um papel importante mesmo na prevenção de reações bifásicas”, além de apresentarem uma ação lenta, já que “o corticóide oral demora tempo a ser absorvido”. Em contexto prático, nomeadamente em casa ou na escola, a prioridade deve ser a administração de adrenalina, podendo o anti-histamínico ser utilizado “para tratar os sintomas cutâneos mais ligeiros”.</p>
<p>Na vertente da prevenção, destacou a importância da identificação precoce dos casos e do encaminhamento para uma abordagem especializada, permitindo definir “uma estratégia individualizada” e “restrições alimentares adequadas caso a caso”. Referiu ainda a existência de opções terapêuticas específicas, como “a dessensibilização e a imunoterapia, no caso dos venenos”, que contribuem para reduzir o risco de novas reações.</p>
<p>A especialista salientou igualmente o papel fundamental da educação e do empoderamento dos doentes e das famílias para “diminuir o risco de anafilaxia e melhorar a qualidade de vida do doente e da família”.</p>
<p>Por fim, reforçou que, além da atuação imediata, “o mais importante numa situação de anafilaxia […] é realmente o doente ser orientado para um especialista em Imunoalergologia”, uma vez que o correto diagnóstico implica compreender múltiplos fatores, desde a forma como os alimentos são preparados até à possível “reatividade cruzada com outros alimentos” e às características individuais de cada doente. O encaminhamento para a especialidade assume, assim, um papel determinante na gestão eficaz da doença.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Europa aprova o primeiro medicamento direcionado para crianças com UCE</title>
		<link>https://mediconews.pt/terapeutica-biologica-recebe-parecer-europeu-positivo-para-uce-pediatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 15:58:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comissão europeia aprovou uma terapêutica biológica, direcionada para o tratamento da urticária crónica espontânea (UCE) em idade pediátrica. A indicação abrange crianças dos dois aos 11 anos com doença moderada a grave, cuja sintomatologia não está adequadamente controlada com anti-histamínicos H1 e que não receberam previamente terapêutica anti-IgE para esta patologia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As opções de tratamento anteriores para crianças pequenas com UCE deixaram muitos doentes com a doença descontrolada, onde o aparecimento imprevisível de prurido e da urticária continuava a perturbar as suas rotinas diárias”, afirma Alyssa Johnsen, <em>Global Therapeutic Area Head, Immunology Development</em> na Sanofi.</p>
<p>A decisão baseia-se em evidência proveniente do programa de desenvolvimento clínico LIBERTY-CUPID, incluindo dois ensaios de fase 3 em crianças dos seis aos 11 anos (NCT04180488), bem como o estudo de fase 3 CUPIDKids, que incluiu crianças dos dois aos 11 anos com UCE (NCT05526521).</p>
<p>Os dados dos ensaios clínicos evidenciaram que o dupilumab proporcionou uma redução significativa da atividade da urticária, avaliada através de um índice composto de prurido e número de pápulas, bem como das medidas individuais de gravidade destes sintomas, quando comparado com placebo na semana 24. Observou-se ainda um aumento relevante da proporção de doentes com doença bem controlada e com resposta completa no mesmo período.</p>
<p>Relativamente à segurança, os resultados obtidos mostraram-se globalmente consistentes com o perfil de segurança já estabelecido do dupilumab nas suas indicações dermatológicas aprovadas. As reações adversas mais frequentemente reportadas incluíram reações no local de injeção, conjuntivite (incluindo conjuntivite alérgica), artralgia, herpes oral e eosinofilia. Foram também descritas outras reações no local de administração, como induração, dermatite, equimose ou hematoma, em adultos e adolescentes com UCE. Entre os eventos adversos mais comuns (≥5%) observados com dupilumab, em comparação com placebo, destacou-se a COVID-19. Nos doentes pediátricos entre os dois e os 11 anos, o perfil de segurança revelou-se, de forma geral, consistente com o observado em adultos e adolescentes tratados para a mesma condição.</p>
<p>Segundo George D. Yancopoulos, <em>Board co-chair, president and chief scientific officer</em> da Regeneron, este é &#8220;o medicamento inovador baseado em anticorpos mais amplamente utilizado no mundo, e esta quarta aprovação para crianças pequenas com doenças crónicas, causadas em parte pela inflamação do tipo 2, traz a sua eficácia comprovada e perfil de segurança a longo prazo para mais uma população vulnerável que necessita&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“A inflamação tipo 2 é a causa comum de muitas manifestações clínicas, e tratar o doente como um todo permite controlar várias patologias com uma só terapêutica”</title>
