Da polypill à literacia em consulta: ferramentas para combater a inércia clínica e a não-adesão do doente de risco cardiovascular

MN josé moura

José Pereira de Moura

Medicina Interna

Da polypill à literacia em consulta: ferramentas para combater a inércia clínica e a não-adesão do doente de risco cardiovascular

A ideia de que o controlo dos valores que surgem nos exames permite “fazer pausas” na medicação é um dos equívocos mais perigosos para o doente de risco vascular. Para José Pereira de Moura, internista na Unidade Local de Saúde de Coimbra e membro da Sociedade Portuguesa de Aterosclerose (SPA), a eficácia do tratamento assenta em duas frentes: a simplificação posológica e uma pedagogia transparente sobre o carácter silencioso dos fatores de risco. Em declarações à News Farma no âmbito da Semana do Coração – iniciativa da SPA apoiada pela Servier –, o especialista analisa as estratégias para combater a inércia terapêutica e assegurar a adesão contínua ao esquema terapêutico. Assista aos vídeos.

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