Maria Buti
Gonçalo Martins
Joana Martins
Terapêutica com CAR-T: barreiras à equidade no acesso
Catarina Gomes
Enfermagem: o motor dos cuidados e da literacia em CAR-T
Rute Varela
O papel da Farmácia Hospitalar na terapêutica com CAR-T
Raising Up The Rare 4.0: reflexão estratégica sobre os avanços nas doenças raras
Catarina Ferreira
O coração como alvo na doença de Fabry
Cláudia Falcão Reis
Genética como elo fundamental na inovação no diagnóstico de doenças raras
Ana Cristina Ferreira
A vigilância de sinais clínicos para o diagnóstico atempado de doenças raras
Paulo Gaspar
A estratégia do INSA para antecipar o diagnóstico de doenças raras
Patrício Aguiar
Quatro décadas de evolução: o futuro das doenças de sobrecarga lisossomal em Portugal
Olga Azevedo
Abordagem multidisciplinar como chave no tratamento das doenças de sobrecarga lisossomal
Susana Carvalho
A implementação da revolução clínica com CAR-T
Investigação de ponta no IST utiliza bioengenharia para personalizar tratamento do cancro da mama
Margarida Cruz
Acreditar aposta na literacia em saúde para apoiar crianças e jovens com cancro
Catarina Godinho
FARM-ID desenvolve plataforma de ensaios para otimizar tratamento do VIH
Gonçalo Bento
Liga Portuguesa Contra a SIDA premiada por projeto de formação e proximidade em PrEP
Tomás Lamas
CAR-T em Portugal: o desafio no acesso à inovação
Gustavo Jesus
PHDA e perturbações do humor: comorbilidade e implicações terapêuticas
Javier Quintero
PHDA e comorbilidades: “Entender a PHDA como um fator de risco evolutivo”
Gustavo Jesus
PHDA na população adulta: “Comorbilidade é a regra e não a exceção”
Paula Freitas
Tratar obesidade: a associação farmacológica que maximiza a adesão à terapêutica e o sucesso na perda de peso
Paula Freitas
Obesidade: a evidência por detrás de uma associação terapêutica inovadora e com impacto em múltiplos fatores de risco
Bolsas Mais Valor em Saúde – Vidas que Valem: projetos premiados visam melhorar a qualidade dos cuidados no SNS
Sérgio Vaz
ReabDigital: projeto da ULSTAD leva reabilitação respiratória para casa
Inês Rodrigues
TAVI+ da ULSS de São José revoluciona os cuidados na estenose aórtica
Joana Neves
ULS de Aveiro reduz agudizações em doentes com IC e agiliza o acesso aos cuidados
Ernestina Santos
ULS de Santo António otimiza cuidado a doentes com esclerose múltipla
CRM Master Summit ’25: novas perspetivas na gestão das doenças cardio-reno-metabólicas
Sofia Magina
Dia Mundial da Psoríase: podcast discute relação indissociável da patologia com a obesidade
Nuno Jacinto
“A adesão à terapêutica é essencial para o sucesso do tratamento”
António Conceição
Adesão à terapêutica é fundamental para prevenir o AVC
Cristina Vaz de Almeida
A “corrida de fundo” chamada adesão à terapêutica pode melhorar com o aumento da literacia
João Porto
A adesão “é uma componente muito importante” na gestão da doença crónica
Hélder Pereira
“A deficiente adesão é agravada pela complexidade dos tratamentos e pela natureza assintomática de algumas doenças”
Fernando Martos Gonçalves
“Medicamentos que os doentes não tomam não são eficazes” e este é “um assunto sério”
Francisco Araújo
O impacto da falta de adesão à terapêutica nos eventos cardiovasculares
Ema Paulino
Farmacêuticos destacam o seu papel na promoção da adesão à terapêutica
Vítor Tedim Cruz
A importância da capacitação dos doentes na adesão à terapêutica
Frédéric Bengold
“A adesão à terapêutica é a chave para melhores resultados em Saúde”
Mafalda Oliveira
Estudo SOLTI VALENTINE comprova eficácia e segurança de conjugado anticorpo-fármaco dirigido ao HER3 em doentes com cancro da mama precoce HR-positivo/HER2-negativo de alto risco
Joyce O’Shaughnessy
Análise exploratória do estudo KEYNOTE-522 identifica biomarcadores prognósticos de pCR e EFS em doentes com cancro da mama triplo-negativo precoce de alto risco
Rebecca Dent
KEYNOTE-522: Dados de sobrevivência global por subgrupos confirmam benefício de anti-PD-1 no tratamento do cancro da mama triplo-negativo precoce de alto risco
Judy Garber
Cancro da mama precoce com mutações BRCA1/2 germinativas: Dados do estudo OlympiA aos 10 anos “são muito tranquilizadores”
Luísa Lopes