		<link>https://mediconews.pt/a-inflamacao-tipo-2-e-a-causa-comum-de-muitas-manifestacoes-clinicas-e-tratar-o-doente-como-um-todo-permite-controlar-varias-patologias-com-uma-so-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 09:11:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
		<category><![CDATA[TOP PICKS Derma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A compreensão da inflamação tipo 2 como o mecanismo fisiopatológico subjacente a várias doenças atópicas desencadeou uma verdadeira mudança de paradigma na abordagem clínica do doente. No 14.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), durante o simpósio da Sanofi intitulado “Para além do controlo clínico: A inflamação tipo 2 como causa comum”, <strong>Célia Costa</strong>, médica especialista em Imunoalergologia da criança e do adulto, defendeu a urgência de olhar para o doente como um todo. Em entrevista, a médica destaca o impacto transformador da intervenção atempada na infância, capaz de travar a marcha atópica e reduzir significativamente comorbilidades não alérgicas, incluindo as alterações emocionais e comportamentais.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mediconews.pt/a-inflamacao-tipo-2-e-a-causa-comum-de-muitas-manifestacoes-clinicas-e-tratar-o-doente-como-um-todo-permite-controlar-varias-patologias-com-uma-so-terapeutica/">“A inflamação tipo 2 é a causa comum de muitas manifestações clínicas, e tratar o doente como um todo permite controlar várias patologias com uma só terapêutica”</a> aparece primeiro em <a href="https://mediconews.pt">Médico News</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente vistas como patologias estanques, manifestações como a dermatite atópica, a asma brônquica e a esofagite eosinofílica partilham, na verdade, a mesma base fisiopatológica. “A inflamação tipo 2 é um mecanismo subjacente a muitas das doenças atópicas”, elucida a especialista, acrescentando que a esofagite eosinofílica foi recentemente integrada nesta &#8220;marcha atópica&#8221;, sendo reconhecida como mais uma expressão clínica deste processo.</p>
<p>Célia Costa lembra que a grande maioria dos doentes não apresenta uma patologia isolada, mas sim quadros de multimorbilidade. “A maioria dos nossos doentes têm duas ou mais patologias atópicas (&#8230;), nomeadamente dermatite atópica, alergia alimentar, esofagite eosinofílica, rinite alérgica e asma brônquica”. Perante este cenário, a grande vantagem atualmente reside na eficácia da centralização do tratamento: “Abordar o doente como um todo, não apenas como um sintoma ou como um órgão isolado, tem uma mais-valia significativa na evolução clínica. Nestes doentes, com uma mesma terapêutica, muitas vezes conseguimos controlar toda a inflamação tipo 2 e, portanto, todas estas manifestações clínicas”.</p>
<p><strong>A urgência da abordagem multidisciplinar</strong></p>
<p>Uma vez que o mesmo processo fisiopatológico afeta diferentes órgãos e sistemas, é frequente que o doente fragmente o seu percurso de saúde por múltiplas especialidades médicas. “O doente, muitas vezes com asma, recorre a uma determinada especialidade; com dermatite atópica recorre a outra especialidade; com esofagite eosinofílica, a outra especialidade”.</p>
<p>Para contrariar esta dispersão e garantir que o doente beneficia de um cuidado integrado, a imunoalergologista preconiza a criação de pontes entre os diferentes profissionais. “O doente é um todo. (&#8230;) Uma equipa multidisciplinar é uma mais-valia para estes doentes. É o que deveria ser feito”. De acordo com a médica, o mote da sessão — “para além do controlo clínico” — espelha precisamente a ambição de ir além do alívio sintomático de uma única queixa para focar na remissão do mecanismo inflamatório de base, o que “vai melhorar o prognóstico dos nossos doentes”.</p>
<p><strong>Intervenção precoce: travar a marcha atópica e proteger o desenvolvimento</strong></p>
<p>Um dos pontos altos da reflexão prende-se com a janela de oportunidade terapêutica em idades muito jovens. Célia Costa cita evidências científicas robustas que demonstram o impacto de intervir atempadamente em crianças entre os seis meses e os cinco anos de idade com quadros de dermatite atópica moderada a grave. “A intervenção precoce com um fármaco que bloqueia a inflamação tipo 2, em comparação com outras terapêuticas sistémicas (&#8230;), consegue reduzir significativamente o risco de várias comorbilidades”, revela.</p>
<p>Essa proteção traduz-se em duas grandes frentes:</p>
<ul>
<li>Comorbilidades atópicas: Consegue-se efetivamente &#8220;travar a evolução da marcha atópica&#8221;, registando-se uma diminuição significativa futura de asma brônquica e de rinite alérgica.</li>
<li>Impacto não atópico e sistémico: O tratamento precoce diminui significativamente o risco de aparecimento de comorbilidades não atópicas, como infeções gastrointestinais, respiratórias e cutâneas. Adicionalmente, mitiga complicações associadas à privação do sono e ao sofrimento crónico da pele, como alterações de humor e distúrbios comportamentais (onde se incluem as síndromes de hiperatividade e défice de atenção), entre outras.</li>
</ul>
<p><strong>O futuro do tratamento </strong></p>
<p>O advento de soluções terapêuticas focadas em bloquear especificamente as vias da inflamação tipo 2 coloca a Medicina atual num patamar de grande otimismo. “Conseguirmos tratar a inflamação tipo 2 (&#8230;) já nos coloca com uma grande vantagem relativamente a alguns anos atrás. Portanto, a evolução e o prognóstico destes doentes vão melhorar significativamente”.</p>
<p>Perspetivando os próximos anos, Célia Costa antevê que o sucesso clínico dependerá da capacidade de adequar estas novas terapêuticas biológicas à diversidade com que as doenças se manifestam em cada indivíduo. “Sabemos que a expressão clínica muitas vezes tem fenótipos diferentes. E se conseguirmos terapêuticas que vão controlar o mecanismo pelo qual aquela criança tem aquele fenótipo, será uma mais-valia no futuro”.</p>
<p>O 14.º Congresso da SPAP aconteceu em Fátima, durante o mês de maio.</p>
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		<title>Asma na adolescência: o desafio do subdiagnóstico permanece</title>
		<link>https://mediconews.pt/asma-na-adolescencia-o-desafio-do-subdiagnostico-permanece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 14:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A asma na adolescência continua a enfrentar dois problemas centrais: diagnóstico insuficiente e controlo terapêutico inadequado. O alerta foi deixado pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), <strong>Libério Ribeiro</strong>, em entrevista a propósito a 12.ª Reunião Temática, dedicada aos Desafios da Asma na Adolescência. Assista às declarações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Libério Ribeiro sublinha que a adolescência constitui um período particularmente complexo para a gestão da doença. As alterações hormonais, o crescimento acelerado e as mudanças comportamentais típicas desta fase da vida podem interferir com o controlo da asma. A procura de novas experiências, a influência dos pares e a tendência para contestar a autoridade parental contribuem, muitas vezes, para uma menor adesão à terapêutica.</p>
<p>“Muitos adolescentes tendem a negar a doença e têm vergonha de utilizar os inaladores, o que se traduz frequentemente numa adesão terapêutica insuficiente”, diz.</p>
<p>Dados do estudo internacional ISAAC [<em>International Study of Asthma and Allergies in Childhood</em>], que incluiu Portugal, indicam que cerca de 15% dos adolescentes entre os 13 e os 14 anos têm diagnóstico clínico de asma. Uma parte significativa destes jovens continua, porém, a apresentar sintomas respiratórios, sugerindo controlo insuficiente da doença. Por outro lado, o número de adolescentes que refere episódios de pieira ou dificuldade respiratória é superior ao número de diagnósticos estabelecidos, apontando para um subdiagnóstico relevante nesta faixa etária.</p>
<p>A 12.ª Reunião Temática da SPAP reuniu mais de 100 participantes, em Tomar.</p>
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		<title>Libério Ribeiro defende equilíbrio entre tecnologia e humanismo na prática clínica</title>
		<link>https://mediconews.pt/liberio-ribeiro-defende-equilibrio-entre-tecnologia-e-humanismo-na-pratica-clinica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 10:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do 13.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), <strong>Libério Ribeiro</strong>, traça um balanço positivo do encontro, destacando o aumento progressivo da participação e a presença crescente de jovens profissionais na área da Alergologia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Temos assistido a um aumento da participação, não só em número, mas também na qualidade. Nota-se a injeção de sangue novo na especialidade, o que é extremamente reconfortante”, afirma.</p>
<p>A edição deste ano incluiu sessões de comunicações livres e um curso dedicado à micologia e à sua relevância no diagnóstico e tratamento de alergias, iniciativas que registaram elevada adesão. O programa científico foi, segundo Libério Ribeiro, construído com um propósito eclético, abrangendo diversas áreas da especialidade e integrando temas emergentes.</p>
<p>Sob o lema “Inteligência Artificial”: Trigo e Joio, o congresso promoveu uma reflexão profunda sobre o impacto da IA na Medicina. O presidente sublinha o enorme potencial destas ferramentas para melhorar a precisão diagnóstica, otimizar a gestão de dados clínicos e aliviar tarefas burocráticas.</p>
<p>Contudo, alerta também para os riscos da sua adoção indiscriminada. “A empatia, o toque, o tempo dedicado ao doente são elementos insubstituíveis. Se um médico passa nove minutos a olhar para o ecrã e apenas um a escutar o doente, algo se perde”.</p>
<p>Sobre a aplicação da Inteligência Artificial, deixou um aviso claro: “Temos de saber separar o trigo do joio. Precisamos de regulação e vigilância para garantir que esta tecnologia serve o doente, e não interesses paralelos, como os das seguradoras ou plataformas comerciais.”</p>
<p>O Congresso decorreu de 29 a 31 de maio, no Luso.</p>
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		<title>Além da pele: anticorpo monoclonal no tratamento da dermatite atópica e de outras comorbilidades</title>
		<link>https://mediconews.pt/alem-da-pele-anticorpo-monoclonal-no-tratamento-da-dermatite-atopica-e-de-outras-comorbilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 10:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio que contou com a presença de <strong>Frederico Regateiro</strong>, especialista em Imunoalergologia, abordou o tema da dermatite atópica e o tratamento com anticorpo monoclonal humano da classe IgG4 aprovado para esta condição, a partir de uma perspetiva menos convencional. Assista à entrevista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em vez de se concentrar exclusivamente na eficácia do medicamento sobre as lesões cutâneas e o prurido provocadas pela dermatite atópica, eficácia esta já sobejamente confirmada, na sua apresentação o imunoalergologista destacou os benefícios do dupilumab para além da pele e em outras comorbilidades muitas vezes presentes em doentes com dermatite atópica. &#8220;Falamos da eficácia destes medicamentos em termos dos outcomes da pele, da melhoria das lesões e do prurido”. Contudo, o foco nesta sua apresentação foram outros dados ainda não tão conhecidos, &#8220;melhorias em outras patologias, em comorbilidades da dermatite atópica que também se obtêm com o tratamento com dupilumab”.</p>
<p>A ideia central desenvolvida pelo especialista mostrou que o dupilumab pode ter melhorias em todas as idades, crianças, adolescentes e adultos, de acordo com as diferenças nas manifestações e comorbilidades próprias de cada uma dessas faixas etárias. O tratamento com dupilumab para além dos benefícios ao nível da pele, também atua de forma sistémica, oferecendo benefícios para além da pele. Como por exemplo, nas crianças os benefícios no crescimento derivado de voltarem a dormir de noite, permitindo que a hormona do crescimento cumpra o seu papel, da redução na utilização de corticoides. Nos adolescentes, o grande impacto nos fatores psicológicos derivado do desaparecimento das lesões cutâneas. Nos adultos, alguns estudos mostram os benefícios nos fatores de risco cardiovasculares.</p>
<p>Frederico Regateiro conclui com uma mensagem clara sobre a necessidade de adotar uma abordagem holística. “Temos de ver as pessoas como um todo e as pessoas não são só a sua pele, as suas lesões e o seu prurido. Têm muitas outras coisas que as afetam tanto como as lesões.&#8221; Assim, sublinhou a importância de considerar o doente como um todo, com múltiplas dimensões afetadas pela dermatite atópica, e de reconhecer que &#8220;em doentes que têm dermatite atópica e uma série de outros problemas, podemos melhorar não só a questão da pele, mas também tudo o resto.&#8221;</p>
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		<title>Impacto a longo prazo no tratamento de doenças inflamatórias tipo 2</title>
		<link>https://mediconews.pt/impacto-a-longo-prazo-no-tratamento-de-doencas-inflamatorias-tipo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:58:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alergologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o 2.º Congresso Internacional das Sociedades Ibéricas de Alergologia SPAIC-SEAIC, a Sanofi organizou um simpósio moderado por <strong>André Moreira</strong>, vice-presidente da European Academy of Allergy &#38; Clinical Immunology. Em entrevista, o especialista abordou aspetos cruciais do tratamento de patologias com resposta imune tipo 2. Assista ao depoimento em vídeo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>André Moreira defendeu que o tratamento das doenças inflamatórias tipo 2 exige uma visão holística. Esta abordagem multidisciplinar considera o impacto em vários órgãos simultaneamente, em vez de focar isoladamente no sistema gastrointestinal ou pulmonar, apontou o especialista.</p>
<p>Neste contexto, sublinhou que estes doentes podem ter várias comorbilidades subjacentes à inflamação tipo 2. Uma terapêutica como o dupilumab, quando aplicada precocemente após o diagnóstico, pode ter o potencial de &#8220;impactar na história natural da doença e de que forma é que se poderia diferenciar ao ter este atingimento multiórgão comparativamente a outras abordagens mais localizadas&#8221;.</p>
<p>Por fim, realçou a importância de uma visão terapêutica a longo prazo e de acordo com a idade do doente, salientando a importância “da intervenção que pode ter benefícios que se estendem durante muitos anos&#8221;.</p>
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